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<p><strong>Mais dois ministros do governo federal deixaram formalmente seus cargos nesta quarta-feira (1º). </strong>Edição extra do Diário Oficial da União (DOU) trouxe as exonerações de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e de Renan Filho do Ministério dos Transportes.</p>
<p><strong>Ambos concorrerão a cargos eletivos em outubro.</strong> Marina pode sair candidata ao Senado pelo estado de São Paulo, enquanto Renan deve concorrer ao governo de Alagoas, estado que ela já governou.</p>
<p>No Ministério do Meio Ambiente, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decretos-de-1-de-abril-de-2026-697085661">o comando passa a ser de João Paulo Capobianco</a>, então secretário-executivo da pasta e braço-direito de Marina Silva.</p>
<p>Na pasta dos Transportes, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decretos-de-1-de-abril-de-2026-697085793">quem assume é George Palermo Santoro</a>, que também ocupava o cargo de secretário-executivo, que é justamente o segundo na hierarquia do ministério.</p>
<p><strong>Ao todo, cerca de 18 dos 37 ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva terão saído dos cargos para disputar as eleições</strong>.</p>
<p>Trata-se de uma exigência da legislação eleitoral, segundo a qual ocupantes de cargos como ministros de Estado, governadores e prefeitos, que pretendem se eleger para outros cargos, têm que se afastar da função no prazo máximo de até seis meses antes da data das eleições. <strong>Este prazo, portanto, vence no próximo dia 4 de abril, </strong>já que o 1º turno das eleições será realizado no dia 4 de outubro.</p>
<p>A exigência da chamada desincompatibilização de cargos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), serve para impedir que haja abuso de poder econômico ou político nas eleições por meio do uso de recursos da administração pública, assegurando a paridade entre os candidatos em disputa.</p>
<p>A regra também vale para magistrados, secretários estaduais, membros do Tribunal de Contas da União (TCU), dos Estados (TCEs) e do Distrito Federal (TCDF). A norma também se aplica a dirigentes de empresas, entidades e fundações públicas em geral.</p>
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<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/governo-federal-faz-mais-duas-trocas-em-ministerios-antes-das-eleicoes">Fonte: Clique aqui</a></p>


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