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<p>Lavar as mãos pode parecer um gesto rotineiro, mas é uma das formas mais eficazes de evitar a propagação de doenças. Embora simples, a prática correta da higienização é frequentemente negligenciada no dia a dia, o que abre caminho para a transmissão de vírus, bactérias e outros microrganismos.</p>
<p>Segundo a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.paho.org/pt/campanhas/dia-mundial-higiene-das-maos-2025" target="_blank" rel="noopener">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a>, higienizar as mãos reduz em até 40% o risco de contrair doenças como gripes e resfriados. Não só isso, a ação também pode ajudar a reduzir a incidência de doenças gastrointestinais em 50%.</p>
<p>O Farmacêutico Bioquímico e Diretor Técnico do IHEF Laboratório, Marcus Machado (CRF-BA 2464), destaca que manter as mãos limpas reduz significativamente o risco de infecções respiratórias e intoxicações alimentares. Em ambientes hospitalares, esse cuidado se torna ainda mais crítico, já que pacientes com imunidade comprometida estão mais vulneráveis.</p>
<p>“<strong>Ao longo do dia, nossas mãos entram em contato com inúmeras superfícies: alimentos, dinheiro, maçanetas, e até outras pessoas. Isso faz com que sejam um dos principais vetores de micro-organismos</strong>“, explica. O especialista reforça ainda que embora muitos desses microrganismos sejam inofensivos, alguns são nocivos e podem causar doenças sérias, principalmente em pessoas com o sistema imunológico comprometido.</p>
<p>Entre os principais microrganismos transmitidos por mãos contaminadas estão bactérias causadoras de conjuntivite, infecções respiratórias, infecção urinária e infecção abdominal, além de vírus como o da hepatite A e o causador da gripe. Fungos também podem ser disseminados através do toque.</p>
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<p><strong>Como higienizar corretamente</strong><br />A forma correta de higienizar as mãos inclui o uso de água e sabão, com fricção de todas as partes das mãos — palmas, dorso, entre os dedos, polegares e embaixo das unhas — por pelo menos 40 a 60 segundos. Quando não houver sujeira visível, o álcool em gel a 70% é uma alternativa eficaz, especialmente em ambientes onde o acesso a água e sabão é limitado.</p>
<p>A recomendação para o cuidado é redobrada em situações do cotidiano como antes de realizar refeições, após usar o banheiro, após tossir ou espirrar, e sempre que manipular ou tocar superfícies públicas. No caso de profissionais da saúde, existem cinco momentos obrigatórios: antes de tocar no paciente, antes de procedimentos assépticos, após exposição a fluidos corporais, após tocar no paciente e após contato com superfícies próximas ao paciente.</p>
<p><strong>A higienização em ambientes de saúde</strong><br />Nos hospitais, a falta de higienização das mãos pode ser fatal. Segundo dados da Anvisa, as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) são uma das principais causas de mortalidade hospitalar evitável. “<strong>O ambiente hospitalar já é propício a infecções, e a negligência com a lavagem das mãos torna esses riscos ainda maiores</strong>“, alerta o diretor técnico do IHEF.</p>
<p>Protocolos rigorosos de higienização também são seguidos em laboratórios e farmácias, justamente para evitar qualquer tipo de contaminação cruzada, protegendo pacientes e profissionais. Marcus Machado avalia que a pandemia de Covid-19 foi essencial para reforçar a importância do hábito na vida das pessoas.</p>
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<p>“<strong>A pandemia nos fez compreender o impacto dos microrganismos na nossa saúde e a importância de medidas preventivas. Foi um despertar coletivo, especialmente no cuidado com crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas</strong>.”</p>
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<h5 style="text-align: center;">Incorporar a higienização correta das mãos à rotina diária é uma atitude simples, de baixo custo, mas com potencial enorme de impacto positivo na saúde coletiva.</h5>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/higienizar-as-maos-reduz-em-ate-40-o-risco-de-contrair-doencas/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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