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<p>O presidente Lula da Silva (PT) ainda não confirmou oficialmente se disputará a reeleição em 2026, mas integrantes do governo federal e do PT já discutem alternativas para uma eventual ausência do petista na corrida presidencial.</p>
<p>Segundo informações divulgadas nos bastidores políticos, três nomes vêm sendo testados como possíveis substitutos de Lula em pesquisas internas conduzidas pela equipe ligada ao ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira. Os avaliados são o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), o ex-ministro da Educação Camilo Santana (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).</p>
<p>A movimentação ganhou força após declaração dada por Lula em entrevista ao ICL News, em abril, quando afirmou que ainda não havia decidido se seria candidato novamente.</p>
<p>Nos bastidores do Palácio do Planalto, aliados interpretaram a fala como um recado político diante da insatisfação do presidente com a avaliação do governo, da relação com parte da imprensa e do desempenho do PT na mobilização eleitoral.</p>
<p>De acordo com interlocutores do governo, pesquisas internas mostram que Haddad, Alckmin e Camilo Santana alcançam índices próximos aos de Lula quando aparecem associados ao apoio do presidente, além de registrarem rejeição menor em alguns cenários.</p>
<p>Fernando Haddad aparece como um dos nomes mais conhecidos nacionalmente, principalmente pelo recall da disputa presidencial de 2018. No entanto, setores do PT avaliam que uma eventual candidatura presidencial poderia enfraquecer os planos da legenda em São Paulo, onde Haddad é considerado peça importante para enfrentar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).</p>
<p>Já Camilo Santana é visto como um nome fortalecido pela boa avaliação da área da Educação no governo federal e pela trajetória política no Ceará, estado que governou por dois mandatos. Apesar disso, aliados reconhecem que o ministro ainda possui baixa projeção nacional.</p>
<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin, por sua vez, é tratado como alternativa capaz de ampliar o diálogo da chapa governista com eleitores de centro. Ex-integrante do PSDB e aliado de Lula desde 2022, Alckmin também enfrenta resistência em setores históricos do PT por não integrar tradicionalmente a legenda.</p>
<p>Outro ponto analisado por estrategistas é o impacto operacional de uma eventual candidatura de Alckmin, já que o PSB não utiliza o número 13 nas urnas, marca historicamente associada ao PT.</p>
<p>Mesmo diante das especulações, lideranças governistas afirmam que Lula segue como prioridade do grupo político para a eleição presidencial de 2026. Nos bastidores, porém, cresce a avaliação de que a campanha precisa estar preparada para diferentes cenários eleitorais.</p>
<p>Aliados do presidente avaliam que a polarização com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como possível nome do campo bolsonarista, pode fortalecer Lula durante a campanha oficial. Ainda assim, integrantes do governo admitem preocupação com o desgaste político natural após anos de protagonismo nacional do presidente.</p>
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<p><a href="https://acessepolitica.com.br/noticia/175802/lula-avalia-cenario-eleitoral-e-pt-ja-testa-nomes-para-eventual-plano-b-em-2026">Fonte: Clique aqui</a></p>


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