<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 3.0.4 -->
<div class="quads-location quads-ad1" id="quads-ad1" style="float:none;margin:0px;">

</div>
<p></p>
<div>
					<span class="span-reading-time rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura: </span> <span class="rt-time"> 3</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span></p>
<p>A resistência aos antimicrobianos é considerada um dos maiores desafios da saúde global. Por isso, pesquisadores buscam alternativas capazes de reduzir o uso de antibióticos na medicina, na veterinária e na produção animal. Nesse contexto, uma pesquisa da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ufrpe.br/" target="_blank" rel="noopener">Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)</a> investiga o potencial do leite de jumenta como fonte natural de compostos antimicrobianos para aplicações na reprodução animal.</p>
<p>Coordenado pelo professor Gustavo Ferrer Carneiro, o estudo avalia o uso do leite de jumenta na formulação de diluentes utilizados na conservação de sêmen equino. Além disso, o objetivo é substituir ou reduzir os antibióticos tradicionalmente adicionados a esses produtos, aproveitando as propriedades naturais presentes no leite.</p>
<p>Além disso, a proposta busca desenvolver protocolos de conservação de sêmen mais sustentáveis e alinhados às estratégias globais de enfrentamento da resistência aos antimicrobianos.</p>
<blockquote>
<p><strong>“O desenvolvimento de alternativas naturais ao uso de antimicrobianos é uma necessidade crescente em todo o mundo. O leite de jumenta reúne características únicas que podem contribuir para esse objetivo e, ao mesmo tempo, abrir novas possibilidades de inovação na reprodução animal”</strong>, destaca o professor Gustavo Ferrer.</p>
</blockquote>
<figure id="attachment_11720" aria-describedby="caption-attachment-11720" style="width: 234px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-11720" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Compostos naturais ampliam o potencial do leite</strong></h4>
<p>Um dos principais diferenciais do leite de jumenta é a elevada concentração de lisozima, enzima reconhecida pela ação antimicrobiana contra diferentes grupos de bactérias. Ao mesmo tempo, estudos investigam seus efeitos anti-inflamatórios e imunomoduladores.</p>
<p>Além da lisozima, o alimento contém lactoferrina, lactoperoxidase, imunoglobulinas e peptídeos bioativos. Dessa forma, o conjunto desses compostos amplia o interesse científico pelo leite de jumenta para aplicações farmacêuticas, nutracêuticas e biotecnológicas.</p>
<p>A startup Biofrevo, incubada na UFRPE, desenvolve a pesquisa e cria soluções voltadas à reprodução e à multiplicação genética de equídeos. Paralelamente, o projeto integra uma linha mais ampla de estudos sobre o aproveitamento tecnológico do leite de jumenta. Entre as frentes de pesquisa estão a qualidade do leite, o manejo dos animais e o desenvolvimento de novos produtos.</p>
<h4><strong>Chocolate funcional também está entre os projetos</strong></h4>
<p>Além das aplicações na reprodução animal, os pesquisadores avaliam o uso do leite de jumenta como ingrediente para alimentos funcionais. Entre as iniciativas está a criação de um chocolate enriquecido com leite de jumenta, que combina os compostos bioativos do leite com os antioxidantes naturalmente presentes no cacau.</p>
<p>Além da inovação tecnológica, Gustavo Ferrer afirma que o projeto também busca gerar impactos econômicos e sociais.</p>
<blockquote>
<p><strong>“Nosso objetivo é contribuir para a estruturação de uma cadeia produtiva capaz de gerar novas oportunidades de renda para pequenos produtores, estimular a conservação do jumento nordestino e transformar o conhecimento científico desenvolvido nas universidades em soluções inovadoras com impacto econômico, social e ambiental”,</strong> afirma.</p>
</blockquote>
<figure id="attachment_11721" aria-describedby="caption-attachment-11721" style="width: 338px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-11721" class="wp-caption-text">Imagem; Divulgação</figcaption></figure>
<h4><strong>Cooperação internacional fortalece a pesquisa</strong></h4>
<p>A pesquisa também avança por meio de parcerias internacionais. Em 2026, pesquisadores da UFRPE e da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://ufape.edu.br/" target="_blank" rel="noopener">Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE)</a> realizaram uma missão técnico-científica à China. Durante a visita, eles estabeleceram cooperação com a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://en.cau.edu.cn/" target="_blank" rel="noopener">China Agricultural University (CAU)</a>, uma das principais instituições de pesquisa agropecuária da Ásia.</p>
<p>Com isso, as equipes ampliaram o intercâmbio de conhecimentos sobre produção de leite asinino, tecnologias de processamento e aplicações biotecnológicas. Além disso, a parceria fortalece a cooperação científica e amplia as perspectivas para o desenvolvimento de soluções inovadoras no Brasil.</p>
</p></div>
<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/ufrpe-investiga-leite-de-jumenta-para-reduzir-uso-de-antibioticos/">Fonte: Clique aqui</a></p>


Com os registros, o número de pessoas em remissão sustentada da doença no mundo passou…
Em meio ao processo de reestruturação da instituição financeira após a crise com o Banco…
O governo brasileiro apresentou nesta segunda-feira (27) um pedido de consultas aos Estados Unidos no…
O Bahia conquistou mais um importante triunfo no Brasileirão Feminino A-1. Pela 13ª rodada, as…
Tempo de Leitura: 3 minutosCom a chegada dos dias mais frios, cresce a incidência de…
A realização da festa de aniversário do deputado federal José Rocha (União Brasil) em pleno…