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<p>As ofensas ocorreram em uma sessão no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, em junho de 2023</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Rosinei Coutinho/STF</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/12/54990535828_572c23e6e2_k-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/12/54990535828_572c23e6e2_k-675x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Alexandre de Moraes é o relator do inquérito das fake news<br /></span></div>
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<p><strong>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) confirmou nesta terça-feira, 24, a condenação do criminalista Celso Machado Vendramini</strong> por chamar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) <strong>Alexandre de Moraes de “advogado do PCC”</strong> durante sessão do Tribunal do Júri. Ele deverá pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais ao magistrado. Moraes foi representado pelo escritório Barci de Moraes, da mulher dele, Viviane Barci de Moraes.</p>
<p><strong>As ofensas ocorreram em uma sessão no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, em junho de 2023</strong>, quando Vendramini fazia a defesa de dois policiais militares acusados de matar suspeitos de roubo.</p>
<p><strong>Durante o julgamento, o criminalista fez declarações como:</strong> “Estão censurando este País aqui”; “não sou bolsonarista”; “eu não tenho medo dele (Alexandre de Moraes), nem de ninguém”; “se eu quiser falar de quem quer que seja, quem não gostou que me processe”.</p>
<p>Além disso, acusou falsamente Moraes de ser “advogado do PCC” e afirmou que, “quando prendeu em 8 de Janeiro […], não teve audiência de custódia”. Em seguida, insistiu: “não vou parar, aqui eu posso falar o que eu quero”.</p>
<p>Segundo o entendimento do relator Mário Chuvite Junior, <strong>as afirmativas ultrapassaram o limite da imunidade profissional</strong> e se trataram de um assunto que não dizia respeito ao julgamento em questão.</p>
<p>No acórdão, o relator sustentou que “as manifestações do apelante em sessão plenária do Júri, as quais, longe de mera retórica defensiva, revelam carga ideológica e cunho pessoal ofensivo, conforme trechos captados em mídia e registrados em ata”.</p>
<p><strong>O criminalista argumentou, em sua defesa, que fez as críticas amparado pela imunidade profissional</strong> e no exercício de suas funções. O argumento, no entanto, foi rejeitado, e o tribunal negou o recurso de Vendramini contra a condenação imposta em primeira instância, em março do ano passado, mantendo a indenização de R$ 50 mil por danos morais ao ministro.</p>
<p><em>*Estadão Conteúdo</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/justica-de-sp-condena-criminalista-que-chamou-moraes-de-advogado-do-pcc.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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