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<p>A aprovação da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15404.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 15.404/2026</a>, que estabelece percentuais mínimos de cacau e novas regras para a composição de chocolates no Brasil, deve aumentar a transparência sobre os produtos vendidos no mercado. Além disso, a medida pode expor alimentos que, apesar da aparência semelhante ao chocolate tradicional, possuem formulações mais próximas dos ultraprocessados.</p>
<p>Segundo a nutricionista e professora do<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.uniceub.br/a-instituicao" target="_blank" rel="noopener"> Centro Universitário de Brasília (CEUB)</a>, Daniela Medeiros, a nova regulamentação ajuda o consumidor a diferenciar produtos que realmente contêm cacau daqueles comercializados apenas com “sabor chocolate”.</p>
<h4><strong>Maior teor de cacau nem sempre significa opção saudável</strong></h4>
<p>De acordo com a especialista, a discussão ultrapassa o paladar e envolve impactos importantes na saúde pública. Embora o cacau apresente propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, o valor nutricional do chocolate depende principalmente da quantidade de açúcar e da qualidade das gorduras utilizadas na composição.</p>
<p>“<strong>Muitas pessoas acreditam que quanto maior o teor de cacau, mais saudável é o produto. No entanto, isso nem sempre acontece. Alguns produtos podem ter 35% de cacau e, ainda assim, apresentar excesso de açúcar e perfil nutricional inadequado”</strong>, explica Daniela Medeiros.</p>
<p>A nutricionista destaca ainda que produtos classificados como “sabor chocolate” costumam ter baixo teor de cacau e maiores concentrações de açúcar, gordura vegetal e aromatizantes. Por isso, muitos entram na categoria dos ultraprocessados, frequentemente associada ao aumento do risco de obesidade, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/diabetes" target="_blank" rel="noopener">diabetes tipo 2</a> e doenças cardiovasculares.</p>
<blockquote>
<p>“<strong>Esses alimentos passam por formulações industriais complexas e incluem ingredientes que não fazem parte de preparações naturais. Quando consumidos com frequência, podem favorecer processos inflamatórios e alterações metabólicas”</strong>, afirma.</p>
</blockquote>
<p>Outro ponto de atenção envolve o uso de gorduras vegetais hidrogenadas em parte desses produtos. Segundo a especialista, esse tipo de ingrediente pode elevar os níveis de colesterol LDL, considerado prejudicial para a saúde cardiovascular.</p>
<h4><strong>Marketing pode influenciar escolhas do consumidor</strong></h4>
<p>Além disso, Daniela Medeiros alerta para o chamado “efeito saudável” provocado pelo marketing de produtos com maior percentual de cacau. <strong>“O consumidor vê números maiores no rótulo e acaba acreditando que o alimento está liberado para consumo sem limites. Porém, mesmo versões amargas continuam sendo alimentos calóricos e exigem moderação”</strong>, ressalta.</p>
<p>Apesar dos alertas, a docente reforça que o chocolate não precisa ser retirado da alimentação. A recomendação é priorizar versões com maior concentração de cacau, menos açúcar e consumo equilibrado.</p>
<p>“<strong>Estudos indicam que o consumo moderado de 20 a 30 gramas de chocolate amargo, com mais de 70% de cacau, pode trazer benefícios cardiovasculares por causa dos flavonoides. Ainda assim, o alimento deve fazer parte de um padrão alimentar saudável”</strong>, orienta.</p>
<figure id="attachment_10142" aria-describedby="caption-attachment-10142" style="width: 336px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10142" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Fiscalização e educação alimentar serão fundamentais</strong></h4>
<p>Na avaliação da especialista do CEUB, a nova legislação representa um avanço importante ao exigir mais clareza na rotulagem dos produtos. Entretanto, ela ressalta que a efetividade da medida dependerá da fiscalização e do comprometimento da indústria.</p>
<blockquote>
<p>“<strong>A lei contribui para reduzir a diluição excessiva de cacau nos produtos. Porém, sem fiscalização rigorosa, existe o risco de que as mudanças fiquem apenas no papel, sem impacto real na qualidade dos alimentos disponíveis no mercado”</strong>, pontua.</p>
</blockquote>
<p>Para Daniela Medeiros, a educação alimentar também será essencial para que os consumidores façam escolhas mais conscientes. <strong>“A rotulagem ajuda, mas a educação nutricional continua sendo decisiva. Se as pessoas não compreenderem o significado do percentual de cacau e da redução de açúcar, essas informações podem virar apenas mais uma estratégia de marketing”</strong>, conclui.</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/chocolate-ou-ultraprocessado-lei-expoe-armadilhas-nos-rotulos/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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