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Cientistas identificam molécula para diagnóstico do autismo

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div itemprop&equals;"text">&NewLine;<p>&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 3<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>Pesquisadores brasileiros identificaram uma molécula que pode contribuir para o diagnóstico precoce do <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;autismoerealidade&period;org&period;br&sol;o-que-e-o-autismo&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Transtorno do Espectro Autista &lpar;TEA&rpar;<&sol;a>&period; A descoberta foi realizada por uma equipe do Hospital de Clínicas de Porto Alegre &lpar;HCPA&rpar; e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul &lpar;UFRGS&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O estudo identificou um tipo especial de RNA com potencial para servir como biomarcador do autismo&period; Inicialmente&comma; os testes foram realizados em modelos animais&period; Em março&comma; no entanto&comma; a pesquisa avança para uma nova etapa&comma; com a análise de moléculas que regulam o caminho entre o gene e a formação de proteínas em amostras humanas&period;<&sol;p>&NewLine;<h5><strong>RNA circular pode se tornar biomarcador do autismo<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>A molécula em foco é um RNA circular chamado ciRS-7&period; Trata-se de uma estrutura molecular extremamente estável&comma; que se diferencia do RNA mensageiro convencional por sua forma fechada e maior resistência à degradação no organismo&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Essa estabilidade torna o RNA circular especialmente interessante como possível biomarcador detectável em fluidos como o sangue ou saliva<&sol;strong>”&comma; explica Carmem Gottfried&comma; pesquisadora do Clínicas e coordenadora do estudo&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Além disso&comma; a estabilidade estrutural do ciRS-7 aumenta sua relevância científica&period; Isso porque biomarcadores confiáveis precisam ser detectáveis de forma consistente em diferentes amostras biológicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A pesquisa foi conduzida no Laboratório de Psiquiatria Molecular do HCPA e integra uma dissertação e uma tese do Programa de Pós-graduação em Neurociências da UFRGS&period; Segundo a professora Carmem Gottfried&comma; a equipe identificou que os níveis de ciRS-7 eram consistentemente mais altos em modelos animais com características comportamentais semelhantes às observadas no autismo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a pesquisadora&comma; essas moléculas circulares não codificam proteínas&period; Em vez disso&comma; atuam como reguladoras de outros RNAs e genes dentro das células&period; Portanto&comma; essa função regulatória&comma; associada à robustez estrutural&comma; torna moléculas como o ciRS-7 promissoras para diagnósticos baseados em marcadores biológicos&period;<&sol;p>&NewLine;<h5>Nova perspectiva para a detecção precoce do TEA<&sol;h5>&NewLine;<p>Atualmente&comma; o diagnóstico de TEA é realizado principalmente por meio de observações clínicas e comportamentais&period; Contudo&comma; essa estratégia pode atrasar a identificação em crianças mais novas ou em casos menos evidentes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nesse contexto&comma; a busca por biomarcadores&comma; como os RNAs circulares&comma; representa uma fronteira científica relevante&period; A expectativa é que&comma; no futuro&comma; esse tipo de marcador permita diagnósticos mais objetivos e precoces&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O grupo envolvido na pesquisa prepara&comma; agora&comma; a próxima fase do estudo&comma; que incluirá testes em amostras de sangue humano&period; Esses exames deverão confirmar se o padrão observado nos modelos animais também se repete em pessoas com diagnóstico de TEA&period; Além disso&comma; será necessário verificar se o marcador é suficientemente específico para distinguir o autismo de outros transtornos neuropsiquiátricos&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;8321" aria-describedby&equals;"caption-attachment-8321" style&equals;"width&colon; 396px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-8321" class&equals;"wp-caption-text">Foto&colon; Freepik<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h5><strong>Próximos passos e desafios científicos<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Apesar da relevância dos achados&comma; ainda há um caminho a percorrer até que um exame baseado nesses resultados esteja disponível na prática clínica&period; A própria pesquisadora destaca que serão necessários alguns anos para a consolidação das evidências científicas&period;<br &sol;>Entre os próximos passos&comma; estão a validação dos resultados em um número maior de amostras humanas e a diferenciação do padrão de ciRS-7 em relação a outras condições de desenvolvimento neurológico&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além disso&comma; o estudo abre espaço para novas linhas de investigação&period; Os pesquisadores pretendem aprofundar a compreensão sobre como os RNAs circulares interagem com redes genéticas complexas ligadas ao desenvolvimento neural&comma; ao sistema imune e às funções celulares&comma; tanto no autismo quanto em outros transtornos do neurodesenvolvimento e psiquiátricos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com isso&comma; a descoberta reforça o papel da ciência brasileira na busca por ferramentas mais precisas para o diagnóstico precoce do autismo&comma; ao mesmo tempo em que amplia o conhecimento sobre os mecanismos biológicos envolvidos no TEA&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;cientistas-brasileiros-identificam-molecula-que-pode-abrir-caminho-para-diagnostico-precoce-do-autismo&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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