<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 3.0.3 -->
<div class="quads-location quads-ad1" id="quads-ad1" style="float:none;margin:0px;">

</div>
<p></p>
<div>
					<span class="span-reading-time rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura: </span> <span class="rt-time"> 2</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span></p>
<p>Escape de urina ao rir ou espirrar, desconforto durante a relação sexual, dor pélvica, queda de libido, sensação de peso na região íntima. Situações como essas fazem parte do cotidiano de milhares de mulheres, que aprendem desde cedo a normalizar o desconforto e não ouvir o que o corpo fala. E muitas vezes ele está pedindo ajuda.</p>
<p>Segundo a fisioterapeuta pélvica Flaviana Teixeira, esses sinais, ainda que sejam sutis, indicam que o assoalho pélvico pode estar sobrecarregado, enfraquecido ou desregulado.</p>
<blockquote>
<h4>“<strong>A gente aprendeu a silenciar essas dores. Mas o que é comum não precisa ser aceito como normal. Escape de urina, dor na relação, queda de libido, tudo isso tem tratamento. E falar sobre isso é o primeiro passo para mudar essa realidade</strong>“, afirma.</h4>
</blockquote>
<h5><strong>O assoalho pélvico</strong></h5>
<p>O assoalho pélvico é formado por músculos e ligamentos que sustentam os órgãos da pelve, como útero, bexiga e intestino. Essa estrutura é responsável por funções fundamentais como continência urinária e fecal, estabilidade corporal, prazer sexual e suporte durante a gestação e o parto. Mas fatores como sedentarismo, gestação, envelhecimento, alterações hormonais e até estresse podem comprometer seu funcionamento.</p>
<h5><strong>Sintomas</strong></h5>
<p>O resultado são sintomas que afetam não só o corpo, mas também a autoestima, os relacionamentos e a qualidade de vida das mulheres. “<strong>A dor deixa de ser só física. Ela se transforma em medo, insegurança, constrangimento. E tudo isso vai minando o bem-estar, muitas vezes de forma silenciosa</strong>“, explica Flaviana, que há quase duas décadas acompanha de perto esses impactos em suas pacientes.</p>
<p>Entre as disfunções mais comuns estão a dor gênito pélvica (dor durante o sexo), a incontinência urinária, o prolapso (queda de órgãos), a anorgasmia (ausência de orgasmo) e a dificuldade de recuperação da função sexual após o parto ou a menopausa.</p>
</p>
<p>Para a especialista, é urgente tirar a saúde íntima da gaveta. E isso começa com informação clara, escuta sem julgamentos e cuidado profissional. “<strong>Tem muita mulher achando que perdeu a libido porque envelheceu ou que sente dor porque teve filho. Mas não é bem assim. O prazer pode — e deve — acompanhar a mulher em todas as fases da vida. Ele não é um bônus, é parte da saúde</strong>.”</p>
<p>Mais do que tratar sintomas, o trabalho com o assoalho pélvico é sobre devolver autonomia, conforto e segurança.</p>
<blockquote>
<h4>“<strong>Cada mulher tem o direito de viver seu corpo com dignidade. E isso inclui não sentir vergonha ao falar sobre xixi, sexo ou prazer. O corpo fala o tempo todo. Cabe a nós aprender a escutar, e cuidar.”</strong></h4>
</blockquote>
<p> </p>
</p></div>
<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/xixi-dor-na-relacao-e-queda-de-libido-sinais-que-o-assoalho-pelvico-quer-te-mostrar/">Fonte: Clique aqui</a></p>


Participantes de audiência pública realizada nesta quarta-feira (20) por duas comissões da Câmara alertaram para…
Defesa de Monark diz que mudança “fora do padrão” no MP-SP se deu depois de…
Dayany Bittencourt conseguiu vaga na Câmara pelo quociente eleitoral de votos recebidos pelo União Brasil…
Dados divulgados pelo Indec indicaram também um aumento de 5,5 p.p em relação ao mesmo…
José Medeiros questionou ainda a demora para análise do caso; Rodrigo da Zaeli disse que…
Durigan diz que juros “não são civilizados” no país e afirma que não há “bala…