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<p>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/secom/pt-br/acesso-a-informacao/comunicabr/dia-internacional-da-mulher" target="_blank" rel="noopener">Dia Internacional da Mulher</a>, celebrado em 8 de março, é marcado pela luta histórica por direitos, equidade e respeito. Além disso, no campo da saúde, esse debate também envolve o reconhecimento do sofrimento psíquico feminino.</p>
<p>Especialistas chamam atenção para a depressão em mulheres, que nem sempre se manifesta de forma clássica. Por esse motivo, em muitos casos, os sinais podem passar despercebidos ou ser interpretados de maneira equivocada.</p>
<p>Fadiga intensa, irritabilidade, alterações no sono e no apetite, além de dores físicas sem causa aparente, por exemplo, são frequentemente atribuídas à rotina intensa, à maternidade ou às múltiplas responsabilidades. Consequentemente, esse processo contribui para a normalização do sofrimento emocional e, assim, para o adiamento da busca por cuidados em saúde mental.</p>
<figure id="attachment_8402" aria-describedby="caption-attachment-8402" style="width: 361px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8402" class="wp-caption-text">Imagem: Freepik</figcaption></figure>
<p>Segundo o médico psiquiatra Dr. Guido Boabaid May, fundador da GnTech, fatores biológicos, hormonais e sociais ajudam a explicar essas diferenças na apresentação clínica. “<strong>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao" target="_blank" rel="noopener">depressão</a> feminina muitas vezes se manifesta com sintomas atípicos, como hipersonia, aumento do apetite, culpa excessiva e sintomas somáticos. Dessa forma, o quadro pode ficar mascarado e, muitas vezes, ser interpretado apenas como cansaço ou estresse</strong>”, afirma.</p>
<h5><strong>Diante desse cenário, o especialista destaca quatro sinais que merecem atenção.</strong></h5>
<p><strong>1. Esgotamento persistente que não melhora com descanso</strong></p>
<p>Quando a sensação de cansaço é profunda, contínua e acompanhada de desânimo, perda de prazer e dificuldade de concentração, pode indicar um quadro depressivo. Além disso, esse esgotamento tende a interferir diretamente na rotina e na qualidade de vida.</p>
<p>“Não se trata de um cansaço comum, mas de um esgotamento que persiste mesmo após pausas e férias, além de estar associado a alterações importantes no humor e na motivação”, explica o médico.</p>
<p><strong>2. Oscilações emocionais associadas a fases hormonais</strong></p>
<p>Períodos como ciclo menstrual, gestação, pós-parto e menopausa podem aumentar a vulnerabilidade para quadros depressivos. Isso acontece porque, em muitas situações, as mudanças hormonais influenciam diretamente o funcionamento do organismo.<br />“As oscilações hormonais influenciam neurotransmissores ligados ao humor e à resposta ao estresse. Assim, para algumas mulheres, essas transições funcionam como gatilhos para episódios depressivos recorrentes”, destaca.</p>
<p><strong>3. Culpa excessiva e sensação constante de incapacidade</strong></p>
<p>Outro sinal importante é a presença de autocrítica intensa, sensação de não dar conta das responsabilidades e ruminação frequente de pensamentos negativos. Além disso, esses sintomas são comuns na depressão feminina e, muitas vezes, acabam sendo ignorados ou minimizados.</p>
<p><strong>“Muitas mulheres internalizam o sofrimento, sentem culpa por não conseguirem manter o desempenho esperado e, com o tempo, passam a acreditar que precisam lidar sozinhas com isso”,</strong> afirma.</p>
<p><strong>4. Dificuldade em buscar ajuda profissional</strong></p>
<p><span style="font-size: 16px;">O atraso no diagnóstico também está relacionado à normalização do sofrimento feminino e ao receio de parecer fraca ou não ser compreendida. Como resultado, muitas mulheres demoram a procurar apoio especializado.</span></p>
<p>“<strong>Existe uma cultura que incentiva a mulher a priorizar os outros e minimizar os próprios sintomas. Por isso, muitas procuram tratamento apenas quando o quadro já está mais grave e impactando significativamente a qualidade de vida</strong>”, alerta.</p>
<figure id="attachment_8403" aria-describedby="caption-attachment-8403" style="width: 357px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8403" class="wp-caption-text">Imagem: Freepik</figcaption></figure>
<p>O Dia Internacional da Mulher também deve ser um convite à atenção aos sinais emocionais e à busca por cuidado. Ao mesmo tempo, falar sobre saúde mental contribui para ampliar o acesso à informação e reduzir estigmas.</p>
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<h6>“<strong>A depressão tem tratamento eficaz, baseado em evidências científicas. Quanto mais cedo ele começa, maiores são as chances de recuperação. Cuidar da saúde mental é um ato de responsabilidade consigo mesma e, além disso, falar sobre o tema é uma forma importante de prevenção e redução do estigma</strong>”, conclui o Dr. Guido Boabaid May.</h6>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/nem-sempre-e-so-cansaco-quatro-sinais-de-depressao-feminina-que-merecem-atencao/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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