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Lula sanciona com vetos renegociação das dívidas dos estados

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que cria um programa especial de renegociação da dívida dos estados&period; No entanto&comma; o presidente vetou pontos que trariam impacto sobre o resultado primário &lpar;resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A sanção foi publicada nesta terça-feira &lpar;14&rpar; no <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;in&period;gov&period;br&sol;en&sol;web&sol;dou&sol;-&sol;lei-complementar-n-212-de-13-de-janeiro-de-2025-606770578" target&equals;"&lowbar;blank">Diário Oficial da União<&sol;a>&period; Na semana passada&comma; o ministro da Fazenda&comma; Fernando Haddad havia informado que tanto a equipe econômica como a Casa Civil recomendaram os vetos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Chamada de Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados &lpar;Propag&rpar;&comma; a renegociação está aberta até 31 de dezembro para os estados que quiserem aderir&period; A principal novidade do programa é que os estados podem quitar parte da dívida com a União transferindo bens móveis ou imóveis&comma; participações societárias&comma; créditos com o setor privado e outros ativos com a União&period; Dessa forma&comma; empresas dos estados podem passar para o controle da União em troca do abatimento dos débitos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Pelo programa&comma; as parcelas pagas pelos estados à União serão calculadas e corrigidas mensalmente&comma; com possibilidade de amortizações extraordinárias e redução dos valores nos primeiros cinco anos&period; Durante a vigência do contrato&comma; o estado que aderir ao Propag não poderá contratar novas operações de crédito para o pagamento das parcelas refinanciadas&comma; sob pena de desligamento do programa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em entrevista nesta manhã&comma; o ministro da Fazenda&comma; Fernando Haddad&comma; disse que o governo concedeu mais do que os cinco principais governadores de oposição pediam&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O projeto aprovado pelo Congresso é muito além do que eles me pediram nas reuniões que fizeram comigo&period; Faz parte da vida política criticar&comma; mas acho que eles nem sonhavam que fosse possível um ato do Presidente da República tão republicano quanto o que foi tomado”&comma; declarou o ministro&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Reescalonamento<&sol;h2>&NewLine;<p>Os pontos sancionados mantêm o cerne do projeto apresentado no ano passado pelo presidente do Senado&comma; Rodrigo Pacheco&comma; e aprovado pelo Congresso no fim do ano passado&period; A lei permite que os entes paguem esses débitos em até 30 anos e com juros de 0&percnt; a 2&percnt; ao ano acima da inflação&period; A dívida poderá ser parcialmente abatida conforme a entrega de ativos ao governo federal&comma; compromissos com investimentos assumidos e aportes no Fundo de Equalização Federativa&comma; por meio do qual os estados em situação fiscal ruim compensarão os estados com boa situação fiscal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No ano passado&comma; o governo tinha proposto que os estados que investissem em educação pagassem menos juros&period; O Congresso abandonou a proposta e votou o projeto de Pacheco&comma; que permite que os estados que aderirem ao Propag deem prioridade a investimentos em educação&comma; saneamento&comma; infraestrutura e segurança com o dinheiro que economizarão no pagamento de juros&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Pontos retirados<&sol;h2>&NewLine;<p>Entre os pontos retirados do texto&comma; estão os que abririam a possibilidade dos entes federativos que aderissem ao Propag ficarem livres de cumprir metas&comma; compromissos e obrigações do Regime de Recuperação Fiscal no ano de adesão&period; O item vetado previa a redução das contrapartidas&comma; com dedução do saldo devedor de investimentos de interesse social do saldo devedor&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na justificativa&comma; o governo ressaltou que a suspensão das exigências comprometeria a gestão fiscal responsável e a sustentabilidade das contas públicas dos Estados e do Distrito Federal&period; O abatimento da dívida com a União dos investimentos de interesse social&comma; justificou o Planalto&comma; seria inconstitucional porque os estados e Distrito Federal ganhariam um benefício duplo na renegociação&comma; com juros reduzidos e desconto de investimentos feitos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Lula também retirou do texto o item que desobrigava o estado que violasse os limites de gastos com pessoal da Lei de Responsabilidade Fiscal &lpar;LRF&rpar; de cumprir as restrições previstas&period; Caso fosse sancionado&comma; o ponto permitiria que a União pagasse as prestações das dívidas dos estados e as incorporasse ao saldo devedor&comma; ampliando o impacto fiscal do Propag para o governo federal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O presidente Lula vetou artigo que dispensava os estados beneficiados pela Lei Complementar 206&comma; de 16 de maio de 2024&comma; que autoriza a União a postergar o pagamento da dívida de entes federativos afetados por calamidade pública&comma; de aportar recursos no Fundo de Equalização Financeira&period; Segundo o governo&comma; o ponto criaria diferenças de tratamento entre os estados no pagamento e no recebimento de recursos do fundo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Outro ponto vetado foi o artigo que permitiria aos estados que apresentassem determinada relação entre receitas e despesas correntes a deixar de limitar o crescimento dos gastos primários&period; Segundo a justificativa&comma; o dispositivo contraria o interesse público ao reduzir contrapartidas necessárias para o Propag e comprometeria a efetividade do programa&period; Também foi derrubado um item que permite a destinação de recursos de operações de crédito para obras de infraestrutura logística&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Alegando inconstitucionalidade&comma; o presidente Lula retirou artigo que permitiria à União deduzir do valor das parcelas a vencer dos contratos de dívida os recursos transferidos pelo respectivo estado em 2021&comma; 2022 e 2023 para obras de responsabilidade da União&period; Conforme o texto&comma; o dispositivo é inconstitucional ao fazer a União assumir obrigações de exercícios passados sem a formalização prévia de acordos&comma; o que traria insegurança jurídica&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2025-01&sol;lula-sanciona-com-vetos-renegociacao-das-dividas-dos-estados">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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