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Conheça a nova aliada no combate à enxaqueca crônica

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 4<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>A <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;bvsms&period;saude&period;gov&period;br&sol;enxaqueca&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">enxaqueca<&sol;a> é considerada uma das doenças neurológicas mais incapacitantes do mundo e&comma; ainda assim&comma; permanece subdiagnosticada e pouco compreendida no Brasil&period; De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde &lpar;OMS&rpar;&comma; cerca de 15&percnt; da população brasileira convive com o problema que&comma; por sua vez&comma; vai muito além de uma dor de cabeça comum&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além disso&comma; o impacto da doença é expressivo&period; Crises frequentes comprometem a produtividade&comma; afetam o convívio social e&comma; consequentemente&comma; colocam a enxaqueca entre as principais causas de afastamento do trabalho por motivos neurológicos&period;<&sol;p>&NewLine;<h5><strong>O que diferencia a enxaqueca de outros tipos de dor de cabeça<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Segundo a neurocirurgiã Dra&period; Ingra Souza&comma; que atua em cirurgias de crânio&comma; coluna e dor&comma; o primeiro grande desafio está no reconhecimento correto da doença&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h6>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A enxaqueca não é uma dor passageira&period; É uma condição neurológica crônica que provoca episódios de dor intensa&comma; acompanhados de sintomas como náusea&comma; sensibilidade à luz&comma; ruídos e até alterações visuais<&sol;strong>”&comma; explica&period;<&sol;h6>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Além disso&comma; a especialista ressalta a importância de diferenciar os tipos de cefaleia&period;<br &sol;>&OpenCurlyDoubleQuote;O primeiro passo é diferenciar a cefaleia tensional&comma; mais comum e leve&comma; da enxaqueca propriamente dita&comma; que costuma afetar apenas um lado da cabeça e apresentar caráter pulsátil&period;”<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;8260" aria-describedby&equals;"caption-attachment-8260" style&equals;"width&colon; 404px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-8260" class&equals;"wp-caption-text">Foto&colon; Freepik<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h5><strong>Tratamentos tradicionais ainda geram efeitos colaterais importantes<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Apesar dos avanços terapêuticos&comma; muitos pacientes ainda recorrem a medicamentos tradicionais que&comma; embora eficazes&comma; podem provocar efeitos colaterais relevantes&comma; como antidepressivos e anticonvulsivantes&period; Segundo a especialista&comma; esses fármacos podem causar ganho de peso&comma; sonolência e lentificação do pensamento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>É uma troca injusta&colon; o paciente melhora das crises&comma; mas perde vitalidade&comma; concentração e autoestima&period; Por isso&comma; é fundamental conhecer as opções terapêuticas mais recentes<&sol;strong>”&comma; afirma&period;<&sol;p>&NewLine;<h5><strong>Tratamento multimodal&colon; novas abordagens para controle da enxaqueca<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Diante desse cenário&comma; o tratamento multimodal tem ganhado cada vez mais espaço&comma; justamente por combinar diferentes estratégias voltadas à redução da dor e à melhoria da qualidade de vida&period; Entre as principais abordagens&comma; destacam-se as infiltrações anestésicas&comma; a aplicação de toxina botulínica &lpar;Botox®&rpar; e o uso de imunobiológicos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Esses medicamentos de última geração foram desenvolvidos para bloquear substâncias diretamente associadas à dor da enxaqueca&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Essas terapias oferecem controle mais duradouro e menos efeitos adversos&comma; o que&comma; consequentemente&comma; aumenta a adesão do paciente ao tratamento<&sol;strong>”&comma; destaca a Dra&period; Ingra&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;8261" aria-describedby&equals;"caption-attachment-8261" style&equals;"width&colon; 392px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-8261" class&equals;"wp-caption-text">Foto&colon; Freepik<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h5><strong>Imunobiológicos&colon; eficácia comprovada&comma; mas acesso limitado<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Os imunobiológicos&comma; por sua vez&comma; são administrados por via subcutânea e atuam diretamente sobre o peptídeo relacionado ao gene da calcitonina &lpar;CGRP&rpar;&comma; molécula envolvida no desencadeamento das crises&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Embora a eficácia já tenha sido comprovada em estudos clínicos&comma; o custo elevado e a ausência de incorporação pelo Sistema Único de Saúde &lpar;SUS&rpar; ainda limitam o acesso&period;<br &sol;>&OpenCurlyDoubleQuote;A tecnologia é segura e eficaz&comma; mas o desafio é torná-la acessível&period; Não é razoável que o alívio da dor dependa da condição financeira do paciente”&comma; avalia&period;<&sol;p>&NewLine;<h5><strong>Enxaqueca tem cura&quest; Especialista esclarece<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Outra dúvida frequente entre pessoas que convivem com a doença diz respeito à possibilidade de cura&period; Nesse sentido&comma; a resposta é clara&colon; a enxaqueca não tem cura&comma; porém pode ser controlada&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O objetivo é reduzir a frequência e a intensidade das crises&period; Muitos pacientes conseguem ficar longos períodos sem dor&comma; desde que sigam um plano terapêutico adequado”<&sol;strong>&comma; afirma a neurocirurgiã&period;<&sol;p>&NewLine;<h5><strong>Gatilhos da enxaqueca&colon; identificar é parte do tratamento<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Além do tratamento medicamentoso&comma; a identificação dos gatilhos cotidianos é uma etapa essencial do cuidado&period; Fatores como estresse&comma; sono irregular&comma; jejum prolongado&comma; consumo excessivo de cafeína&comma; estímulos luminosos intensos e alterações hormonais estão entre os principais desencadeadores das crises&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O autoconhecimento é parte do tratamento&period; Evitar os gatilhos pode reduzir significativamente os episódios de dor”&comma; orienta a médica&period;<&sol;p>&NewLine;<h5><strong>Por que a enxaqueca afeta mais as mulheres&quest;<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>As mulheres&comma; por outro lado&comma; são as mais afetadas pela enxaqueca&period; Segundo especialistas&comma; essa predominância está relacionada às oscilações hormonais do estrogênio&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h6>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Durante o ciclo menstrual&comma; essas variações alteram a sensibilidade dos vasos cerebrais&period; É por isso que muitas pacientes relatam piora das crises nesse período”&comma; explica a Dra&period; Ingra&period;<&sol;strong><&sol;h6>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h5><strong>Diagnóstico da enxaqueca ainda é um desafio clínico<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Entretanto&comma; o diagnóstico ainda representa um desafio relevante&period; Embora exames de imagem&comma; como tomografia e ressonância magnética&comma; auxiliem na exclusão de outras condições&comma; não existe um exame específico capaz de confirmar a enxaqueca&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Assim&comma; o diagnóstico é clínico e depende&comma; sobretudo&comma; de uma escuta qualificada e de uma avaliação criteriosa&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Muitos pacientes buscam um exame que mostre o problema&comma; mas a enxaqueca é identificada por meio da história clínica e dos sintomas relatados”&comma; reforça a especialista&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Resultados dos tratamentos modernos surgem em poucas semanas<&sol;strong><br &sol;>Nos tratamentos mais modernos&comma; os resultados costumam surgir de forma relativamente rápida&period; A<a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;revistas&period;ifmsabrazil&period;org&sol;eventos&sol;article&sol;view&sol;1354" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener"> aplicação de toxina botulínica<&sol;a>&comma; por exemplo&comma; pode começar a apresentar efeito em até duas semanas e&comma; posteriormente&comma; reduzir a frequência das crises em até 50&percnt; após três meses&period; Já os imunobiológicos&comma; por sua vez&comma; tendem a demonstrar melhora significativa a partir do segundo mês de uso contínuo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Por fim&comma; a dimensão emocional da doença não deve ser negligenciada&period; A dor crônica associada à enxaqueca está relacionada a índices mais elevados de ansiedade e depressão&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h6><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Muitos pacientes relatam culpa&comma; irritabilidade e isolamento&period; Controlar a dor significa recuperar a vida social e profissional”<&sol;strong>&comma; observa a Dra&period; Ingra Souza&period;<&sol;h6>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Para a especialista&comma; o avanço das terapias representa mais do que uma evolução técnica&period; Trata-se&comma; sobretudo&comma; de uma mudança na forma de compreender a doença&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Durante anos&comma; as pessoas naturalizaram a dor de cabeça&period; Hoje sabemos que a enxaqueca é uma doença real&comma; com tratamento&comma; impacto social e emocional profundo&period; Reconhecer isso é o primeiro passo para devolver autonomia e qualidade de vida aos pacientes”&comma; conclui&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;conheca-a-nova-aliada-no-combate-a-enxaqueca-cronica&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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