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<p>A adoção criteriosa de testes moleculares rápidos pode reduzir de forma significativa o tempo de internação e a mortalidade em casos graves de pneumonia. A conclusão é de um artigo publicado na revista Clinics. O estudo indica que, quando usados de maneira racional, esses testes agilizam o diagnóstico e permitem tratamentos mais direcionados.</p>
<p>A pesquisa, conduzida por especialistas brasileiros em microbiologia e infectologia, revisou estudos comparativos sobre pneumonia comunitária, hospitalar e associada à ventilação mecânica. A partir dessa análise, os autores propuseram um algoritmo para padronizar o uso de exames laboratoriais no diagnóstico, tornando o processo clínico mais eficiente.</p>
<figure id="attachment_8130" aria-describedby="caption-attachment-8130" style="width: 353px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8130" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p>Segundo o artigo, a pneumonia permanece como uma das principais causas de internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e de mortes no país. O estudo mostra que o uso racional de painéis moleculares, capazes de identificar vírus e bactérias com alta sensibilidade e especificidade, reduz o tempo de internação hospitalar e em UTI, além de diminuir a mortalidade em até 90 dias.</p>
<p>Além disso, esses testes permitem ajustar o tratamento antimicrobiano logo nas primeiras horas, evitando o uso excessivo de antibióticos de amplo espectro e contribuindo para o enfrentamento da resistência bacteriana.</p>
<h5><strong>Métodos tradicionais ainda são essenciais, mas têm limitações</strong></h5>
<p>Os pesquisadores destacam que métodos tradicionais, como a coloração de Gram e as culturas microbiológicas, continuam tendo papel relevante no diagnóstico. A coloração de Gram ajuda na exclusão de infecções por Staphylococcus aureus, enquanto as culturas permitem avaliar a sensibilidade dos microrganismos aos antibióticos, etapa fundamental para reavaliar o tratamento.</p>
<figure id="attachment_8129" aria-describedby="caption-attachment-8129" style="width: 354px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8129" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p>No entanto, esses exames demoram entre 48 e 96 horas para apresentar resultados conclusivos, o que pode atrasar decisões terapêuticas em quadros graves.</p>
<h5><strong>Testes moleculares entregam resultado rápido e mudam condutas clínicas</strong></h5>
<p>Já os testes moleculares fornecem resultados em cerca de 70 minutos e podem detectar múltiplos agentes infecciosos simultaneamente. Alguns painéis já demonstraram sensibilidade superior a 90% e levaram à mudança de conduta médica em aproximadamente 37% dos casos analisados.</p>
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<p>“<strong>O diagnóstico rápido e preciso é decisivo. Com o uso de testes moleculares rápidos é possível identificar bactérias e vírus em poucas horas, permitindo tratar o paciente com mais rapidez e assertividade, o que pode reduzir o tempo de internação e até salvar vidas</strong>“, explica o Dr. Alvaro Pulchinelli, toxicologista e diretor técnico da Toxicologia Pardini do Grupo Fleury, detentor da Diagnoson a+ na Bahia.</p>
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<h5><strong>Custo e padronização ainda são desafios</strong></h5>
<p>Apesar do potencial, o artigo ressalta desafios para a ampla adoção desses testes, sobretudo em países com recursos limitados. O alto custo e a falta de protocolos padronizados para interpretar resultados, especialmente quando múltiplos agentes são detectados, permanecem como barreiras importantes.</p>
<p>“<strong>O uso racional das ferramentas moleculares é o caminho para equilibrar precisão diagnóstica e sustentabilidade do sistema de saúde. Quando bem aplicadas, essas tecnologias não apenas melhoram o prognóstico do paciente, mas também fortalecem as políticas de uso consciente de antibióticos”</strong>, ressalta o Dr. Pulchinelli.</p>
<h5><strong>Recomendações para ampliar o uso seguro e eficaz</strong></h5>
<p>O estudo reforça a necessidade de pesquisas que avaliem o custo-benefício dessas tecnologias em diferentes contextos hospitalares. Além disso, recomenda o desenvolvimento de protocolos clínicos padronizados que ampliem o uso seguro e eficaz dos testes moleculares.</p>
<p>O novo protocolo já vem sendo adotado por instituições de referência e deve servir como modelo para hospitais públicos e privados em todo o Brasil.</p>
<p>Acesse o estudo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S180759322500211X?via%3Dihub" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui.</strong></a></p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/pesquisadores-brasileiros-recomendam-guia-para-melhorar-diagnostico/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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