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Câncer de pulmão deve atingir 32 mil brasileiros em 2025

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 5<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>Apesar dos avanços nos tratamentos para o câncer de pulmão nos últimos anos&comma; o tumor ainda é considerado o mais letal&comma; sendo responsável por cerca de 1&comma;8 milhão de mortes em todo mundo&comma; anualmente&comma; de acordo com o <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;gco&period;iarc&period;fr&sol;en" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Global Cancer Observatory<&sol;a>&period; O Agosto Branco é o mês dedicado à conscientização e luta contra a doença&comma; que tem o tabagismo como principal fator de risco&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com estimativa do <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;inca&sol;pt-br" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Instituto Nacional do Câncer &lpar;INCA&rpar;<&sol;a>&comma; o Brasil deve registrar em 2025 mais de 32 mil novos casos desse tipo de neoplasia&period; Só no Nordeste&comma; mais de 6&period;500 diagnósticos são estimados pelo Instituto&comma; sendo 1&period;360 novos diagnósticos previstos na Bahia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para a oncologista Clarissa Mathias&comma; referência mundial em câncer de pulmão e líder do Cancer Center HSI Oncoclínicas&comma; um dos desafios do combate ao câncer de pulmão é conscientizar a população&comma; especialmente o grupo de risco&comma; que inclui fumantes ativos e passivos e ex-fumantes&comma; sobre a importância do diagnóstico precoce&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p>A especialista explica que com um exame de <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;anahp&period;com&period;br&sol;noticias&sol;tomografia-computadorizada-de-baixa-dose-uma-arma-eficiente-no-diagnostico-precoce-do-cancer-de-pulmao&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Tomografia Computadorizada de Baixa Dose<&sol;a> &lpar;TCBD&rpar; é possível detectar lesões iniciais no pulmão&comma; quando a chance de cura pode ser superior a 90&percnt;&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Trata-se de um exame rápido&comma; não invasivo e com baixa radiação”&comma; explica&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O rastreamento do câncer de pulmão&comma; através de exames de imagem e biópsia&comma; é indicado para indivíduos com mais de 50 anos que tenham alto risco para a neoplasia&comma; inclusive para pessoas assintomáticas&comma; pois o objetivo é permitir a detecção de lesões inicias&comma; antes de qualquer manifestação da doença&comma; ou seja&comma; quando a chance de sucesso do tratamento é alta”<&sol;strong>&comma; esclarece Clarissa Mathias&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Quem tem entre 50 e 80 anos e é fumante ou fumou por muitos anos ou mesmo quem parou de fumar há menos de 15 anos deve conversar com seu médico sobre a necessidade de fazer o exame”<&sol;strong>&comma; recomenda a especialista&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Atenção aos sintomas<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Tosse seca e persistente ou tosse com sangue&comma; rouquidão&comma; perda de apetite e dificuldade para respirar ou sensação de falta de ar podem ser sintomas de câncer de pulmão e devem ser investigados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Por serem frequentemente confundidos com problemas respiratórios&comma; esses sinais costumam ser negligenciados&period; O fato de não serem investigados e tratados adequadamente acaba levando ao diagnóstico tardio do câncer de pulmão em grande parte dos casos”&comma; explica a oncologista Larissa Moura&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Além de possibilitar um tratamento menos invasivo e com menos efeitos colaterais&comma; a detecção precoce da doença aumenta a chance de cura e a sobrevida do paciente<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; destaca a oncologista Hamanda Nery&comma; da Oncoclínicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;S<strong>e o indivíduo é fumante ou ex-furmante e começa a apresentar uma rouquidão ou tosse persistente não significa que ele tem um câncer de pulmão&comma; mas isso precisa ser investigado por um médico<&sol;strong>”&comma; explica a oncologista Julia de Castro de Souza&comma; da Oncoclínicas&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O diagnóstico em estágio inicial permite que o câncer de pulmão tenha 90&percnt; de chance de cura<&sol;strong>”&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h4><strong>Controle do tabagismo<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Considerado a principal causa de morte evitável do mundo pela Organização Mundial de Saúde &lpar;OMS&rpar;&comma; o cigarro é fator de risco para 14 tipos diferentes de câncer&period; O Brasil&comma; no entanto&comma; quando se trata de controle do tabagismo&comma; é referência mundial&colon; o país conseguiu&comma; através de políticas públicas&comma; reduzir em 35&percnt; o consumo de cigarro&comma; de acordo com relatório da OMS&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p>Hoje&comma; a prevalência de fumantes equivale a menos de 10&percnt; da população&comma; porém o consumo do cigarro eletrônico representa uma ameaça às conquistas da luta antitabaco&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A melhor forma de prevenção do câncer de pulmão é não fumar&period; Além de ser associado a vários tipos de neoplasias&comma; o cigarro ainda causa outros problemas de saúde e coloca em risco também o fumante passivo<&sol;strong>”&comma; afirma o oncologista Filipe Visani&comma; da Oncoclínicas<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O combate ao tabagismo&comma; responsável por 80 a 90&percnt; dos casos de câncer de pulmão&comma; e o acesso ao diagnóstico precoce e aos tratamentos mais eficazes são os pilares na luta contra a doença<&sol;strong>”&comma; destaca a oncologista Clara Santana Peixoto&comma; da Oncoclínicas&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com o estudo &OpenCurlyDoubleQuote;Risco de iniciação ao tabagismo com o uso de cigarros eletrônicos”&comma; elaborado pelo INCA e publicado na <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;cienciaesaudecoletiva&period;com&period;br&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Revista Ciência e Saúde Coletiva<&sol;a>&comma; o uso desses dispositivos aumenta em média três vezes e meia a probabilidade de experimentar o cigarro convencional&comma; e em mais de quatro as chances de passar a fumar efetivamente&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Muitas pessoas começam com o cigarro eletrônico e depois migram para o convencional&comma; que é muito mais barato e acessível&comma; já que o vape é proibido no país&period; Em alguns casos&comma; a pessoa passa até mesmo a usar os dois<&sol;strong>”&comma; alerta Clarissa Mathias&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h4><strong>Avanços no tratamento<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>O tratamento dos tumores de pulmão conta com um arsenal de terapias avançadas e se baseia em cirurgia&comma; tratamento sistêmico &lpar;quimioterapia&comma; terapia-alvo e imunoterapia&rpar; e radioterapia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Hoje já é possível realizar a cirurgia para remoção do tumor com menos tempo de internação graças aos avanços das cirurgias minimamente invasivas&comma; que permitem que o paciente consiga retornar mais rapidamente às suas atividades<&sol;strong>”&comma; afirma a oncologista Carolina Rocha Silva&comma; da Oncoclínicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>quimioterapia<&sol;strong>&comma; muitas vezes&comma; é indicada após a cirurgia para destruir células tumorais microscópicas residuais ou que estejam circulando pelo sangue&period; Em alguns casos&comma; a terapia-alvo também é indicada após o procedimento cirúrgico&period; Esse tratamento&comma; que representa um grande avanço na oncologia&comma; utiliza drogas para atacar especificamente as células cancerígenas&comma; preservando as saudáveis&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>combinação de terapia sistêmica e radioterapia<&sol;strong> pode ser administrada no início do procedimento para reduzir o tumor antes da cirurgia&comma; ou mesmo como tratamento definitivo&comma; quando a remoção cirúrgica está contraindicada&period; A radioterapia isolada é utilizada&comma; algumas vezes&comma; para diminuir sintomas&comma; como falta de ar e dor&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre os grandes avanços da ciência na luta contra o câncer de pulmão&comma; <strong>a imunoterapia e as terapias-alvo<&sol;strong> são terapias sistêmicas que permitem o tratamento com precisão e individualizado&comma; de acordo com características moleculares únicas do tumor&period; Elas apresentam menos efeitos colaterais que as terapias sistêmicas tradicionais e têm revolucionado o tratamento dos tumores de pulmão&comma; proporcionando mais qualidade de vida e maior sobrevida aos pacientes&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Nas terapias-alvo&comma; os medicamentos atingem apenas as células cancerígenas&comma; preservando as saudáveis&period; Já a imunoterapia ativa o sistema imunológico através de uma combinação de medicamentos biológicos para lutar contra o tumor&period; São drogas que estimulam a imunidade a reconhecer e eliminar as células cancerígenas”<&sol;strong>&comma; finaliza Clarissa Mathias&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;cancer-de-pulmao-deve-atingir-32-mil-brasileiros-em-2025&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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