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<p>A Bahia deve registrar 4.230 novos casos de câncer de mama em 2025, segundo estimativa do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/inca/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Instituto Nacional do Câncer (INCA)</a>. No Brasil, o número esperado é de 73.610 novos diagnósticos. Embora o tumor de mama seja o mais incidente entre as mulheres em todas as regiões do país, ele fica atrás apenas do câncer de pele não melanoma.</p>
<p>No entanto, apenas 5% a 10% dos casos têm origem genética hereditária. “<strong>Os fatores ambientais e comportamentais estão dentre os principais responsáveis pelo desenvolvimento de vários tipos de câncer, inclusive o de mama</strong>”, afirma o oncologista Rafael Batista, da Oncoclínicas.</p>
<p>Além disso, ele ressalta riscos importantes, como tabagismo, sedentarismo, sobrepeso, obesidade, consumo excessivo de álcool, má alimentação e exposição à radiação ionizante.</p>
<figure id="attachment_7916" aria-describedby="caption-attachment-7916" style="width: 368px" class="wp-caption aligncenter"><figcaption id="caption-attachment-7916" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<h5><strong>Prevenção e estilo de vida</strong></h5>
<p>Por outro lado, a prevenção ainda é um dos caminhos mais eficazes. A oncologista Geila Nuñez, também da Oncoclínicas, reforça a influência dos hábitos no enfrentamento da doença.</p>
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<h4>“<strong>Alimentação equilibrada e prática regular de atividade física podem prevenir cerca de 30% dos diagnósticos de câncer</strong>”, explica.</h4>
</blockquote>
<p>Além disso, manter consultas periódicas é essencial. “<strong>Além dos hábitos saudáveis para a prevenção, as consultas de rotina com ginecologista e/ou mastologista, os exames de rastreamento, como mamografia anual e ultrassonografia mamária, também são grandes aliados para a detecção precoce do câncer de mama</strong>”, afirma a oncologista Débora Gaudencio.</p>
<h5><strong>A importância do diagnóstico precoce</strong></h5>
<p>De fato, a detecção precoce salva vidas. “A detecção precoce será sempre uma importante aliada na luta contra o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/cancer-de-mama" target="_blank" rel="noopener">câncer de mama</a>, que pode ter 95% de chance de cura quando diagnosticado em fase inicial e tratado adequadamente”, lembra a oncologista Daniela Barros.</p>
<p>Além disso, o oncologista Daniel Brito complementa: “<strong>O diagnóstico precoce aumenta as opções de tratamento, reduz as complicações e faz toda diferença para salvar vidas”.</strong></p>
<p>Adicionalmente, a oncologista Camila Chiodi destaca que a mamografia é indicada, de forma geral, para mulheres a partir dos 40 anos. Entretanto, quando há sintomas suspeitos ou histórico familiar da doença, o exame deve ser realizado mais cedo, conforme orientação médica.</p>
<h5><strong>Cenário preocupa mulheres com menos de 50 anos</strong></h5>
<p>Por outro lado, uma a cada três mulheres diagnosticadas com câncer de mama no Brasil tem menos de 50 anos. Dados do Painel Oncologia Brasil, analisados pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), revelam que mais de 108 mil mulheres com menos de 50 anos foram diagnosticadas entre 2018 e 2023.</p>
<p>“<strong>Esses números reforçam a importância da realização da mamografia anual a partir dos 40 anos, pois o exame é capaz de identificar lesões em fase muito inicial, quando os nódulos ainda não são palpáveis”</strong>, destaca o oncologista Bruno Protásio.</p>
<p>A oncologista Hamanda Nery lembra que o histórico familiar exige atenção, mas não é determinante. “<strong>A paciente com casos de câncer de mama na família deve ser criteriosamente acompanhada pelo médico, mas o fator genético corresponde a um percentual baixo de todos os diagnósticos da doença. Adotar um estilo de vida mais saudável pode reduzir consideravelmente a incidência”,</strong> reforça.</p>
<figure id="attachment_7917" aria-describedby="caption-attachment-7917" style="width: 392px" class="wp-caption aligncenter"><figcaption id="caption-attachment-7917" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<h5><strong>Hábitos que protegem</strong></h5>
<p>Por fim, o oncologista Rafael Batista conclui:</p>
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<h4>“<strong>Manter-se no peso adequado, não fumar, praticar atividade física regular, evitar alimentos ultraprocessados, ter uma alimentação rica em fibras, frutas, verduras e legumes, limitar o consumo de bebidas alcoólicas e de carnes vermelhas são alguns hábitos protetivos, que podem ajudar na prevenção do câncer de mama</strong>”.</h4>
</blockquote>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/estilo-de-vida-pesa-mais-no-risco-de-cancer-de-mama-do-que-fatores-geneticos/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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