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<p>Na Operação Ícaro, que apura um esquema de corrupção com mais de R$ 1 bilhão em propinas, também foram presos o diretor da Fast Shop e um auditor fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte"> JOSÉ PATRÍCIO/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/imagem-jvp-2025-08-12t094959.896-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/08/imagem-jvp-2025-08-12t094959.896-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Empresário Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, em sua rede de lojas na cidade de São Paulo <br /></span></div>
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<p>O <strong>Ministério Público de São Paulo (MP-SP)</strong> deflagrou nesta terça-feira (12), a Operação Ícaro contra um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais tributários da Secretaria de Estado da Fazenda que teriam recebido mais de R$ 1 bilhão em propinas para favorecer empresas do setor de varejo. Os servidores são lotados no Departamento de Fiscalização. O empresário Sidney Oliveira, dono da <strong>Ultrafarma</strong>, foi preso. Um executivo da <strong>Fast Shop</strong>, rede especializada no comércio de eletrodomésticos e eletrônicos, também foi preso.</p>
<p>Segundo a investigação, processos administrativos eram manipulados para facilitar a quitação de créditos tributários às empresas. Em contrapartida, essas companhias pagaram uma “mesada” a pelo menos um fiscal, por meio de uma empresa registrada no nome da mãe dele. O Estadão pediu manifestação da Secretaria da Fazenda. São cumpridos três mandados de prisão temporária, incluindo o do fiscal de tributos estadual apontado como o principal operador do esquema, e os de dois empresários, sócios de empresas beneficiadas com decisões fiscais irregulares.</p>
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<p>Além das prisões, são cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e nas sedes das empresas investigadas. O inquérito é conduzido pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (Gedec), braço do Ministério Público de São Paulo responsável pela investigação de crimes contra a ordem econômica. “A operação é fruto de meses de trabalho investigativo, com análise de documentos, quebras de sigilo e interceptações autorizadas pela Justiça”, informou o MP. Os investigados podem responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo </em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/ministerio-publico-de-sp-prende-sidney-oliveira-dono-da-ultrafarma.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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