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<p>Celebrado em 29 de agosto, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bvsms.saude.gov.br/29-8-dia-nacional-de-combate-ao-fumo/" target="_blank" rel="noopener">Dia Nacional de Combate ao Fumo</a> foi criado pelo Ministério da Saúde para conscientizar a população sobre os riscos do tabagismo, responsável por cerca de 161 mil mortes por ano no Brasil, segundo o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.inca.gov.br/assuntos/dia-nacional-de-combate-ao-fumo" target="_blank" rel="noopener">Instituto Nacional de Câncer (INCA).</a></p>
<p>Além dos danos físicos já conhecidos, como câncer e doenças cardiovasculares, o vício também tem forte impacto na saúde mental, especialmente em pessoas que convivem com a ansiedade. Fumar para “acalmar os nervos” é um hábito comum, mas a ciência mostra que o cigarro não reduz os sintomas, pelo contrário, pode agravar quadros como o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental/transtornos-de-ansiedade-e-relacionados-a-fatores-estressantes/transtorno-de-ansiedade-generalizada" target="_blank" rel="noopener">Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).</a></p>
<p>Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que fumantes têm um risco até 70% maior de desenvolver transtornos de ansiedade e depressão em comparação a não fumantes.</p>
<p>De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (IBGE, 2020), cerca de 12% da população brasileira adulta é fumante, o que equivale a mais de 20 milhões de pessoas. Muitas recorrem ao cigarro acreditando que a nicotina gera sensação de relaxamento, mas, na prática, o efeito é temporário e relacionado ao alívio da abstinência, não à melhora real do estresse ou da ansiedade.</p>
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<h5>“<strong>O cigarro cria uma ilusão de controle sobre a ansiedade. O fumante acredita que se sente mais calmo após fumar, mas o que acontece é apenas a interrupção dos sintomas de abstinência da nicotina. É um ciclo vicioso: quanto mais fuma, mais rápido o desconforto volta</strong>”, explica o psiquiatra Fabiano Santos Moreira, do grupo ViV Saúde Mental e Emocional.</h5>
</blockquote>
<figure id="attachment_7802" aria-describedby="caption-attachment-7802" style="width: 515px" class="wp-caption aligncenter"><figcaption id="caption-attachment-7802" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<h4><strong>O impacto na saúde mental</strong></h4>
<p>Portanto, a nicotina age estimulando neurotransmissores como a dopamina, responsável pela sensação de prazer. Porém, esse efeito é passageiro, seguido por queda brusca que gera irritabilidade e inquietação. Esse mecanismo favorece o aumento dos níveis de ansiedade ao longo do tempo.</p>
<p>Estudos publicados no Journal of the American Medical Association (JAMA) reforçam que fumantes têm probabilidade significativamente maior de apresentar sintomas de ansiedade e depressão. Além disso, pessoas com transtornos mentais são duas vezes mais propensas a fumar, criando uma relação de retroalimentação entre dependência e sofrimento psíquico.</p>
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<h5>“<strong>O tabagismo não é apenas um problema físico, mas também psicológico. Muitos pacientes com TAG, depressão ou outros transtornos relatam fumar como estratégia de enfrentamento, mas isso máscara o problema em vez de resolvê-lo”,</strong> complementa o especialista.<br />Alternativas terapêuticas</h5>
</blockquote>
<p>Para lidar de forma saudável com a ansiedade e reduzir a dependência do cigarro, a combinação de tratamento médico, psicoterapia e mudanças no estilo de vida é considerada mais eficaz.</p>
<figure id="attachment_7803" aria-describedby="caption-attachment-7803" style="width: 527px" class="wp-caption aligncenter"><figcaption id="caption-attachment-7803" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<h4><strong>Entre as opções estão:</strong></h4>
<p><strong>Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): ajuda a identificar gatilhos da ansiedade e desenvolver estratégias para lidar com eles sem recorrer ao cigarro.</strong></p>
<p><strong>Tratamento medicamentoso: em casos de TAG e outros transtornos, o psiquiatra pode indicar ansiolíticos ou antidepressivos que auxiliam no equilíbrio químico cerebral.</strong></p>
<p><strong>Atividades físicas e técnicas de respiração: comprovadamente reduzem níveis de estresse e ansiedade.</strong></p>
<p><strong>Grupos de apoio: o suporte coletivo aumenta as chances de sucesso na cessação do tabagismo.</strong></p>
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<h4><strong>“Abandonar o cigarro é um desafio, mas é possível com suporte adequado. O mais importante é compreender que o fumo não é uma solução para a ansiedade. Ao contrário, perpetua o sofrimento emocional e coloca em risco a saúde física”</strong>, conclui Dr. Fabiano.</h4>
</blockquote>
<h4><strong>Leia mais:</strong></h4>
<p><strong>Alerta para o combate ao fumo e cuidados com a saúde pulmonar</strong></p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/voce-sabia-que-o-cigarro-cria-uma-ilusao-de-controle-sobre-a-ansiedade/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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