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<p>A dor de cabeça faz parte da rotina de milhões de brasileiros e, muitas vezes, é tratada apenas com analgésicos e repouso. No entanto, especialistas alertam que nem toda cefaleia é igual e que identificar corretamente o tipo de dor é fundamental para evitar agravamentos e melhorar a qualidade de vida.</p>
<p>No <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bvsms.saude.gov.br/19-5-dia-nacional-de-combate-a-cefaleia/" target="_blank" rel="noopener">Dia Nacional de Combate à Cefaleia</a>, celebrado em 19 de maio, a discussão ganha ainda mais relevância. Segundo a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://sbcefaleia.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Sociedade Brasileira de Cefaleia</a>, cerca de 140 milhões de brasileiros convivem com algum tipo de dor de cabeça. Apesar disso, muitas pessoas ainda ignoram sintomas importantes ou recorrem à automedicação frequente.</p>
<p>De acordo com o neurologista e professor de Medicina Arnaldo Godoy, as cefaleias podem ter diferentes causas, intensidades e características. <strong>“A dor de cabeça recorrente não deve ser considerada normal, especialmente quando interfere nas atividades diárias ou apresenta mudanças no padrão habitual”,</strong> explica.</p>
<h4><strong>Entenda os principais tipos de cefaleia</strong></h4>
<p>Entre os tipos mais comuns está a enxaqueca, caracterizada por dores intensas, geralmente pulsáteis, que podem atingir apenas um lado da cabeça. Além disso, sintomas como náuseas, sensibilidade à luz, sons e cheiros também costumam acompanhar as crises. Em muitos casos, fatores como estresse, alterações hormonais, jejum prolongado e noites mal dormidas funcionam como gatilhos.</p>
<p>Já a cefaleia tensional costuma provocar sensação de pressão ou aperto ao redor da cabeça. Esse tipo é frequentemente associado à tensão muscular, ansiedade, cansaço e excesso de preocupações. Embora geralmente apresente intensidade mais leve, pode se tornar frequente e impactar a produtividade e o bem-estar.</p>
<p>Outra condição que exige atenção é a cefaleia em salvas, considerada uma das dores mais intensas da neurologia. As crises surgem em períodos específicos e provocam dor forte ao redor dos olhos, acompanhada de lacrimejamento, vermelhidão ocular e congestão nasal. Apesar de menos comum, a condição pode comprometer significativamente a rotina do paciente<strong>.</strong></p>
<figure id="attachment_10077" aria-describedby="caption-attachment-10077" style="width: 365px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10077" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Automedicação pode agravar o problema</strong></h4>
<p>O uso frequente de analgésicos sem orientação médica é um dos principais pontos de alerta levantados pelos especialistas. Segundo a farmacêutica especialista em Farmacologia Clínica Michelle Corrêa, o consumo excessivo desses medicamentos pode provocar o chamado efeito rebote, quando a própria medicação passa a contribuir para o aumento da frequência das dores<strong>.</strong></p>
<p><strong>“É comum que as pessoas tentem resolver rapidamente o desconforto com remédios de venda livre. Porém, o uso inadequado e repetitivo pode mascarar doenças, dificultar o diagnóstico correto e até cronificar a cefaleia”, </strong>destaca.</p>
<p>Além disso, ela reforça que alguns medicamentos apresentam contraindicações e podem causar efeitos colaterais importantes, especialmente quando associados a outras substâncias ou utilizados sem acompanhamento profissional.</p>
<h4><strong>Quando procurar ajuda médica</strong></h4>
<p>Embora muitas dores de cabeça sejam benignas, alguns sinais exigem avaliação médica imediata. Entre eles estão cefaleias súbitas e muito intensas, dores acompanhadas de febre, alterações na visão, perda de força, confusão mental ou dificuldade para falar.</p>
<p>Também merece atenção a dor que muda de padrão, se torna mais frequente ou começa após traumas e quedas. Nesses casos, a investigação médica é essencial para descartar problemas neurológicos mais graves.</p>
<h4><strong>Hábitos saudáveis ajudam na prevenção</strong></h4>
<p>Além do tratamento adequado, mudanças no estilo de vida podem ajudar a reduzir a frequência das crises. Dormir bem, manter alimentação equilibrada, evitar longos períodos em jejum, controlar o estresse e praticar atividades físicas regularmente estão entre as principais recomendações dos especialistas.</p>
<p>Da mesma forma, identificar gatilhos individuais também contribui para o controle da cefaleia. Bebidas alcoólicas, excesso de cafeína, privação de sono e exposição prolongada a telas, por exemplo, podem desencadear episódios em algumas pessoas.</p>
<p>Com informação, diagnóstico correto e acompanhamento profissional, é possível controlar os sintomas e garantir mais qualidade de vida para quem convive com dores de cabeça frequentes.</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/nem-toda-dor-de-cabeca-e-igual-saiba-identificar-os-sinais/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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