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<p data-start="316" data-end="697">O <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Tribunal Superior Eleitoral (TSE) </span></span>decidiu, por unanimidade, rejeitar o recurso apresentado pela ex-deputada federal <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Silvia Waiãpi</span></span> e confirmou a cassação de seu mandato. A decisão reforça o entendimento já adotado pelo <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP)</span></span>, que havia identificado irregularidades no uso de recursos públicos durante a campanha de 2022.</p>
<p data-start="699" data-end="1053">De acordo com o processo, a parlamentar utilizou cerca de R$ 9 mil provenientes do Fundo Especial de Financiamento de Campanha para custear um procedimento estético em um consultório odontológico em Macapá. A prática foi considerada incompatível com a finalidade dos recursos eleitorais, que devem ser destinados exclusivamente às atividades de campanha.</p>
<p data-start="1055" data-end="1377">Além do uso indevido da verba, o plenário do TSE apontou a emissão de documento fiscal com informações inverídicas para encobrir a despesa. A conduta, segundo a Corte, teve como objetivo dificultar a fiscalização da Justiça Eleitoral, caracterizando violação aos princípios da transparência e da moralidade administrativa.</p>
<p data-start="1379" data-end="1687">O relator do caso, ministro <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">André Mendonça</span></span>, destacou que ficou comprovado o desvio de finalidade no uso dos recursos públicos. Para ele, a utilização de verba eleitoral em benefício pessoal compromete a lisura do processo democrático e afeta a legitimidade do mandato obtido nas urnas.</p>
<p data-start="1689" data-end="1960">A manifestação da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Procuradoria-Geral da República</span></span> também foi decisiva no julgamento. O órgão sustentou que houve comprovação, com base em documentos e depoimentos, do uso irregular do fundo eleitoral, o que fundamentou a representação por gasto ilícito de campanha.</p>
<p data-start="1962" data-end="2282" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Com a decisão, a Justiça Eleitoral determinou a anulação dos votos recebidos pela ex-deputada, além da recontagem dos quocientes eleitoral e partidário para redistribuição da vaga. O caso reforça o entendimento do TSE sobre a necessidade de rigor na aplicação de recursos públicos e no cumprimento das regras eleitorais.</p>
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<p><a href="https://acessepolitica.com.br/noticia/175405/tse-caca-mandado-de-silvia-waiapi-por-uso-irregular-de-verba-de-campanha-em-procedimento-estetico">Fonte: Clique aqui</a></p>


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