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Caso Gisele: tenente-coronel diz que filha dela pode ter causado marcas em pescoço

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<p>Morte de Gisele Alves Santana ocorreu no dia 18 de fevereiro em um apartamento no Brás&comma; região central de São Paulo<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">Divulgação &sol; Polícia Civil<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;02&sol;foto-jp-1-10-345x207&period;png"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;02&sol;foto-jp-1-10-750x450&period;png"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Gisele Alves Santana&comma; de 32 anos&comma; esposa de um tenente-coronel da PM&comma; encontrada morta<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>O tenente-coronel Geraldo Neto afirmou que a filha da soldado Gisele Alves Santana <strong>pode ter sido a responsável<&sol;strong> <strong>pelas marcas<&sol;strong> <strong>encontradas no corpo da policial militar<&sol;strong>&period; A vítima morreu após ser <strong>atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça<&sol;strong>&comma; e o oficial negou envolvimento no caso&period; A declaração foi concedida ao programa Domingo Espetacular&comma; da TV Record&comma; em entrevista veiculada no domingo &lpar;15&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O caso ocorreu no dia 18 de fevereiro em um apartamento no Brás&comma; região central de São Paulo&comma; e teve o registro inicial de suicídio&period; No entanto&comma; a Justiça determinou que a Polícia Civil investigue a morte sob a <strong>tipificação de feminicídio<&sol;strong>&period; A mudança na condução do inquérito aconteceu após os parentes da soldado relatarem um <strong>histórico de violência doméstica<&sol;strong>&period; A exumação do cadáver da vítima apontou <strong>lesões na face<&sol;strong> e no <strong>pescoço<&sol;strong>&comma; além de revelar sinais de pressão e escoriações provocadas por unhas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O marido <strong>negou a hipótese de estrangulamento<&sol;strong> ou <strong>agressão física<&sol;strong>&period; Ele disse que a filha de Gisele pode ter sido a autora das lesões&comma; justificando que a menina tinha o costume de se pendurar na policial&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Marcas que&comma; provavelmente&comma; foi a filha quem fez&comma; agarrada no pescoço da mãe&comma; que nem uma macaquinha que andava com a mãe grudada quando se cansava”&comma; detalhou o oficial&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Suposta relação abusiva<&sol;h2>&NewLine;<p>Durante a explicação sobre o convívio do casal&comma; o militar <strong>negou a existência de uma relação abusiva&comma; de traições ou de proibições<&sol;strong> quanto ao uso de maquiagens e roupas por parte da esposa&period; Segundo ele&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;tudo isso é uma narrativa mentirosa que estão construindo”&period; O tenente-coronel relatou que os dois dormiam em quartos separados desde julho do ano passado porque o <strong>relacionamento foi prejudicado<&sol;strong> por <strong>denúncias anônimas feitas<&sol;strong> contra ele na Corregedoria&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O oficial afirmou que as denúncias de assédio a militares eram uma <strong>retaliação de subordinados<&sol;strong> devido à sua <strong>cobrança por trabalho<&sol;strong>&comma; destacando que &OpenCurlyDoubleQuote;todas as denúncias foram apuradas e arquivadas”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sobre o fim do casamento&comma; ele informou que <strong>tentou oficializar o término três vezes<&sol;strong> nos meses de setembro&comma; outubro e novembro&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Essas datas foram marcadas no cartório&comma; e a Gisele não foi&period; Ela não queria se separar”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Dia da ocorrência<&sol;h2>&NewLine;<p>Questionado sobre a manhã da morte da policial&comma; o entrevistado explicou que <strong>entrou no quarto<&sol;strong> e <strong>comunicou a decisão de separação<&sol;strong>&period; A reação da soldada&comma; de acordo com ele&comma; foi <strong>empurrá-lo<&sol;strong> para fora do cômodo e <strong>bater a porta com força<&sol;strong>&period; O tenente-coronel disse que <strong>entrou no banho<&sol;strong> e&comma; logo em seguida&comma; <strong>escutou o disparo<&sol;strong>&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Eu ouvi o barulho&comma; abri o box&comma; abri a porta&comma; vi ela caída no chão”&comma; descreveu&period; Ele acrescentou que deixou a porta do apartamento aberta para garantir a transparência do cenário caso algum vizinho saísse no corredor&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a reportagem&comma; uma vizinha do casal relatou um intervalo de 29 minutos entre o barulho do tiro – 7h28 – e a ligação para o resgate – 7h57 -&period; O militar <strong>contestou essa informação<&sol;strong>&colon; &OpenCurlyDoubleQuote;Esses 29 minutos nunca existiram&period; Ela estava equivocada”&period; Ele disse que acionou a emergência &OpenCurlyDoubleQuote;no máximo em 10 a 20 segundos após ouvir os disparos”&period; Em relação aos relatos de que Giselle gritava com frequência no apartamento&comma; ele confirmou as discussões por ciúmes&comma; mas pontuou que Gisele &OpenCurlyDoubleQuote;não gritava por socorro”&comma; e sim porque &OpenCurlyDoubleQuote;se exaltava e me ofendia”&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Tenente-coronel contesta vídeo<&sol;h2>&NewLine;<div id&equals;"attachment&lowbar;2114806" style&equals;"width&colon; 496px" class&equals;"wp-caption alignnone" wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<p id&equals;"caption-attachment-2114806" class&equals;"wp-caption-text">Vídeo do tenente-coronel com uma arma apontada para a cabeça<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>O inquérito também apura um vídeo em que o tenente-coronel aparece com uma arma apontada para a própria cabeça e a ligação feita por ele a um desembargador logo após a morte da esposa&period; Sobre o vídeo&comma; ele disse que foi <strong>feito por Inteligência Artificial<&sol;strong>&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Sou eu&comma; mas eu não tô com arma e não tô chorando&period; Jamais teria uma arma na cabeça&period; Isso foi colocado através de inteligência artificial”&comma; justificou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Quanto ao telefonema a um desembargador após o ocorrido&comma; o tenente-coronel esclareceu que o <strong>oficial de Justiça<&sol;strong> <strong>é seu melhor amigo<&sol;strong> e que a chamada <strong>não teve o objetivo de buscar orientações jurídicas<&sol;strong> para encobrir um crime&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;caso-gisele-tenente-coronel-diz-que-filha-dela-pode-ter-causado-marcas-em-pescoco&period;html">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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