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<p>Muitas pessoas recorrem ao café, aos energéticos ou a outras bebidas com cafeína para enfrentar a rotina após uma noite mal dormida. No entanto, um estudo realizado por pesquisadores da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://ufpr.br/" target="_blank" rel="noopener">Universidade Federal do Paraná</a> sugere que esse hábito pode aumentar a vulnerabilidade do organismo à enxaqueca.</p>
<p>A pesquisa, conduzida pelo Laboratório de Farmacologia da Dor Orofacial da instituição e publicada na revista científica <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://headachemedicine.com.br/hm" target="_blank" rel="noopener"><em>Headache</em></a>, mostrou que a combinação entre cafeína e privação de sono reduz a resistência do sistema nervoso ao desencadeamento de crises semelhantes à enxaqueca. O efeito foi observado em experimentos com ratos e se mostrou mais intenso nas fêmeas.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a associação desses dois fatores atua como um mecanismo de “preparação” para a dor, tornando o organismo mais sensível a estímulos que normalmente não provocariam uma crise.</p>
<figure id="attachment_10943" aria-describedby="caption-attachment-10943" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10943" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Mulheres apresentaram maior sensibilidade</strong></h4>
<p>De acordo com o estudo, as fêmeas apresentaram respostas mais intensas à combinação de cafeína e restrição de sono. Em alguns casos, a privação de sono ou o consumo isolado de cafeína já foram suficientes para aumentar a sensibilidade à dor.</p>
<p>Nos machos, por outro lado, os efeitos surgiram principalmente quando todos os fatores de risco foram combinados. Os resultados reforçam evidências já conhecidas de que a enxaqueca afeta mulheres com maior frequência e intensidade.</p>
<p>A professora Juliana Geremias Chichorro, coordenadora do laboratório e uma das autoras da pesquisa, destaca que a enxaqueca vai além de uma simples dor de cabeça.</p>
<blockquote>
<p><strong>“A enxaqueca não é uma simples dor de cabeça. É uma síndrome neurológica altamente incapacitante”</strong>, afirmou a pesquisadora.</p>
</blockquote>
<h4><strong>Como o estudo foi realizado</strong></h4>
<p>Para investigar a relação entre sono e cafeína, os cientistas utilizaram 320 ratos de laboratório. Os animais passaram por um protocolo de restrição parcial do sono durante três dias consecutivos. Em seguida, parte deles recebeu doses de cafeína equivalentes a um consumo elevado da substância.</p>
<p>Após essa etapa, os pesquisadores aplicaram substâncias capazes de desencadear respostas semelhantes às observadas em crises de enxaqueca. Os resultados mostraram que os animais submetidos à privação de sono e ao consumo de cafeína apresentaram maior sensibilidade à dor.</p>
<h4><strong>Cafeína não é vilã em todas as situações</strong></h4>
<p>Os autores ressaltam que os resultados não significam que a cafeína seja sempre prejudicial. Inclusive, a substância está presente em diversos medicamentos utilizados para o tratamento de dores de cabeça.</p>
<p>O principal achado do estudo é que o efeito da cafeína depende do contexto fisiológico do organismo. Quando o corpo já está fragilizado pela falta de sono, o consumo elevado da substância pode favorecer mecanismos associados à enxaqueca.</p>
<p>Além disso, a pesquisa sugere que a adenosina, neurotransmissor relacionado à sensação de cansaço e ao controle do sono, pode ser um elo importante entre a privação de sono e o aumento da vulnerabilidade às crises. A cafeína bloqueia a ação dessa substância, reduzindo a percepção do cansaço, mas também podendo aumentar a sensibilidade à dor em determinadas condições.</p>
<h4><strong>Próximos passos</strong></h4>
<p>Embora os testes tenham sido realizados em animais, os pesquisadores acreditam que os resultados podem orientar futuras investigações clínicas em humanos. O objetivo é compreender melhor como hábitos relacionados ao sono e ao consumo de cafeína influenciam o desenvolvimento e a intensidade das crises de enxaqueca.</p>
<p><strong data-start="4575" data-end="4585">Fonte:</strong> Universidade Federal do Paraná (UFPR) e revista científica <em data-start="4645" data-end="4655">Headache</em>.</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/cafe-apos-noites-mal-dormidas-pode-aumentar-risco-de-enxaqueca/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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