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<p>Geraldo Leite Rosa Neto foi preso na quarta-feira (18), por ser suspeito de assassinar Gisele Alves Santana, em um apartamento em SP</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução / Jovem Pan News</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/foto-jp-3-7-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/foto-jp-3-7-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto recebe abraço de policial ao chegar no Presídio Militar Romão Gomes<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p>Um vídeo obtido pela <strong>Jovem Pan</strong> mostra o momento em que o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, <strong>recebe um abraço de um outro policial </strong>ao chegar, sem algemas, no Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo. O episódio aconteceu na quarta-feira (18), quando ele teve a <strong>prisão decretada</strong>, por ser <strong>suspeito de assassinar sua esposa</strong> e também PM, Gisele Alves Santana, no mês passado, em um apartamento no bairro do Brás, região central da cidade.</p>
<h2>Veja o momento abaixo:</h2>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DWCnb5CDo7r/?utm_source=ig_embed&;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" wp_automatic_>
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<p>Ver essa foto no Instagram</p>
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Um post compartilhado por Jovem Pan NEWS (@jovempannews)
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<p>A prisão do tenente-coronel ocorre após o <strong>avanço das investigações</strong>, com laudos da Polícia Técnico-Científica, que apontaram <strong>inconsistências</strong> e <strong>descartaram</strong> a <strong>hipótese de suicídio</strong>, indicando que a vítima foi assassinada.</p>
<p>Com base nessas evidências, o oficial passou a ser o principal suspeito do crime.</p>
<h2>Hipótese de suicídio descartada</h2>
<p>A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (<strong>SSP-SP</strong>) anunciou na quarta-feira que <strong>descartou</strong><strong> a possibilidade de suicídio na morte de</strong> <strong>Gisele.</strong> Além disso, Geraldo Neto teve <strong>celulares apreendidos</strong> e a <strong>quebra de sigilo telefônico autorizada pela Justiça</strong>. A SSP afirmou em coletiva que a hipótese de suicídio foi descartada porque <strong>as investigações constataram inconsistências entre o disparo da arma e a versão do suspeito</strong>. Também afirmaram que já existem evidências de que houve alteração na cena do crime.</p>
<p>Os policiais afirmaram também que não há indícios de que o crime tenha sido premeditado. Geraldo Neto foi preso em ação conjunta da Polícia Civil e Militar. Ele foi <strong>indiciado por feminicídio e fraude processual</strong>.</p>
<h2>Inconsistências na investigação</h2>
<p>A investigação da Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP)<strong> identificou sangue da PM na toalha e na bermuda de Geraldo Neto. </strong>A apuração também constatou que o <strong>corpo da agente foi mexido</strong> pela forma como o sangue escorreu.</p>
<p>Inicialmente, <strong>Geraldo Neto afirmou que a esposa tirou a própria vida</strong> depois de uma discussão na qual ele propôs separação.<strong> Em 10 de março, a Justiça de São Paulo determinou que o caso fosse investigado como feminicídio</strong>.</p>
<p>A decisão se deu depois de o laudo do Instituto Médico Legal (IML) mostrar <strong>lesões no pescoço da PM</strong>. A informação sobre o resultado da perícia foi <strong>comunicada pelo advogado</strong> da família de Gisele Santana, José Miguel da Silva Junior.</p>
<p>“No meu entendimento, com os outros elementos de prova, [as marcas] corroboram para o feminicídio. Esta marca é um fator preponderante, é uma equimose de dedos, como [se tivesse segurado] a pessoa com a mão”, disse o advogado.</p>
<p><strong>Uma reportagem do “Fantástico”, da <em>TV Globo</em>, mostrou ainda que Gisele Santana pediu ajuda a familiares por meio de mensagens antes de morrer</strong>. Parentes também declararam que a <strong>PM mudou de comportamento depois do casamento</strong> com Geraldo Neto, em 2024. Segundo os relatos, <strong>ela teria se</strong> <strong>afastado e passou a viver sob restrições impostas pelo esposo</strong>, incluindo proibições relacionadas ao uso de roupas, maquiagem e contato com outras pessoas.</p>
<p>Depois da morte de Gisele Santana, <strong>Geraldo Neto pediu afastamento</strong> da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP). Na terça-feira (17), a Corregedoria da corporação<strong> pediu a prisão do tenente-coronel à Justiça</strong>.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/tenente-coronel-suspeito-de-matar-esposa-recebe-abraco-de-pm-em-presidio-veja.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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