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Juíza não vê irregularidades e manda processo da Aneel contra Enel em SP continuar

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<p>Justiça Federal entendeu que o trâmite aconteceu &OpenCurlyQuote;regularmente’ e negou que a concessionária de energia foi impedida de se defender<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">BRUNO ESCOLASTICO&sol;E&period;FOTOGRAFIA&sol;ESTADÃO CONTEÚDO<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2024&sol;10&sol;esc20241016001-311x207&period;jpg"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2024&sol;10&sol;esc20241016001-676x450&period;jpg"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Juíza não vê irregularidades e manda processo da Aneel contra Enel em SP continuar<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>A Justiça Federal <strong>autorizou a retomada do processo administrativo<&sol;strong> da Agência Nacional de Energia Elétrica &lpar;Aneel&rpar; contra a Enel que pode levar à caducidade do contrato da concessionária na Grande São Paulo&period; Na decisão desta quarta-feira &lpar;25&rpar;&comma; a juíza federal Pollyanna Kelly Maciel Medeiros Martins Alves <strong>revogou uma decisão provisória<&sol;strong> que paralisava a análise do caso na agência e rejeitou o pedido principal da concessionária&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Os fundamentos que a sustentavam não se confirmam à luz das informações prestadas pela autoridade coatora&period; O processo administrativo tramitou regularmente&comma; com contraditório pleno e instrução inconclusa à data da impetração por razões inerentes ao regular funcionamento do colegiado — não por supressão de garantias”&comma; afirma o documento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O processo judicial foi <strong>iniciado pela própria Enel<&sol;strong>&comma; que <strong>tentava barrar a investigação da Aneel<&sol;strong>&period; A empresa alegava que a agência reguladora havia <strong>desrespeitado seu direito de defesa<&sol;strong>&comma; pois o diretor-geral teria <strong>votado pela caducidade<&sol;strong> – quebra do contrato – <strong>antes do fim do prazo<&sol;strong> para a entrega da defesa da companhia&period; A Enel também reclamou da <strong>inclusão das falhas no fornecimento de energia<&sol;strong> durante um &OpenCurlyDoubleQuote;evento climático extremo de dezembro de 2025”&comma; afirmando que seria uma <strong>inclusão indevida no processo<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao analisar o caso&comma; a juíza concluiu que o trâmite na Aneel ocorreu <strong>sem qualquer irregularidade<&sol;strong>&period; Ela explicou que a agência atua <strong>de forma colegiada<&sol;strong> e que o voto isolado do diretor-geral representou apenas uma <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;convicção individual”<&sol;strong> em uma etapa de debates&comma; e <strong>não uma decisão final<&sol;strong> e <strong>definitiva capaz de prejudicar a empresa<&sol;strong> naquele momento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A magistrada também <strong>negou a ideia de que a Enel foi impedida de se defender<&sol;strong>&period; Segundo o documento&comma; a concessionária <strong>participou ativamente do processo<&sol;strong>&period; A empresa <strong>entregou seus documentos dentro do prazo<&sol;strong> – até o dia 26 de fevereiro -&comma; <strong>recebeu novas oportunidades<&sol;strong> para se manifestar sobre relatórios técnicos posteriores e <strong>realizou diversas reuniões<&sol;strong> com as equipes da agência&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A ENEL SP participou ativamente do processo&comma; apresentou manifestações&comma; pareceres jurídicos e documentos técnicos&comma; e teve acesso pleno às notas técnicas produzidas”&comma; diz a juíza&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Eventos climáticos<&sol;h2>&NewLine;<p>A inclusão do desempenho da Enel nas tempestades de dezembro de 2025 também foi considerada <strong>legal pela Justiça<&sol;strong>&period; O processo da Aneel buscava investigar justamente a <strong>capacidade da empresa de responder a eventos climáticos severos<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O evento de dezembro de 2025 não constitui fato novo autônomo apto a exigir instauração de procedimento próprio&colon; é parâmetro de verificação da eficácia das medidas corretivas adotadas no âmbito do mesmo processo fiscalizatório&comma; inserindo-se na lógica do período de salvaguarda previsto no art&period; 38&comma; §3º&comma; da Lei n&period; 8&period;987&sol;1995”&comma; afirma a decisão&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para a juíza&comma; avaliar o plano de recuperação da concessionária sem observar como ela reagiu a uma nova tempestade real seria transformar a fiscalização em uma simples <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;análise de declarações de intenção”<&sol;strong>&period; O episódio climático&comma; portanto&comma; não foi uma &OpenCurlyDoubleQuote;surpresa” injusta para a empresa&comma; mas um <strong>teste prático necessário<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>Prefeitura de São Paulo<&sol;strong>&comma; o <strong>Governo do Estado<&sol;strong> e a <strong>Agência Reguladora de Serviços Públicos de São Paulo<&sol;strong> &lpar;Arsesp&rpar; tentaram entrar na ação judicial como partes interessadas&comma; mas os <strong>pedidos foram negados<&sol;strong>&period; A juíza explicou que o tipo específico de processo aberto pela Enel é <strong>restrito<&sol;strong> e <strong>não permite a entrada de terceiros<&sol;strong> que não tenham um vínculo jurídico direto com a legalidade do trâmite da Aneel que estava sendo julgado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>Jovem Pan<&sol;strong> procurou a Enel para manifestação&period; Até a última atualização desta matéria&comma; a concessionária não retornou&period; O espaço segue aberto&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;juiza-nao-ve-irregularidades-e-manda-processo-da-aneel-contra-enel-em-sp-continuar&period;html">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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