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<p>A doença <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bvsms.saude.gov.br/doenca-mao-pe-boca/" target="_blank" rel="noopener">mão-pé-boca</a> voltou aos holofotes nesta semana após a influenciadora Viih Tube revelar que ela e seus dois filhos foram diagnosticados com a infecção. Em vídeos compartilhados nas redes sociais, Viih relatou os sintomas intensos que afetaram toda a família, incluindo febre alta, dor, lesões na pele e na boca, além da dificuldade de alimentar as crianças durante o período mais crítico. O caso viralizou e reacendeu o alerta sobre uma doença que, embora comum na infância, pode trazer desconfortos consideráveis e impactar o bem-estar da família inteira.</p>
<figure id="attachment_6820" aria-describedby="caption-attachment-6820" style="width: 295px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-6820" class="wp-caption-text">Reprodução/Instagram</figcaption></figure>
<p>Essa infecção viral é muito comum na infância, causada principalmente pelo Coxsackie A16, que é da família do enterovirus. Nos últimos anos, o número de casos tem aumentado em diversas regiões do Brasil, gerando alerta entre pediatras e especialistas em saúde infantil.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, surtos têm sido recorrentes em creches e escolas, devido à alta transmissibilidade do vírus entre crianças pequenas. Um boletim da Secretaria de Saúde de São Paulo indicou, em 2023, um crescimento de 17% nos atendimentos relacionados à infecção, com maior incidência em crianças de até 5 anos, mas também pode acometer os adultos, mas é menos frequente.</p>
<p>Altamente contagiosa, a doença provoca sintomas como febre, dor de garganta, aftas dolorosas na cavidade oral e erupções avermelhadas nas mãos, pés e região da boca, podendo surgir em outras regiões do corpo, como por exemplo nas pernas e marca da fralda. Apesar de autolimitada, com duração média de 7 a 10 dias, a infecção pode comprometer significativamente o bem-estar da criança, dificultando a alimentação, o sono e até mesmo a interação social durante o período de recuperação.</p>
<p>A enfermeira e laserterapeuta, Cintia Freitas, especialista em cuidados pediátricos, ressalta que, embora não exista um tratamento antiviral específico para a doença, terapias complementares têm se mostrado eficazes no alívio dos sintomas.</p>
<p>“A laserterapia de baixa intensidade tem sido uma grande aliada no controle da dor, na cicatrização das lesões e na melhora do estado geral das crianças afetadas”, afirma.</p>
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<p>“<strong>Com auxílio do laser, a dor diminui mais rápido e facilita a alimentação, o que reduz o risco de desidratação e internações, frequentemente desafiadores nesses casos, contribuindo para uma recuperação mais tranquila e segura</strong>.”, explica Cintia.</p>
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<p><strong>Benefícios</strong><br />Um dos principais benefícios observados é a redução da necessidade do uso frequente de medicamentos como analgésicos, anti-inflamatórios e pomadas tópicas. “Em muitos casos, os pais se veem impotentes diante do sofrimento dos filhos. O laser surge como uma alternativa eficaz e não invasiva para tornar esse processo menos doloroso”, completa a especialista.</p>
<p>Ainda assim, Cintia reforça que a laserterapia deve ser utilizada como parte de um plano de cuidado multidisciplinar. “É essencial que a criança seja avaliada por um profissional de saúde. O laser não substitui o tratamento médico, mas pode potencializar os resultados e trazer mais conforto ao paciente”, orienta.</p>
<p><strong>Prevenção</strong><br />Além do tratamento dos sintomas, a prevenção da doença continua sendo a principal forma de contenção. A higienização constante das mãos, a desinfecção de brinquedos e superfícies de uso coletivo e o afastamento temporário de crianças infectadas de ambientes escolares são medidas fundamentais para evitar novos casos.</p>
<p>Diante da alta circulação de agentes infecciosos entre o público infantil, estratégias complementares como a laserterapia ganham relevância por aliarem segurança, eficácia e conforto.</p>
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<p>“<strong>Nosso objetivo é sempre minimizar o sofrimento da criança e promover uma recuperação rápida e segura. E nesse contexto, a laserterapia tem se mostrado uma grande aliada</strong>”, conclui Cintia</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/laserterapia-no-tratamento-da-doenca-mao-pe-boca/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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