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Nem todo colesterol alto está relacionado à alimentação

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 4<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>Nem todo colesterol alto está relacionado à alimentação inadequada ou ao sedentarismo&period; Em muitos casos&comma; a causa pode estar no DNA&period; A hipercolesterolemia familiar&comma; por exemplo&comma; é uma condição genética ainda pouco diagnosticada que aumenta o risco de eventos cardiovasculares precoces&comma; muitas vezes antes dos 40 anos&period; Por isso&comma; identificar a doença o quanto antes pode mudar o curso do tratamento e reduzir complicações graves&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Doença genética aumenta o risco desde o nascimento<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>A hipercolesterolemia familiar é uma doença genética autossômica dominante&period; Geralmente&comma; ela está associada a mutações em genes como LDLR&comma; APOB e PCSK9&comma; responsáveis pela remoção do LDL&comma;  conhecido como &OpenCurlyDoubleQuote;colesterol ruim” da circulação sanguínea&period; Quando essas alterações ocorrem&comma; o organismo não consegue eliminar o LDL de forma adequada&comma; o que provoca níveis elevados desde o nascimento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo o médico geneticista Paulo Zattar Ribeiro&comma; o risco cardiovascular aumenta progressivamente ao longo da vida&period; <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;O paciente já nasce com LDL alto e permanece exposto a essa carga por muitos anos&period; Esse acúmulo progressivo eleva significativamente o risco de doenças cardiovasculares”&comma;<&sol;strong> explica&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além disso&comma; ele destaca que existem diferentes formas da doença&period; Na forma heterozigótica&comma; que é mais comum&comma; o risco cardiovascular já é elevado&period; Entretanto&comma; na forma homozigótica&comma; considerada mais rara&comma; eventos graves podem surgir ainda na infância ou adolescência&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;9250" aria-describedby&equals;"caption-attachment-9250" style&equals;"width&colon; 350px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-9250" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Freepik<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>Sinais de alerta ajudam a identificar a doença<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Apesar de ser silenciosa&comma; a hipercolesterolemia familiar apresenta sinais clínicos que devem chamar a atenção&period; Por esse motivo&comma; profissionais de saúde recomendam investigação quando alguns fatores estão presentes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre os principais sinais de alerta estão&colon;<&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>LDL persistentemente elevado &lpar;acima de 190 mg&sol;dL em adultos e 160 mg&sol;dL em crianças&rpar;&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Histórico familiar de infarto precoce &lpar;antes dos 55 anos em homens ou 65 anos em mulheres&rpar;&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Presença de xantomas tendíneos ou arco corneano precoce&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Baixa resposta a mudanças no estilo de vida ou tratamentos convencionais&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Ocorrência de eventos cardiovasculares incompatíveis com a idade ou hábitos do paciente&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p>De acordo com o médico clínico geral Igor Viana&comma; um dos erros mais comuns ocorre quando todos os casos de colesterol alto são atribuídos apenas ao estilo de vida&period; <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Quando os níveis estão muito elevados ou há histórico familiar relevante&comma; é fundamental considerar uma causa genética&period; Ignorar essa possibilidade pode atrasar o diagnóstico e aumentar o risco de complicações”<&sol;strong>&comma; afirma&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Investigação clínica é essencial mesmo sem teste genético<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>A investigação da hipercolesterolemia familiar começa com uma avaliação metabólica completa&period; Inicialmente&comma; o profissional de saúde descarta causas secundárias de colesterol alto&comma; como hipotireoidismo ou síndrome nefrótica&period; Em seguida&comma; o médico analisa o histórico clínico e familiar para estratificar o risco do paciente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Mesmo sem a confirmação genética&comma; o tratamento pode ser iniciado quando há suspeita clínica&period; <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;O diagnóstico é antes de tudo clínico&period; Antes mesmo do teste genético&comma; já é possível iniciar intervenção com medicamentos como estatinas&comma; ezetimiba ou terapias mais avançadas”<&sol;strong>&comma; reforça Igor Viana&period;<&sol;p>&NewLine;<h4 style&equals;"font-style&colon; normal&semi;"><strong style&equals;"font-size&colon; 20&period;8px&semi;">Testes genéticos ampliam a precisão do diagnóstico<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Embora o diagnóstico clínico seja essencial&comma; o teste genético pode confirmar a presença da doença e orientar estratégias terapêuticas mais personalizadas&period; Dessa forma&comma; o acompanhamento se torna mais direcionado e eficaz&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>Segundo Paulo Zattar Ribeiro&comma; a genética desempenha um papel estratégico na medicina atual&period; <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;A identificação da variante genética permite ajustar o tratamento e orientar decisões clínicas com maior precisão&period; Além disso&comma; possibilita o rastreamento familiar&comma; que é uma das estratégias mais eficazes para reduzir eventos cardiovasculares”<&sol;strong>&comma; destaca&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;9249" aria-describedby&equals;"caption-attachment-9249" style&equals;"width&colon; 383px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-9249" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Freepik<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>Rastreamento familiar protege outras pessoas da mesma família<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Quando um caso é confirmado&comma; recomenda-se avaliar parentes de primeiro grau&comma; estratégia conhecida como rastreamento em cascata&period; Essa abordagem permite identificar outros indivíduos que possam apresentar a condição&comma; mesmo antes do surgimento de sintomas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com Ribeiro&comma; cada diagnóstico representa uma oportunidade de prevenção ampliada&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Ao identificar um caso&comma; conseguimos investigar familiares e iniciar intervenções precoces&period; Dessa forma&comma; evitamos eventos cardiovasculares e reduzimos riscos futuros”<&sol;strong>&comma; explica&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Novas terapias ampliam o controle do colesterol<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Nos últimos anos&comma; avanços terapêuticos mudaram significativamente o tratamento da hipercolesterolemia familiar&period; Atualmente&comma; diferentes opções permitem reduzir o LDL de forma mais eficaz e segura&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre as terapias disponíveis estão&colon;<&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>Inibidores de PCSK9&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Inclisiran &lpar;RNA interferente&rpar;&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Terapias emergentes indicadas para formas mais graves da doença&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p>Segundo Igor Viana&comma; o início precoce do tratamento faz grande diferença no prognóstico&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Hoje conseguimos reduzir o LDL com maior eficiência&period; Quando o tratamento começa cedo&comma; o risco de infarto pode diminuir de forma expressiva”<&sol;strong>&comma; afirma&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Subdiagnóstico ainda representa desafio global<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento&comma; a hipercolesterolemia familiar ainda é subdiagnosticada em diversos países&period; Entre os principais motivos estão a ausência de rastreamento sistemático&comma; a confusão com dislipidemias comuns e o acesso limitado a testes genéticos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Por isso&comma; especialistas defendem maior conscientização sobre a doença&comma; tanto entre profissionais de saúde quanto na população geral&period; Dessa forma&comma; será possível ampliar o diagnóstico precoce e reduzir complicações associadas&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Diagnóstico precoce pode salvar vidas<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Colesterol alto nem sempre está relacionado apenas ao estilo de vida&period; Em alguns casos&comma; ele pode ser resultado de uma herança genética que exige investigação especializada&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Assim&comma; reconhecer sinais precoces&comma; integrar avaliação clínica e genética e iniciar tratamento adequado são medidas fundamentais para prevenir infartos e outras complicações cardiovasculares&period; Além disso&comma; o diagnóstico correto beneficia não apenas o paciente&comma; mas também seus familiares&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Não se trata apenas de tratar um número no exame&comma; mas de identificar uma condição genética com impacto direto na vida do paciente”<&sol;strong>&comma; conclui Paulo Zattar Ribeiro&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;nem-todo-colesterol-alto-esta-relacionado-a-alimentacao&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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