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<p><strong>Dor abdominal recorrente, diarreia persistente, fadiga intensa e perda de peso sem explicação podem parecer sintomas comuns do dia a dia</strong>. No entanto, quando se tornam frequentes ou persistem por longos períodos, podem indicar a presença das <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://diibrasil.org.br/?gad_source=1&;gad_campaignid=18527993681&;gbraid=0AAAAABshqFSoYoUz23b2OtZDw52r667Rn&;gclid=Cj0KCQjwz9_QBhD_ARIsADnSCfAU58k7Orb2HrufO76cy-eJcvgvcEL2xLLBVtxRvcz2y3K1711dkIAaAvF4EALw_wcB" target="_blank" rel="noopener"><strong>Doenças Inflamatórias Intestinais (DIIs)</strong></a>, grupo de condições crônicas que inclui principalmente a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa.</p>
<p>O alerta ganha ainda mais relevância durante o Maio Roxo, campanha dedicada à conscientização sobre essas doenças. A iniciativa busca ampliar o conhecimento da população sobre os sinais de alerta e reforçar a importância do diagnóstico precoce, fator essencial para o controle da inflamação e para a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<h4><strong>Casos aumentam no Brasil</strong></h4>
<p>As Doenças Inflamatórias Intestinais têm apresentado crescimento expressivo no país nos últimos anos. De acordo com um estudo nacional publicado na revista científica The Lancet Regional Health – Americas, a prevalência das DIIs passou de 30 para 100 casos por 100 mil habitantes entre 2012 e 2020. O aumento foi de aproximadamente 233% no período.</p>
<p>Segundo especialistas, esse cenário pode estar relacionado a diferentes fatores. Entre eles estão as mudanças no estilo de vida, o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e os avanços na capacidade de identificação dessas doenças pelos sistemas de saúde.</p>
<p>Entretanto, apesar do crescimento dos diagnósticos, um desafio importante permanece: o atraso na identificação da doença.</p>
<p>Muitas vezes, os sintomas são minimizados ou atribuídos a situações passageiras. Como consequência, a busca por atendimento especializado acaba sendo adiada, o que pode comprometer o manejo da doença desde os estágios iniciais.</p>
<figure id="attachment_10432" aria-describedby="caption-attachment-10432" style="width: 347px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10432" class="wp-caption-text">Imagem: Magnífic</figcaption></figure>
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<p>“<strong>Sintomas como dor abdominal recorrente, diarreia persistente, fadiga constante ou presença de sangue nas fezes ainda são frequentemente minimizados ou tratados como algo passageiro, o que pode atrasar a busca por avaliação médica. Quando esses sinais deixam de ser reconhecidos como um possível alerta de saúde, o paciente tende a adiar a investigação adequada. Ampliar o acesso à informação é fundamental para favorecer o diagnóstico no momento oportuno e aumentar as chances de controle das DIIs</strong>“, afirma Vivian Lee, diretora executiva de Medical Affairs da Takeda no Brasil.</p>
</blockquote>
<h4><strong>Os sinais que não devem ser ignorados</strong></h4>
<p>O reconhecimento precoce dos sintomas é um dos principais aliados no diagnóstico das Doenças Inflamatórias Intestinais.</p>
<h4><strong>Entre os sinais mais frequentes estão:</strong></h4>
<p>• Dor abdominal recorrente;<br />• Diarreia persistente;<br />• Presença de sangue nas fezes;<br />• Fadiga constante;<br />• Perda de peso sem causa aparente;<br />• Urgência para evacuar.</p>
<p>Por isso, a recomendação é procurar avaliação médica sempre que esses sintomas forem persistentes, progressivos ou recorrentes.</p>
<p>O gastroenterologista e o coloproctologista são os profissionais indicados para conduzir a investigação. Além disso, podem ser solicitados exames laboratoriais, colonoscopia, exames de imagem e testes inflamatórios específicos.</p>
<figure id="attachment_10433" aria-describedby="caption-attachment-10433" style="width: 344px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10433" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Impactos vão além do intestino</strong></h4>
<p>Embora os sintomas digestivos sejam os mais conhecidos, os impactos das DIIs não se limitam ao sistema gastrointestinal.</p>
<p>Pessoas que convivem com essas doenças apresentam maior prevalência de sintomas de ansiedade e depressão. Além disso, podem enfrentar dificuldades relacionadas à vida social, à sexualidade e à nutrição.</p>
<p>Dessa forma, especialistas defendem uma abordagem integral do cuidado, considerando não apenas o controle da inflamação, mas também os aspectos emocionais e sociais envolvidos na jornada do paciente.</p>
<h4><strong>Diagnóstico ainda demora a acontecer</strong></h4>
<p>As Doenças Inflamatórias Intestinais podem surgir em qualquer fase da vida. No entanto, costumam se manifestar com maior frequência na vida adulta.</p>
<p>Nesse período, os sintomas frequentemente são confundidos com alterações gastrointestinais comuns ou até mesmo atribuídos ao estresse cotidiano.</p>
<p>Dados da Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn (ABCD) mostram que muitos pacientes convivem com os sintomas durante meses, e até anos, antes de receberem o diagnóstico correto. Como resultado, a doença pode evoluir, afetando a rotina, a vida profissional e a saúde emocional.</p>
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<p>“<strong>As Doenças Inflamatórias Intestinais trazem um impacto muito grande para os pacientes e para todos que estão ao seu redor, familiares, amigos, companheiros e cuidadores. Iniciativas como o maio Roxo são fundamentais para ampliar a comunicação sobre o tema e estimular a busca por ajuda mais precocemente, favorecendo o diagnóstico e o cuidado com as DIIs. Afinal, a conscientização sobre o impacto dessas doenças é uma responsabilidade de todos nós</strong>“, explica Marta Machado, presidente da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.abcd.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn.</a></p>
</blockquote>
<p>Confira <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://takedapro.com.br/sites/default/files/2026-05/DIIs-Takeda-E-book-Focal3.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>AQUI</strong></a> uma cartilha informativa destinada a pacientes e cuidadores</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/casos-de-doencas-intestinais-crescem-233-os-sinais-de-alerta-que-voce-nao-deve-ignorar/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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