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<p>Episódio teria ocorrido em novembro de 2025, em uma escola municipal do Rio de Janeiro</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação/TJRJ/Agência Brasil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2020/12/tjrj.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2020/12/tjrj.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Segundo juiz, a professora teria dito que uma flor dada pela criança &#8216;pertencia ao diabo&#8217; por ser relacionada ao orixá Oxum<br /></span></div>
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<p>O juiz João Zacharias de Sá, da 1ª Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), acolheu na quinta-feira (26) pedido de <strong>medidas protetivas a favor de uma criança de 5 anos vítima de intolerância religiosa de sua professora</strong>. O episódio teria acontecido em novembro de 2025, em uma escola municipal no Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo o magistrado, na ocasião, <strong>a criança presenteou a professora com uma flor amarela</strong> e mencionou a <strong>relação com o orixá Oxum</strong>, divindade cultuada pela família da menina. A docente teria <strong>arremessado a planta no chão, pisoteado e afirmado que “pertencia ao diabo”</strong>, na presença de aproximadamente 20 alunos.</p>
<p>“Nos quinze dias que se seguiram, a [criança] <strong>recusou-se a retornar à escola</strong>, passando a demonstrar <strong>angústia, insegurança, temores e ansiedade, inclusive no ambiente domiciliar</strong>, a revelar o impacto da violência e a extensão do trauma a que foi submetida”, relatou o juiz no despacho.</p>
<p>Diante da reação da professora e do comportamento posterior da criança, o magistrado decidiu <strong>proibir a aproximação da docente da menina</strong>, fixou limite mínimo de 300 metros de distância, além de <strong>vedar contato por qualquer meio de comunicação</strong>.</p>
<p>“As informações que vieram aos autos indicam que a <strong>criança foi vítima de violência psicológica e discriminação religiosa</strong> […]. A situação de risco concreto e o fundado receio de reiteração justificam a intervenção judicial imediata”, justificou com base na lei conhecida como Henry Borel.</p>
<p>Para o fundador do Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro), Hédio Silva Júnior, <strong>a decisão judicial é “histórica”</strong>. “O que se reconhece aqui é que o racismo religioso não é uma abstração, mas uma forma grave de violência psicológica, capaz de produzir traumas profundos em uma criança”, afirmou.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/justica-adota-medidas-protetivas-a-crianca-vitima-de-intolerancia-religiosa-pela-professora.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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