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<p>Embora muita gente ainda associe infartos e problemas cardíacos aos homens, as doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte entre as mulheres no Brasil. Dados da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.portal.cardiol.br/" target="_blank" rel="noopener">Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)</a> mostram que esses quadros matam uma em cada três brasileiras por ano, superando até mesmo os índices de diversos tipos de câncer.</p>
<p>Especialistas alertam que a prevenção da saúde do coração nas mulheres precisa ir além dos cuidados tradicionais. Além de fatores como sedentarismo, má alimentação e<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/causas-e-prevencao-do-cancer/tabagismo/" target="_blank" rel="noopener"> tabagismo</a>, questões hormonais e emocionais também exercem forte impacto sobre o sistema cardiovascular feminino.</p>
<p>De acordo com a cardiologista Raquel Almeida, da Hapvida, um dos maiores desafios ainda está relacionado à rotina intensa enfrentada por muitas mulheres. <strong>“Elas costumam assumir múltiplas responsabilidades dentro e fora de casa e, por isso, acabam deixando a própria saúde em segundo plano. O problema é que a hipertensão costuma ser silenciosa”</strong>, explica.</p>
<figure id="attachment_10220" aria-describedby="caption-attachment-10220" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10220" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Alterações hormonais exigem acompanhamento mais atento</strong></h4>
<p>Segundo especialistas, algumas fases da vida da mulher exigem atenção redobrada à saúde cardiovascular. O uso de contraceptivos hormonais, a gravidez, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://vivaosus.com/ovario-policistico" target="_blank" rel="noopener">síndrome dos ovários policísticos</a> e a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://vivaosus.com/menopausa" target="_blank" rel="noopener">menopausa</a> podem aumentar os riscos de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hipertensao" target="_blank" rel="noopener">hipertensão</a>, infarto e<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/avc" target="_blank" rel="noopener"> AVC.</a></p>
<p>Além disso, a pressão alta muitas vezes não apresenta sintomas no início, o que dificulta o diagnóstico precoce. Como consequência, muitas pacientes descobrem o problema apenas após complicações mais graves.</p>
<p>Raquel Almeida destaca que fatores como anticoncepcionais, reposição hormonal e altos níveis de estresse podem influenciar diretamente a pressão arterial. Por isso, medir a pressão regularmente e manter acompanhamento médico se torna essencial, principalmente após os 40 anos ou durante a menopausa.</p>
<p>Durante a gravidez, o cuidado também deve ser intensificado. Quadros como a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bvsms.saude.gov.br/pre-eclampsia-eclampsia/" target="_blank" rel="noopener">pré-eclâmpsia</a> representam riscos importantes tanto para a mãe quanto para o bebê e exigem acompanhamento rigoroso no pré-natal.</p>
<figure id="attachment_10221" aria-describedby="caption-attachment-10221" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10221" class="wp-caption-text">Imagem; Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Pequenas mudanças ajudam a proteger o coração</strong></h4>
<p>Apesar dos números preocupantes, especialistas reforçam que grande parte das doenças cardiovasculares pode ser evitada com hábitos saudáveis mantidos ao longo da vida.</p>
<p>A <strong>prática regular de atividade física</strong>, por exemplo, ajuda no controle da pressão arterial, do colesterol e da glicemia. Além disso, reduzir o consumo de sal, melhorar a qualidade do sono e cuidar da saúde mental também fazem diferença na prevenção.</p>
<blockquote>
<p>Para a cardiologista, o principal alerta é não esperar sintomas aparecerem para buscar ajuda médica. <strong>“A prevenção é construída diariamente. Quanto mais cedo a mulher passa a olhar para a própria saúde com atenção, maiores são as chances de evitar complicações no futuro”</strong>, conclui.</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/pequenas-escolhas-diarias-podem-proteger-o-coracao-das-mulheres/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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