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Por que tantas mulheres ainda sofrem por anos sem diagnóstico do lipedema?

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 3<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>Pernas sempre inchadas&comma; dores constantes ao toque e uma gordura que não desaparece mesmo após dietas e exercícios&period; Por trás desses sinais&comma; muitas vezes interpretados como excesso de peso ou celulite&comma; pode estar o <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;sbacv&period;org&period;br&sol;lipedema&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">lipedema<&sol;a>&comma; doença inflamatória crônica reconhecida pela Organização Mundial da Saúde &lpar;OMS&rpar; em 2019&comma; mas que ainda permanece desconhecida até mesmo por profissionais da saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar de atingir até 12&percnt; das mulheres brasileiras&comma; segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular &lpar;SBACV&rpar;&comma; o lipedema costuma ser diagnosticado tardiamente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A maioria das pacientes passa mais de uma década ouvindo que precisa apenas emagrecer&period; Nesse intervalo&comma; além da dor física&comma; acumulam-se frustrações&comma; baixa autoestima e&comma; muitas vezes&comma; danos funcionais graves<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; alerta a fisioterapeuta Dra&period; Mariana Milazzotto&comma; mestre em Ciências Médicas e especialista em reabilitação funcional do lipedema&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Sintomas silenciosos&comma; sofrimento invisível<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>A doença é caracterizada por um acúmulo anormal e simétrico de gordura nas pernas e&comma; em alguns casos&comma; nos braços&period; O <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;unifal-mg&period;edu&period;br&sol;histologiainterativa&sol;tecido-adiposo&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">tecido adiposo<&sol;a> é doloroso ao toque&comma; há hematomas espontâneos&comma; sensação de peso e inchaço ao fim do dia&comma; sintomas que&comma; embora recorrentes&comma; costumam ser tratados com superficialidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Foi o que aconteceu com Thaise Guidini&comma; 36 anos&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Sempre tive as pernas desproporcionais ao resto do corpo&period; Eu sentia dor&comma; inchaço e vivia com hematomas&comma; mas os médicos diziam que era só gordura&period; Fiz dieta&comma; academia&comma; drenagem&comma; nada resolvia&period; Só descobri o lipedema por um vídeo no TikTok&period; Foi ali que minha ficha caiu<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; conta&period; Thaise hoje convive com o diagnóstico de lipedema grau 1 e faz acompanhamento clínico para controle da progressão&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Quando o corpo não responde<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>O desconhecimento sobre a condição faz com que muitas mulheres recorram a cirurgias ou tratamentos estéticos sem sucesso&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Um dos grandes perigos é submeter o corpo a intervenções estéticas sem o diagnóstico correto&period; Isso pode agravar a inflamação&comma; causar lesões nos tecidos e comprometer a mobilidade<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; afirma a Dra&period; Mariana&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>A jornalista Christiane Coelho viveu essa experiência&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Fiz lipoescultura&comma; massagem modeladora&comma; dieta… nada resolvia&period; Depois da gravidez de gêmeas&comma; o culote virou uma bola&period; Cheguei a ouvir que meu joelho era &OpenCurlyQuote;de obesa’&period; O alívio veio com o diagnóstico&period; Foi como entender que eu não estava louca ou relaxada com meu corpo<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; relata&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A especialista explica que esse é um padrão comum entre mulheres com lipedema&colon;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Elas relatam dor ao deitar em colchonetes&comma; hematomas sem motivo&comma; sensação de estar &OpenCurlyQuote;apanhando por dentro’&period; São sinais que precisam ser ouvidos com atenção clínica<&sol;strong>&period;”<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h4><strong>Diagnóstico ainda distante da realidade<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Segundo a Dra&period; Mariana&comma; o diagnóstico do lipedema é clínico&comma; baseado na observação de sintomas e na exclusão de outras condições&comma; como obesidade&comma; celulite ou <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;msdmanuals&period;com&sol;pt&sol;casa&sol;dist&percnt;C3&percnt;BArbios-do-cora&percnt;C3&percnt;A7&percnt;C3&percnt;A3o-e-dos-vasos-sangu&percnt;C3&percnt;ADneos&sol;dist&percnt;C3&percnt;BArbios-do-sistema-linf&percnt;C3&percnt;A1tico&sol;linfedema" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">linfedema<&sol;a>&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Não há um exame laboratorial que confirme o lipedema&period; O que existe é um protocolo de avaliação baseado em critérios bem estabelecidos&colon; padrão anatômico do acúmulo de gordura&comma; dor&comma; hematomas e histórico familiar<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; explica&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A barreira&comma; no entanto&comma; está na formação profissional&period; A doença não faz parte da grade curricular da maioria dos cursos de graduação&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Hoje&comma; infelizmente&comma; é o TikTok que tem alertado mais mulheres do que os consultórios&period; Isso mostra o tamanho da lacuna entre a vivência da paciente e o preparo do sistema de saúde<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; afirma a fisioterapeuta&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Tratamento não é estético&comma; é funcional<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>O tratamento envolve fisioterapia especializada&comma; uso de meias de compressão&comma; alimentação anti-inflamatória&comma; atividade física de baixo impacto e&comma; em casos avançados&comma; lipoaspiração com equipe multidisciplinar&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Não se trata de estética&period; O foco é devolver à mulher sua mobilidade&comma; aliviar a dor e permitir que ela tenha qualidade de vida&period; O antes e depois não é de aparência&comma; é de funcionalidade<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Christiane confirma&colon; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Depois que passei a me cuidar com o olhar certo&comma; com fisioterapia e acompanhamento&comma; as dores diminuíram&comma; minha autoestima voltou&period; Não é sobre ser magra&period; É sobre poder andar&comma; subir escada&comma; se vestir sem dor<&sol;strong>&period;”<&sol;p>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Caminho pela informação<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>O número de diagnósticos tende a crescer à medida que mais mulheres reconhecem os sinais e compartilham suas histórias&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Ainda estamos no começo&comma; mas esse movimento é urgente&period; O lipedema é uma doença real&comma; com impactos reais&comma; que precisa sair da invisibilidade e ser tratado com a seriedade que merece<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; finaliza a Dra&period; Mariana&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;por-que-tantas-mulheres-ainda-sofrem-por-anos-sem-diagnostico-do-lipedema&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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