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<p>A Faculdade Sírio-Libanês anunciou nesta quinta-feira (22) o lançamento de <strong>graduação em medicina,</strong> recém autorizada pelo <strong>Ministério da Educação (MEC)</strong>. A faculdade contará com <strong>100 vagas por ano</strong> para o <strong>bacharelado em medicina</strong>, com duração de <strong>12 semestres e carga horária total de 8.600 horas.</strong> O corpo docente será composto <strong>com 98% de profissionais doutores</strong>, que acumulam, em média, 17 anos de prática clínica e 9 anos de experiência no ensino. A faculdade já oferece os cursos de enfermagem, psicologia, fisioterapia e, mais recentemente, biomedicina.</p>
<p>Segundo a presidente do Sírio-Libanês, o curso oferece uma formação que une <strong>rigor científico e inovação tecnológica</strong> a uma abordagem humanizada. </p>
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<p>“O lançamento do curso de medicina da Faculdade Sírio-Libanês é um marco histórico que reforça nosso legado centenário e materializa o compromisso genuíno com a formação de profissionais que buscam excelência no cuidado, no ensino e na pesquisa”, disse. </p>
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<p>De acordo com o diretor geral do Sírio-Libanês, Fernando Ganem, a grade curricular integra teoria e prática desde o primeiro semestre, com conteúdo estruturado em unidades curriculares, que incluem, além dos temas inerentes à <strong>formação médica</strong>, conteúdos sobre empreendedorismo, <strong>gestão, pesquisa e inovação.</strong> </p>
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<p>“Atuando de forma personalizada e centrada no paciente, nossos alunos estarão preparados para oferecer cuidados seguros, sustentáveis e humanizados ao longo de toda a vida. Estarão aptos a compreender e influenciar os sistemas de saúde como um todo, público e privado, aplicando conhecimentos de gestão para promover eficiência, eficácia e efetividade nos serviços, sempre com atuação colaborativa e interprofissional”, afirmou. </p>
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<p>O <strong>ministro da Saúde, Alexandre Padilha</strong>, destacou que os <strong>médicos e biomédicos</strong> formados serão especialistas em gente, o que está cada vez mais difícil de acontecer.</p>
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<p>“Porque isso significa se confrontar com novas tecnologias que às vezes distanciam o profissional do cuidado com o ser humano. Significa se confrontar e interagir com novas tecnologias que nos ajudam a trazer mais informação como a inteligência artificial, com a busca ativa de informação”. </p>
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<p><strong>Padilha afirmou</strong> ainda confiar que a instituição formará médicos que reconheçam a evidência científica como a ciência que tem guiar sua conduta, sua prática clínica e terapêutica.</p>
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<p>“Eu duvido que vai ter médico negacionista formado por essa instituição. Os formados aqui vão confiar de forma permanente na prática e na evidência clínica e com isso nos ajudar a enfrentar tantos desafios”, ressaltou. </p>
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<p>O <strong>ministro da Educação, Camilo Santana</strong>, afirmou que, mais do que a abertura de um curso, o que se celebrou hoje foi o compromisso com uma <strong>medicina humanizada</strong>, socialmente referenciada e academicamente robusta. </p>
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<p>“O curso autorizado pelo MEC representa uma iniciativa de excelência, com 100 vagas anuais oferecidas por uma instituição que obteve nota máxima em todas as dimensões avaliadas pelo Ministério: projeto pedagógico, corpo docente e infraestrutura. Este curso nasce do contexto da lei 12.871, que instituiu o programa Mais Médicos e previu a abertura de cursos em hospitais que atendam a rigorosos requisitos de qualidade”. </p>
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<p>De acordo com <strong>Santana,</strong> o <strong>Hospital Sírio-Libanês</strong> atendeu com excelência a todos os requisitos, com residências médicas em <strong>mais de 10 especialidades, mais 400 leitos próprios,</strong> convênios <strong>com o SUS</strong>, estrutura de ensino, laboratórios modernos e um ambiente interdisciplinar que articula ensino, serviço e pesquisa. </p>
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<p>“Também quero lembrar que 10% do faturamento bruto do curso de medicina será destinado à estrutura de serviço, ações e programas de saúde do SUS. E 10% do total das vagas autorizadas serão de gratuidade para a seleção que a faculdade irá realizar. Mais do que formar médicos esta iniciativa se propõe a formar profissionais cidadãos com sólida formação científica, competência clínica, empatia, ética, liderança e compromisso com a justiça social”, finalizou o ministro.</p>
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