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<p>O consumo exagerado de sal continua entre os principais fatores de risco para doenças crônicas no mundo. Durante a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bvsms.saude.gov.br/12-a-18-5-semana-mundial-de-conscientizacao-sobre-o-sal-2025/" target="_blank" rel="noopener">Semana Mundial de Conscientização sobre o Sal</a>, realizada entre os dias 11 e 17 de maio, especialistas reforçam a importância de reduzir a ingestão diária para prevenir complicações cardiovasculares e melhorar a qualidade de vida.</p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://fiocruz.br/glossario/oms-organizacao-mundial-da-saude" target="_blank" rel="noopener">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a> recomenda até 5 gramas de sal por dia, o equivalente a uma colher de chá rasa ou menos de 2.000 mg de sódio diários. Mesmo assim, o consumo médio global varia entre 10 e 11 gramas por dia, mais que o dobro do limite indicado.</p>
<p>Segundo o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, muitas pessoas ainda confundem sal e sódio, o que dificulta a conscientização sobre os riscos do excesso.</p>
<blockquote>
<p>“<strong>O sal do nosso dia a dia reúne sódio e cloro. Já o sódio aparece tanto no sal quanto em diversos alimentos industrializados, mesmo quando eles não têm sabor salgado. O problema não está no consumo moderado, mas no exagero”,</strong> explica o médico nutrólogo.</p>
</blockquote>
<p>No Brasil, as estimativas apontam um consumo médio entre 8 e 10 gramas de sal por dia. Além disso, boa parte da população não percebe o excesso porque muitos produtos industrializados concentram grandes quantidades de sódio.</p>
<figure id="attachment_9879" aria-describedby="caption-attachment-9879" style="width: 369px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-9879" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Alimentos industrializados exigem atenção</strong></h4>
<p>O excesso de sal pode elevar a pressão arterial, sobrecarregar os rins e aumentar o risco de doenças cardiovasculares, como infarto e <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/avc" target="_blank" rel="noopener">acidente vascular cerebral (AVC)</a>. Por isso, especialistas consideram a redução do consumo uma medida importante para a prevenção de problemas de saúde pública.</p>
<p>Entre os alimentos que exigem mais atenção estão embutidos, macarrão instantâneo, refeições congeladas, salgadinhos, molhos prontos, enlatados, biscoitos e até refrigerantes, que podem apresentar altos níveis de sódio.</p>
<p>Além disso, especialistas recomendam priorizar alimentos in natura ou minimamente processados e diminuir o consumo de ultraprocessados.</p>
<p>Outra orientação importante envolve a leitura dos rótulos. Comparar marcas e verificar a quantidade de sódio ajuda na escolha de produtos mais saudáveis. Muitos alimentos considerados leves ou saudáveis, como cereais matinais, também podem conter altas quantidades de sal.</p>
<h4><strong>Pequenas mudanças ajudam na redução do sal</strong></h4>
<p>Evitar deixar o saleiro à mesa também contribui para a reeducação gradual do paladar. Além disso, temperos naturais, como alho, cebola, coentro, salsinha, folhas de louro e pimenta, ajudam a dar sabor aos alimentos sem exagerar no sal.</p>
<p>Apesar dos alertas, o especialista ressalta que o sal não deve sair completamente da alimentação. Em quantidades adequadas, ele participa do equilíbrio de líquidos no organismo, da contração muscular, do funcionamento renal e da transmissão dos impulsos nervosos.</p>
<p>“<strong>O sal ajuda a regular o ritmo cardíaco, o volume sanguíneo e também auxilia na reposição do sódio perdido pelo suor, especialmente em pessoas que praticam atividade física. Os prejuízos aparecem quando o consumo ultrapassa as necessidades do organismo”</strong>, finaliza Durval Ribas Filho.</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/excesso-de-sal-aumenta-risco-de-hipertensao-infarto-e-avc/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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