Categories: Saúde

Jovens e mulheres estão nos grupos de risco

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 4<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>O cenário das emergências cardiológicas mudou de forma significativa nos últimos anos&period; A imagem clássica do paciente enfartando&comma; tradicionalmente associada a um homem idoso com dor intensa no peito&comma; vem sendo&comma; gradualmente&comma; substituída por um perfil mais jovem e&comma; cada vez mais&comma; feminino&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com dados recentes da Organização Mundial da Saúde &lpar;OMS&rpar; e da <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;portal&period;cardiol&period;br&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Sociedade Brasileira de Cardiologia &lpar;SBC&rpar;<&sol;a>&comma; enquanto a mortalidade cardíaca em idosos apresenta relativa estabilidade&comma; sobretudo devido aos avanços no tratamento e na prevenção&comma; os índices entre jovens de 18 a 39 anos cresceram cerca de 10&percnt; na última década&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;8441" aria-describedby&equals;"caption-attachment-8441" style&equals;"width&colon; 374px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-8441" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Freepik<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p>Além disso&comma; especialistas observam que houve uma mudança importante nos fatores de risco&period; Hoje&comma; comportamentos relacionados ao estilo de vida contemporâneo têm contribuído diretamente para o aumento de eventos cardiovasculares em grupos que&comma; até pouco tempo atrás&comma; eram considerados de menor risco&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para Isa Bragança&comma; cardiologista e fundadora da Clínica Cardiomex&comma; esse fenômeno não ocorre por acaso&period; Pelo contrário&comma; ele reflete transformações profundas na rotina e nos hábitos da população&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Estamos colhendo os frutos de uma geração que não consegue mais dormir&comma; vivendo sob estresse crônico&comma; lidando com novos fatores de risco e que ignoram o histórico familiar”<&sol;strong>&comma; alerta&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h5><strong>A armadilha dos sintomas femininos<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Ao mesmo tempo&comma; outro desafio crescente na cardiologia é o reconhecimento do <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;bvsms&period;saude&period;gov&period;br&sol;ataque-cardiaco-infarto&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">infarto<&sol;a> em mulheres&period; Diferentemente do que ocorre com os homens&comma; os sinais podem se manifestar de maneira menos evidente&comma; o que&comma; consequentemente&comma; dificulta o diagnóstico rápido&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com o relatório Heart Disease and Stroke Statistics 2024&comma; da American Heart Association &lpar;AHA&rpar;&comma; as mulheres têm 50&percnt; mais chances de receber um diagnóstico inicial incorreto após um ataque cardíaco quando comparadas aos homens&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Esse cenário ocorre&comma; principalmente&comma; porque os <strong>sintomas femininos podem fugir do padrão clássico da dor intensa no peito&period;<&sol;strong> Assim&comma; muitas vezes&comma; os sinais são interpretados como problemas menos graves ou até mesmo como estresse do cotidiano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O coração feminino dá sinais de alerta de forma diferente”&comma; explica a cardiologista&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Enquanto eles&comma; geralmente apresentam a clássica e aguda dor no peito que irradia para o braço esquerdo&comma; nelas o infarto pode ser silencioso ou com sintomas atípicos como enjoo ou indigestão constante&comma; dor na mandíbula&comma; dificuldade para respirar ou uma fadiga repentina&comma; o que muitas vezes leva a paciente a acreditar que é simplesmente estresse&period; Essa confusão sintomática atrasa a procura pelo hospital&comma; reduzindo as chances de sucesso na desobstrução das artérias<&sol;strong>”&comma; completa a médica&period;<&sol;p>&NewLine;<h5><strong>Vapes&comma; energéticos e a geração Z<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Se&comma; por um lado&comma; para as mulheres o principal risco está no diagnóstico tardio&comma; por outro&comma; entre os jovens o problema costuma estar associado à falsa sensação de invulnerabilidade combinada a hábitos prejudiciais à saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nos últimos anos&comma; por exemplo&comma; o uso de dispositivos eletrônicos para fumar&comma; conhecidos como vapes&comma; e o consumo frequente de bebidas energéticas passaram a chamar a atenção da comunidade médica&period; Isso porque essas substâncias podem provocar efeitos imediatos no sistema cardiovascular&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;8442" aria-describedby&equals;"caption-attachment-8442" style&equals;"width&colon; 365px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-8442" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Freepik<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p>Estudos publicados no Journal of the American College of Cardiology indicam que a alta concentração de nicotina e outras substâncias químicas presentes nesses dispositivos pode provocar enrijecimento das artérias e inflamação do endotélio&comma; camada interna responsável pela saúde dos vasos sanguíneos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além disso&comma; quando associados ao consumo de estimulantes&comma; esses produtos podem potencializar riscos cardiovasculares&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Não é incomum atendermos jovens sem qualquer histórico de colesterol alto apresentando espasmos coronários graves após terem consumido estimulantes e vapes juntos<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; afirma a especialista&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h5><strong>Prevenção começa cada vez mais cedo<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Diante desse novo panorama&comma; a Sociedade Brasileira de Cardiologia tem reforçado&comma; cada vez mais&comma; a importância de antecipar o acompanhamento preventivo&period; Se anteriormente a recomendação era iniciar o check-up cardiovascular por volta dos 40 anos&comma; atualmente especialistas sugerem que a primeira triagem completa seja realizada a partir dos 20 anos&comma; especialmente quando há exposição a fatores de risco modernos ou histórico familiar de doenças cardíacas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além disso&comma; mudanças simples no estilo de vida continuam sendo fundamentais para reduzir riscos e aumentar a longevidade&period; A cardiologista Isa Bragança ressalta que a principal estratégia continua sendo a educação em saúde e a conscientização da população&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Precisamos que as mulheres entendam como estão usando seus corpos&comma; e que os jovens entendam que seus corações não são invencíveis&period; Os smartwatches oferecem ferramentas valiosas para monitoramento&comma; mas nada substitui o olhar clínico de um especialista e a mudança de hábitos na vida real<&sol;strong>”&comma; ela conclui&period;<&sol;p>&NewLine;<h5><strong>Sinais de alerta que muitas mulheres ignoram<&sol;strong><&sol;h5>&NewLine;<p>Entre os sintomas que podem indicar um infarto em mulheres&comma; especialistas destacam&colon;<&sol;p>&NewLine;<p>• <strong>Fadiga extrema sem causa aparente&semi;<&sol;strong><br &sol;><strong>• Desconforto na parte superior das costas ou no pescoço&semi;<&sol;strong><br &sol;><strong>• Náuseas e tonturas súbitas&semi;<&sol;strong><br &sol;><strong>• Pressão no peito que aparece e desaparece&comma; sem necessariamente causar dor intensa&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Portanto&comma; reconhecer esses sinais precocemente e procurar atendimento médico imediato pode ser decisivo&period; Afinal&comma; quanto mais rápido ocorre o diagnóstico e o tratamento&comma; maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de complicações graves&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;o-novo-rosto-do-infarto-jovens-e-mulheres-estao-entre-os-principais-grupos-de-risco-em-2026&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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