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<p>O aumento da expectativa de vida no Brasil trouxe avanços importantes para a população idosa. No entanto, esse cenário também acendeu um alerta para um problema cada vez mais comum: a polifarmácia, caracterizada pelo uso de quatro ou mais medicamentos ao mesmo tempo.</p>
<p>Segundo dados do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/" target="_blank" rel="noopener">Ministério da Saúde</a> e da Organização Mundial da Saúde (OMS), muitos idosos utilizam cinco ou mais remédios diariamente para controlar doenças crônicas, como <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hipertensao" target="_blank" rel="noopener">hipertensão</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/diabetes" target="_blank" rel="noopener">diabetes</a>, artrite, colesterol alto e problemas cardíacos. Embora esses medicamentos sejam necessários em diversos casos, o uso simultâneo pode provocar efeitos colaterais, interações medicamentosas e complicações graves.</p>
<p>Além disso, a combinação inadequada de remédios aumenta o risco de quedas, confusão mental, sonolência excessiva e até internações hospitalares. Por esse motivo, especialistas reforçam a importância do acompanhamento médico contínuo e da revisão periódica das prescrições.</p>
<h4>Organização da rotina reduz riscos</h4>
<p>Para evitar problemas relacionados ao uso excessivo de medicamentos, manter uma rotina organizada faz toda a diferença. Entre as medidas recomendadas estão a criação de uma lista atualizada dos remédios utilizados, o respeito aos horários e às dosagens e o uso de organizadores específicos para comprimidos.</p>
<p>Da mesma forma, consultas regulares ajudam os profissionais de saúde a avaliarem possíveis ajustes no tratamento. Assim, o paciente recebe apenas os medicamentos realmente necessários para sua condição clínica.</p>
<p>De acordo com o geriatra Hernan Sampaio, o cuidado com idosos deve acontecer de forma integrada e constante.</p>
<blockquote>
<p><strong>“Muitos idosos utilizam medicamentos prescritos por diferentes especialistas e, sem uma avaliação conjunta, aumenta-se o risco de interações e reações adversas. O ideal é que haja uma revisão global da terapia medicamentosa do paciente, sempre considerando sua real necessidade</strong>”, explica.</p>
</blockquote>
<figure id="attachment_10017" aria-describedby="caption-attachment-10017" style="width: 359px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10017" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4>Família e cuidadores têm papel importante</h4>
<p>Além do acompanhamento médico, familiares e cuidadores também exercem uma função fundamental na segurança do tratamento. Isso porque eles ajudam a garantir que os horários sejam respeitados e conseguem perceber sinais de possíveis reações adversas.</p>
<p>“<strong>O apoio da família é importante para garantir adesão ao tratamento e para observar possíveis sinais de efeitos adversos, como tontura, sonolência excessiva ou alterações cognitivas”</strong>, acrescenta o especialista.</p>
<h4>Automedicação exige atenção redobrada</h4>
<p>Outro ponto de alerta envolve a automedicação. Vitaminas, chás, suplementos e medicamentos de uso comum podem interferir na eficácia dos remédios prescritos e provocar reações indesejadas.</p>
<p>Por isso, especialistas orientam que toda substância utilizada pelo idoso seja informada durante as consultas médicas. Dessa maneira, o profissional consegue avaliar possíveis interações e garantir mais segurança ao tratamento.</p>
<p>Segundo Sampaio, esse acompanhamento deve ocorrer de forma contínua. “<strong>Mesmo produtos naturais ou vendidos sem prescrição podem interferir no efeito dos medicamentos de uso contínuo. Por isso, é fundamental que o paciente tenha toda a sua terapia medicamentosa conhecida e revisada periodicamente, garantindo maior segurança no tratamento”,</strong> conclui</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/excesso-de-medicamentos-pode-afetar-saude-dos-idosos/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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