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					<span class="span-reading-time rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura: </span> <span class="rt-time"> 3</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span></p>
<p>Uma das principais conquistas da saúde pública brasileira é a ampliação do acesso da população a tratamentos eficazes, seguros e mais acessíveis. Instituídos pela <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9787.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 9.787/1999</a>, os <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/medicamentos/genericos" target="_blank" rel="noopener"><strong>medicamentos genéricos</strong></a> transformaram o mercado farmacêutico nacional e passaram a representar uma alternativa importante para milhões de brasileiros.</p>
<p>Antes da regulamentação, o setor era dominado pelos medicamentos de referência, comercializados sob marcas detentoras de patentes. Como consequência, os preços elevados dificultavam o acesso aos tratamentos, sobretudo entre as populações mais vulneráveis. Em muitos casos, doenças crônicas, como <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hipertensao" target="_blank" rel="noopener">hipertensão</a>, diabetes e <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bvsms.saude.gov.br/hipotireoidismo-2/" target="_blank" rel="noopener">hipotireoidismo</a>, deixavam de ser controladas devido ao alto custo dos medicamentos.</p>
<p>De acordo com o farmacêutico e pós-doutor pela UFBA, Wagno Alcântara Santana, os genéricos desempenham um papel essencial na democratização da saúde.</p>
<blockquote>
<p>“<strong>O medicamento genérico rompe com a lógica de exclusão provocada pelos altos preços. Ele garante a mesma eficácia clínica do medicamento de referência, mas com um custo significativamente menor, o que favorece a continuidade do tratamento”</strong>, explica.</p>
</blockquote>
<figure id="attachment_10316" aria-describedby="caption-attachment-10316" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10316" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Acesso ampliado e maior adesão ao tratamento</strong></h4>
<p>Os medicamentos genéricos possuem o mesmo princípio ativo, concentração, forma farmacêutica e indicação terapêutica dos produtos de referência. Além disso, passam por testes rigorosos de bioequivalência e biodisponibilidade, que comprovam sua segurança e eficácia.</p>
<p>Segundo especialistas, o custo reduzido é um dos fatores que mais contribuem para a adesão aos tratamentos. Em média, os genéricos chegam ao consumidor com preços cerca de 35% menores em comparação aos medicamentos de marca. Na prática, essa diferença impacta diretamente a qualidade de vida dos pacientes, especialmente daqueles que dependem de uso contínuo de medicamentos.</p>
<p>Além disso, a ampliação da concorrência no setor farmacêutico ajudou a reduzir preços em diferentes categorias terapêuticas, fortalecendo o acesso da população aos cuidados em saúde.</p>
<figure id="attachment_10315" aria-describedby="caption-attachment-10315" style="width: 354px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10315" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Desafios persistem em terapias de alto custo</strong></h4>
<p>Apesar dos avanços proporcionados pelos genéricos, o acesso a medicamentos de alto custo ainda representa um desafio para o sistema de saúde brasileiro. Tratamentos oncológicos, imunobiológicos e antirretrovirais de última geração, por exemplo, continuam com valores elevados e, muitas vezes, inacessíveis para parte da população.</p>
<p>Nesse contexto, ganham importância políticas públicas como o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica e os programas de dispensação do Sistema Único de Saúde (SUS). Essas iniciativas buscam garantir o fornecimento gratuito de medicamentos considerados essenciais para pacientes com doenças crônicas ou raras.</p>
<p>Outro tema frequentemente debatido é a licença compulsória, também conhecida como quebra de patente. O mecanismo, previsto pelo Acordo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mre/pt-br/delbrasomc/brasil-e-a-omc/acordo-trips" target="_blank" rel="noopener">TRIPS da Organização Mundial do Comércio</a>, permite que o Estado produza ou importe medicamentos patenteados em situações de interesse público. O Brasil já utilizou esse recurso em 2007, no caso do antirretroviral efavirenz, utilizado no tratamento do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aids-hiv" target="_blank" rel="noopener">HIV.</a></p>
<p>Para Wagno Alcântara Santana, discutir o acesso aos medicamentos é discutir justiça social.</p>
<blockquote>
<p><strong>“A saúde deve ser tratada como direito fundamental. Políticas farmacêuticas sólidas e o fortalecimento da produção nacional são essenciais para garantir mais equidade no cuidado à população”</strong>, conclui.</p>
</blockquote></div>
<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/genericos-ampliam-acesso-a-saude-no-brasil/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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