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Pressão alta atinge 3 em cada 10 brasileiros e avança

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 4<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>A <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;assuntos&sol;saude-de-a-a-z&sol;h&sol;hipertensao" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">hipertensão<&sol;a> arterial afeta cerca de 30&percnt; dos adultos no Brasil e&comma; na maioria dos casos&comma; evolui sem sintomas&period; A condição está entre os principais fatores de risco para <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;bvsms&period;saude&period;gov&period;br&sol;ataque-cardiaco-infarto&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">infarto<&sol;a>&comma; <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;assuntos&sol;saude-de-a-a-z&sol;a&sol;avc" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">acidente vascular cerebral<&sol;a> e doenças renais&period; O alerta ganha destaque no Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão&comma; celebrado em 26 de abril&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Dados do Vigitel&comma; do Ministério da Saúde&comma; indicam que a prevalência permanece elevada&period; Além disso&comma; tende a crescer com o envelhecimento da população&period; Após os 60 anos&comma; mais da metade das pessoas pode apresentar pressão arterial elevada&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Doença silenciosa dificulta diagnóstico<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>A ausência de sintomas é um dos principais obstáculos para o diagnóstico precoce&period; Por isso&comma; muitos pacientes descobrem a doença apenas em estágios avançados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A hipertensão muitas vezes não apresenta sintomas&comma; o que dificulta o diagnóstico precoce&period; Quando não controlada&comma; pode levar a complicações cardiovasculares e renais graves&period; O grande desafio é que muitas pessoas só descobrem a doença quando já há algum comprometimento<&sol;strong>”&comma; alerta o Prof&period; Dr&period; Durval Ribas Filho&comma; médico nutrólogo&comma; Fellow da The Obesity Society &lpar;TOS&sol;EUA&rpar; e presidente da <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;abran&period;org&period;br&sol;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Associação Brasileira de Nutrologia &lpar;ABRAN&rpar;&period;<&sol;a><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>Esse cenário também é observado na prática clínica&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A hipertensão é um inimigo silencioso&period; Sua pressão pode ficar alta por muitas décadas e você nunca sentir nada”<&sol;strong>&comma; afirma Thiago Marinho&comma; médico cardiologista do Hospital Mater Dei Goiânia&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Segundo ele&comma; o diagnóstico costuma ser tardio&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Nós muitas vezes só identificamos quando a pessoa já apresenta consequências graves de anos de descontrole&period;<&sol;strong>”<&sol;p>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Impactos vão além do coração<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Embora seja conhecida pelo risco cardiovascular&comma; a hipertensão também compromete outros órgãos&period; Entre eles&comma; os rins estão diretamente envolvidos nesse processo&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Os rins e a pressão arterial vivem em uma relação íntima&period; Quando a pressão sobe e se mantém elevada por meses ou anos&comma; os pequenos vasos que abastecem os rins começam a sofrer<&sol;strong>”&comma; explica Ciro Bruno Costa&comma; médico nefrologista do Hospital Mater Dei Goiânia&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Além disso&comma; o dano costuma evoluir sem sinais claros&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O impacto começa de forma silenciosa&period; Não há dor&comma; não há sintoma no início&period; Por isso dizemos que a hipertensão é uma inimiga discreta dos rins&period;” Com o tempo&comma; a condição pode se agravar&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A pressão alta machuca os rins&comma; e os rins lesados fazem a pressão subir ainda mais<&sol;strong>”&comma; completa Ciro Bruno Costa&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Falhas no diagnóstico ainda são desafio<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Apesar da alta prevalência&comma; o diagnóstico ainda apresenta falhas&period; Em muitos casos&comma; a aferição da pressão não segue critérios adequados&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O erro mais comum é dar o diagnóstico com base em apenas uma medida”<&sol;strong>&comma; explica Thiago Marinho&period; Ele reforça que é necessário respeitar o repouso antes da medição e evitar interferências&period; Além disso&comma; exames como o MAPA ajudam a avaliar a pressão ao longo de 24 horas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No caso dos rins&comma; exames simples já indicam alterações precoces&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Creatinina no sangue&comma; taxa de filtração glomerular e exame de urina com pesquisa de proteína são fundamentai<&sol;strong>s”&comma; explica Ciro Bruno Costa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O acompanhamento regular é essencial&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Não espere os sintomas aparecerem&period; Todo paciente hipertenso deveria fazer&comma; pelo menos uma vez ao ano&comma; exames de sangue e de urina”<&sol;strong>&comma; orienta o especialista&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Estilo de vida influencia diretamente<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>A hipertensão está associada a fatores como obesidade&comma; sedentarismo e consumo excessivo de sal&period; No entanto&comma; hábitos recentes também contribuem para o aumento dos casos&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Temos visto pacientes cada vez mais jovens com pressão alta&comma; associados ao estresse crônico&comma; privação de sono&comma; consumo de álcool e drogas ilícitas”<&sol;strong>&comma; afirma Thiago Marinho&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Diante disso&comma; a prevenção se torna essencial&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A prevenção é fundamental e começa no prato&comma; com a redução do consumo de sal e priorizando alimentos naturais&period; Praticar atividade física e manter o acompanhamento médico regular são outras medidas essenciais para conter o avanço da doença”<&sol;strong>&comma; orienta o Prof&period; Dr&period; Durval Ribas Filho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Padrões alimentares como a dieta DASH e a dieta mediterrânea ajudam no controle da pressão arterial&period; Essas estratégias priorizam alimentos naturais e reduzem o consumo de sódio&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;9041" aria-describedby&equals;"caption-attachment-9041" style&equals;"width&colon; 353px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-9041" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Freepik<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>Mulheres devem redobrar atenção após a menopausa<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Entre as mulheres&comma; o risco cardiovascular aumenta após a menopausa&period; Isso ocorre devido à redução dos níveis de estrogênio&comma; hormônio que protege o sistema cardiovascular&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A partir da menopausa&comma; a mulher perde a proteção do estrogênio que tem um papel importante na saúde do coração&period; Isso favorece o aumento da pressão arterial e eleva o risco de problemas como infarto e AVC&period; O desafio é que esses sinais nem sempre são claros e acabam sendo atribuídos ao estresse ou à rotina do dia a dia<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; explica a Dra&period; Patrícia Sanches&comma; médica ginecologista e obstetra&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além das ondas de calor&comma; outros sinais podem surgir&period; Alterações no sono&comma; irritabilidade e ansiedade são comuns&comma; mas nem sempre associadas ao risco cardiovascular&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Muitas mulheres não fazem essa conexão&period; Às vezes&comma; estão dormindo mal&comma; mais cansadas&comma; com mudanças de humor&comma; e não imaginam que isso pode estar ligado também ao risco cardiovascular<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; afirma Patrícia Sanches&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>Nesse contexto&comma; o cuidado deve ser ampliado&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A<strong> gente ainda associa a menopausa apenas aos desconfortos&comma; mas é uma fase que exige mais atenção ao organismo como um todo&period; A queda do estrogênio impacta vasos sanguíneos&comma; colesterol&comma; pressão arterial e metabolismo&period; Por isso&comma; essa fase exige um olhar mais amplo para a saúde da mulher&period; Realizar acompanhamento adequado&comma; exames e ajustar hábitos faz diferença real na prevenção<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; orienta Patrícia Sanches&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Acompanhamento contínuo faz diferença<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>O controle da hipertensão envolve mudanças no estilo de vida e&comma; quando necessário&comma; uso de medicamentos&period; No entanto&comma; o acompanhamento regular segue como a principal estratégia para evitar complicações&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Especialistas reforçam que esperar sintomas não é seguro&period; Portanto&comma; monitorar a pressão e manter hábitos saudáveis são medidas essenciais para preservar a saúde e a qualidade de vida&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;9033" aria-describedby&equals;"caption-attachment-9033" style&equals;"width&colon; 387px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-9033" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Freepik<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;pressao-alta-atinge-3-em-cada-10-brasileiros-e-avanca-sem-sintomas&sol;">Fonte&colon; 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Redação

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