Categories: Saúde

Quando a sensibilidade é força, e o ORGULHO é resistência

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 7<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Não é sobre se exibir&period; É sobre nunca mais ter que se esconder<&sol;strong>” — a frase da iniciativa &OpenCurlyDoubleQuote;Livres-Iguais” reflete com força o que a comunidade LGBTQIAPN&plus; quer expressar&period; Infelizmente&comma; ainda vivemos em uma sociedade que impõe medo&comma; estigmas e violências a essa população&period; Por isso&comma; viver a própria verdade se torna um ato político e profundamente corajoso&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O orgulho não nasce da arrogância&comma; mas da superação da vergonha”<&sol;strong> — como define Ícaro S&period; Pereira&comma; artista LGBT de 19 anos&comma; que revelou sua verdade com coragem e orgulho aos 13&colon;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Ter meu tempo respeitado foi um passo fundamental para o autoconhecimento e para me sentir confortável no próprio corpo — mesmo que esse processo tenha sido doloroso<&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;&comma; conta&comma; com orgulho&comma; ao relembrar o momento em que &OpenCurlyDoubleQuote;saiu do armário”&comma; como ele mesmo diz&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Enquanto pessoas cisgênero e heterossexuais — que se encaixam ou se beneficiam do padrão socialmente aceito como &OpenCurlyDoubleQuote;normal” — podem viver suas identidades com naturalidade&comma; a população LGBTQIAPN&plus; é frequentemente forçada a amadurecer cedo demais&comma; enfrentando olhares que julgam&comma; silêncios que machucam e estruturas que excluem&period; O orgulho&comma; mais do que um símbolo&comma; é a libertação de quem não aceita mais viver à sombra do preconceito&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nesse contexto&comma; a sensibilidade não é fragilidade&comma; é uma força potente&comma; que impulsiona a luta por direitos&comma; por uma saúde digna e por políticas públicas que respeitem a diversidade e as especificidades da comunidade LBGTQIAPN&plus;&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Iniciativas que reforçam essa resistência construída com afeto&comma; respeito&comma; informação e acolhimento são fundamentais para essa comunidade que cresce e se fortalece a cada dia<&sol;strong>”&comma; reforça Anderson Freitas&comma; Homem Cis Gay&period;<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Em um cenário ainda marcado por desigualdades e desafios&comma; o acesso à saúde com respeito&comma; acolhimento e equidade é uma das principais bandeiras da população LGBTQIAPN&plus;&period; Para profissionais que vivenciam essa realidade na prática&comma; como Joice Paixão — terapeuta ocupacional&comma; bissexual e com mais de 20 anos de atuação na área da saúde —&comma; garantir esse direito é também uma forma de afirmar identidades&period; Ela reforça&colon;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<h4>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>A saúde está entre as conquistas que fortalecem o orgulho de ser quem se é&period; Ela ajuda a quebrar o silêncio e oferece força e liberdade diante do peso do preconceito<&sol;strong>&period;”<&sol;h4>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>O DIA DO ORGULHO LGBTQIA&plus;<&sol;strong><br &sol;>Desde 1969&comma; o dia 28 de junho ficou marcado como o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA&plus;&comma; após um movimento que se opôs à discriminação policial contra membros da comunidade no bar Stonewall Inn&comma; em Nova Iorque &lpar;EUA&rpar; – o episódio ficou conhecido como Rebelião de Stonewall&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nos anos seguintes&comma; a causa foi ganhando destaque ao redor do mundo&comma; fomentando a luta pelos direitos das pessoas LGBTQIA&plus; e a criação de políticas públicas de saúde para essa população&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>No Ministério Público do Estado da Bahia&comma; atuamos diariamente para enfrentar a LGBTfobia e garantir o acesso à justiça&comma; à saúde&comma; à educação e a todos os direitos fundamentais&period; Nosso trabalho&comma; por meio da Promotoria especializada em direitos LGBTIA&plus;&comma; reafirma o compromisso com a construção de uma sociedade plural&comma; laica e democrática<&sol;strong>”&comma; reforça Dra&period; Márcia Teixeira — Promotora de Justiça de Direitos Humanos do Ministério Público do Estado da Bahia&comma; com atuação na defesa dos direitos da população LGBTQIAPN&plus; e no combate à LGBTfobia&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;7338" aria-describedby&equals;"caption-attachment-7338" style&equals;"width&colon; 449px" class&equals;"wp-caption aligncenter"><figcaption id&equals;"caption-attachment-7338" class&equals;"wp-caption-text">Dra&period; Márcia Teixeira<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p><strong>CONQUISTAS NA SAÚDE<&sol;strong><br &sol;>No Brasil&comma; as primeiras ações governamentais voltadas à saúde da população LGBTQIAPN&plus; surgiram na década de 1980&comma; ainda marcadas por preconceitos e associadas exclusivamente à epidemia de HIV&sol;AIDS&period; Foi apenas a partir dos anos 2000 que o tema começou a ser tratado de forma mais ampla na legislação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com o Ministério da Saúde as estratégias para a promoção do acesso à saúde da População LGBTQIAPN&plus; visam afastar a discriminação e o preconceito no sistema de saúde&comma; promover o acesso aos serviços de saúde que atendam às necessidades de saúde dessa população&comma; promover o aperfeiçoamento dos profissionais para o atendimento sensível à diversidade de gênero e orientação sexual&comma; ampliar a oferta de ações de prevenção e promoção da saúde voltadas para essa população e desenvolver pesquisas e estudos epidemiológicos sobre a saúde LGBTQIAPN&plus;&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<p><strong>Confira algumas das principais conquistas<&sol;strong> – Fonte&colon; Site do Butantan<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Prevenção e tratamento do HIV&colon; PrEP e PEP &lpar;1990&sol;2010&rpar;<&sol;strong><br &sol;>Foi desenvolvido o primeiro medicamento contra HIV&comma; a Profilaxia Pós-Exposição &lpar;PEP&rpar;&comma; destinada a prevenir a infecção em pessoas possivelmente já expostas&period; Em 2010&comma; surgiu a Profilaxia Pré-Exposição &lpar;PrEP&rpar;&comma; indicada para a prevenção da infecção antes do contato com o vírus em pessoas com risco de exposição&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os medicamentos antirretrovirais da PrEP e PEP são fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde &lpar;SUS&rpar; e ajudaram a reduzir as infecções por HIV no Brasil em 11&comma;1&percnt; entre 2019 e 2021&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Proibição de práticas que favoreçam a patologização da homossexualidade &lpar;1999&rpar;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O Conselho Federal de Psicologia &lpar;CFP&rpar; brasileiro proibiu que psicólogos exercessem atividades que favorecessem a patologização &lpar;atribuição de status de doença&rpar; da homossexualidade&comma; ou colaborassem com serviços que propusessem tratamentos relacionados à orientação sexual ou identidade de gênero&period;<br &sol;><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;site&period;cfp&period;org&period;br&sol;wp-content&sol;uploads&sol;1999&sol;03&sol;resolucao1999&lowbar;1&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Publicação da Resolução nº 001&sol;99<&sol;a><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Programa &OpenCurlyDoubleQuote;<a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;bvsms&period;saude&period;gov&period;br&sol;bvs&sol;publicacoes&sol;brasil&lowbar;sem&lowbar;homofobia&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Brasil Sem Homofobia<&sol;a>” e o direito à saúde &lpar;2004&rpar;<&sol;strong><br &sol;>Foi criado&comma; pelo governo federal&comma; o Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra a população LGBT e de Promoção da Cidadania de Homossexuais&period; O documento versa sobre os direitos da comunidade&comma; entre eles&comma; o direito à saúde&comma; com o objetivo de consolidar um atendimento e tratamento igualitário para todos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Foi elaborada a Política Nacional de <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;bvsms&period;saude&period;gov&period;br&sol;bvs&sol;publicacoes&sol;politica&lowbar;nac&lowbar;atencao&lowbar;mulher&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Atenção Integral à Saúde da Mulher<&sol;a> levou à criação de programas voltados para grupos em situação de maior vulnerabilidade<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Política Nacional de Saúde Integral LGBTQIA&plus; &lpar;2011&rpar;<&sol;strong><br &sol;>O Ministério da Saúde instituiu a <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;bvsms&period;saude&period;gov&period;br&sol;bvs&sol;publicacoes&sol;politica&lowbar;nacional&lowbar;saude&lowbar;lesbicas&lowbar;gays&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Política Nacional de Saúde Integral LGBTQIA&plus;<&sol;a>&period; Entre seus objetivos&comma; estão ampliar o acesso da população LGBTQIA&plus; aos serviços do SUS&comma; garantindo o respeito e a prestação de serviços de saúde com qualidade e resolução de suas demandas e necessidades&semi; a promoção da atenção e do cuidado especial com adolescentes LGBTQIA&plus;&comma; garantindo sua saúde mental&comma; assim como acolhimento e apoio&semi; e o monitoramento dos indicadores de saúde e de serviços para a população LGBTQIA&plus;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Regulamentação do processo de redesignação sexual no SUS &lpar;2013&rpar;<&sol;strong><br &sol;>O processo transexualizador foi incluído no SUS em 2008&comma; com a publicação da Portaria nº 1&period;707&sol;08&comma; incluindo desde o tratamento hormonal até cirurgias&period; Essa portaria contemplava somente mulheres trans &lpar;pessoas do sexo masculino com identidade de gênero feminina&rpar;&comma; e foi substituída em 2013 pela <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;bvsms&period;saude&period;gov&period;br&sol;bvs&sol;saudelegis&sol;gm&sol;2013&sol;prt2803&lowbar;19&lowbar;11&lowbar;2013&period;html" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Portaria nº 2&period;803&sol;13<&sol;a>&comma; para que homens trans &lpar;pessoas do sexo feminino com identidade de gênero masculino&rpar; também tivessem direito tanto à terapia hormonal quanto às cirurgias&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Doação de sangue por homens que se relacionam com homens &lpar;2020&rpar;<&sol;strong><br &sol;>O Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; brasileiro derrubou a restrição que impedia a doação de sangue por homens que houvessem mantido relações sexuais com outros homens nos últimos 12 meses&period; A proibição constava na <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;saude&period;rs&period;gov&period;br&sol;upload&sol;arquivos&sol;carga20170553&sol;04145350-rdc-anvisa-34-2014&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Resolução RDC nº 34&sol;14<&sol;a> da Agência Nacional de Vigilância Sanitária &lpar;Anvisa&rpar; e na <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;bvsms&period;saude&period;gov&period;br&sol;bvs&sol;saudelegis&sol;gm&sol;2016&sol;prt0158&lowbar;04&lowbar;02&lowbar;2016&period;html" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Portaria nº 158&sol;16<&sol;a> do Ministério da Saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Acesso de pessoas trans a tratamentos e exames com restrição de gênero &lpar;2024&rpar;<&sol;strong><br &sol;>O Ministério da Saúde mudou a classificação de gênero de mais de 200 procedimentos no SUS com o intuito de ampliar o acesso aos tratamentos da rede pública para pessoas transexuais&period; A restrição de gênero dificultava que homens e mulheres trans tivessem acesso ao tratamento de doenças e a determinados procedimentos&period; A nova determinação inclui procedimentos como vasectomia&comma; tratamentos contra o câncer no útero&comma; parto&comma; mastectomia &lpar;retirada das mamas&rpar; e exames específicos para a saúde feminina e masculina&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>CIRURGIAS DO PROCESSO TRANSEXUALIZADOR NA BAHIA<&sol;strong><br &sol;>O <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;ebserh&sol;pt-br&sol;hospitais-universitarios&sol;regiao-nordeste&sol;hupes-ufba" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Hospital Universitário Professor Edgard Santos<&sol;a> &lpar;Hupes-UFBA&sol;Ebserh&rpar; foi habilitado pelo Ministério da Saúde como Centro de Atenção Especializada no <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;composicao&sol;saes&sol;saips&sol;manuais&sol;manuais-cgae&sol;orientacoes-para-habilitacao-processo-trans&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">Processo Transexualizador<&sol;a> – Modalidade Hospitalar&comma; passando a integrar oficialmente a rede federal de atenção à saúde da população LGBTQIAPN&plus; na Bahia&period; A medida foi publicada na Portaria GM&sol;MS nº 7&period;033&comma; de 29 de maio de 2025&comma; no Diário Oficial da União&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;7336" aria-describedby&equals;"caption-attachment-7336" style&equals;"width&colon; 559px" class&equals;"wp-caption aligncenter"><figcaption id&equals;"caption-attachment-7336" class&equals;"wp-caption-text">Hupes&sol;Ufba<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p>Com a habilitação&comma; o hospital passa a receber repasses financeiros específicos do Ministério da Saúde&comma; substituindo o financiamento que antes era feito com recursos próprios do governo estadual&period; A unidade realiza atualmente uma cirurgia afirmativa de gênero por mês e&comma; com a nova classificação&comma; assume compromissos de produção&comma; qualidade e regulação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para a coordenadora do serviço&comma; a endocrinologista Luciana Oliveira&comma; essa conquista representa um avanço na assistência e também na formação de profissionais&period; &OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Serviços especializados como o nosso também se tornam centros de treinamento&comma; o que impacta diretamente a qualidade do atendimento<&sol;strong>”&comma; afirmou&period; Segundo ela&comma; a estabilidade dos recursos garante a continuidade do programa&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em><strong>Como acessar o serviço<&sol;strong><&sol;em><br &sol;>Pessoas trans interessadas no acompanhamento devem agendar a consulta no Ambulatório Magalhães Neto&comma; no próprio hospital&comma; de segunda a sexta&comma; das 7h às 19h&period; Os atendimentos ocorrem sempre às sextas-feiras&comma; das 13h às 17h&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O atendimento inclui acolhimento da equipe de Enfermagem&comma; seguido de encaminhamentos para Endocrinologia e Psicologia&comma; além de especialidades como Serviço Social&comma; Fonoaudiologia&comma; Ginecologia&comma; Psiquiatria e Urologia&comma; conforme necessidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>ENTENDA AS SIGLAS<&sol;strong> – Fonte&colon; &commat;filhopenildonsilva<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Você sabe o que significa cada caractere&quest;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>L<&sol;strong> – Mulheres que sentem atração sexual&sol;romântica por pessoas do mesmo gênero &lpar;Lésbicas&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>G<&sol;strong> – Homens que sentem atração sexual&sol;romântica por pessoas do mesmo gênero &lpar;Gays&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>B<&sol;strong> – Pessoas que sentem atração sexual&sol;romântica por mais de um gênero &lpar;Bissexuais&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>T<&sol;strong> – Pessoas que não se identificam com o gênero atribuído em seu nascimento&comma; ou seja&comma; se refere à identidade de gênero oposta ao sexo físico biológico &lpar;Transexuais&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Q<&sol;strong> – Pessoas que não se identificam com os padrões de heteronormatividade impostos pela sociedade e transitam entre os &OpenCurlyDoubleQuote;gêneros”&comma; sem necessariamente concordar com tais rótulos &lpar;Queer&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>I<&sol;strong> – Pessoas nascidas com características biológicas &lpar;genitais&comma; hormônios&comma; etc&period;&rpar; que não se enquadram nas definições típicas de sexo masculino ou feminino&period; Uma pessoa intersexo pode ser hétero&comma; gay&comma; lésbica&comma; bissexual ou assexual&comma; e pode se identificar como mulher&comma; homem&comma; ambos ou nenhum &lpar;Intersexo&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>A<&sol;strong> – Pessoas com ausência total&comma; parcial&comma; condicional ou circunstancial de atração sexual&period; &lpar;Assexuais&comma; agênero ou arromânticos&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>P<&sol;strong> – Pessoas que possuem atração sexual&sol;romântica por pessoas independentemente do sexo ou gênero das mesmas&period; &lpar;Pansexuais e polissexuais&rpar;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>N<&sol;strong> – Pessoas que não se identificam no padrão binário de gênero &lpar;Não binárias&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&plus;<&sol;strong> – é utilizado para incluir outros grupos e variações de gêneros e sexualidades não mencionadas&comma; além dos gêneros fluídos&comma; reconhecendo a vasta diversidade que existe&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;quando-a-sensibilidade-e-forca-e-o-orgulho-e-resistencia&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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