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<p>A soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça; inicialmente tipificado como suicídio, o caso mudou de classificação após histórico de discussão com marido </p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação / Polícia Civil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/02/foto-jp-1-10-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/02/foto-jp-1-10-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Gisele Alves Santana tinha 32 anos, e era esposa de um tenente-coronel da PM. <br /></span></div>
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<p data-start="0" data-end="355">A soldado da Polícia Militar <strong data-start="29" data-end="53">Gisele Alves Santana</strong>, de 32 anos, foi encontrada morta com<strong> um tiro na cabeça</strong> na última quarta-feira (18), no apartamento onde morava com o marido, no Brás, região central de São Paulo. Dias antes de morrer, <strong>a policial enviou mensagens a familiares pedindo ajuda.</strong> As informações foram divulgadas pelo Fantástico, da TV Globo.</p>
<p data-start="357" data-end="555">“Pai, vem me buscar porque eu não aguento mais”, escreveu <strong>Gisele</strong>, segundo parentes. De acordo com a família, ela <strong>enfrentava forte pressão no relacionamento e vinha demonstrando sinais de sofrimento.</strong></p>
<p data-start="557" data-end="919">Casada desde 2024 com o tenente-coronel da PM <strong data-start="603" data-end="630">Geraldo Leite Rosa Neto</strong>, Gisele foi socorrida após ser encontrada ferida, mas <strong>não resistiu</strong>. Ele afirmou que a esposa cometeu suicídio.</p>
<p data-start="921" data-end="1190">Parentes afirmam que a policial mudou de <strong>comportamento após o casamento</strong>. Segundo eles, Gisele teria se afastado da família e passado a viver sob restrições impostas pelo marido, incluindo proibições relacionadas ao uso de roupas, maquiagem e contato com outras pessoas.</p>
<p data-start="1192" data-end="1356">“Ela era uma menina bem cuidada, bem tratada, era uma menina feliz. Só que depois que ela ficou com ele, a alegria dela a gente viu que se apagou”, relatou uma tia de Gisele ao Fantástico.</p>
<p data-start="1358" data-end="1499">Segundo a reportagem, a família também afirma que <strong>a filha da policial, de 7 anos,</strong> teria presenciado discussões e episódios de violência psicológica dentro de casa.</p>
<h2 data-start="1358" data-end="1499"><strong>O que diz a SSP-SP</strong></h2>
<p>A Polícia Civil de São Paulo investiga as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana, de 32 anos, esposa de um tenente-coronel da Polícia Militar. O caso, registrado no 8º Distrito Policial, no Brás, sofreu uma alteração em sua tipificação: <strong>inicialmente classificado como “suicídio consumado”, o inquérito agora inclui a natureza de “morte suspeita”,</strong> o que amplia a conclusão da investigação para outras hipóteses, incluindo homicídio ou feminicídio.</p>
<p>De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a mudança na classificação do caso tem como objetivo “apurar as circunstâncias do óbito da vítima”, e diligências seguem em andamento para esclarecer os fatos.</p>
<p>Informações apuradas pela<strong> reportagem da Jovem Pan</strong> indicam que Gisele teria sido atingida por um disparo efetuado com a arma do próprio marido. Vizinhos relataram ter ouvido uma discussão entre o casal momentos antes do tiro.</p>
<p>O comportamento do oficial também passou a ser investigado. Pessoas próximas ao convívio do casal afirmam que o tenente-coronel demonstrava ciúmes excessivos, chegando a realizar visitas surpresa ao local de trabalho da esposa.</p>
<p>A ausência de uma carta de despedida e o perfil da vítima — descrita como uma mãe muito apegada à filha — são apontados como fatores que, somados ao histórico de conflitos conjugais e ao uso da arma do marido, levaram as autoridades a questionar a hipótese inicial de suicídio.</p>
<p>A Polícia Civil informou que continua ouvindo <strong>testemunhas e aguarda os laudos periciais para determinar a dinâmica exata da morte.</strong></p>
<p>A<strong> Jovem Pan</strong> tenta localizar a defesa do tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto. O espaço está aberto para manifestação.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/pm-de-sp-encontrada-morta-pediu-ajuda-antes-de-morrer-pai-vem-me-buscar.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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