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<p>Quadros e esculturas que transmitem legados ancestrais, história e memória. Esta é a proposta da exposição &#8220;Pelourinho: Ecos de Pedra, Mar e Encantaria — do coração da cidade ao Rio Vermelho&#8221;. Com curadoria de Tati Sampaio, traz 25 artistas visuais retratando o Centro Histórico através de um viés cultural, religioso e territorial. A abertura, para convidados e imprensa, será no dia 02 de junho, das 19h às 21h. O público poderá conferir as obras a partir do dia 03 até 04 de julho, na Confraria das Ostras, no Rio Vermelho.</p>
<p>Os artistas desta edição são Adriana Campelo, Alba Trindade, Alexandre Soares, Augusto Wences, Bruno Pamponet, Calixto, Carmen Freaza, Célia Mallett, Coletivo Fuerza Natura, Cristinne Castro, Fred Sá, Gabriela Cruz, Graça Lima, Helena Maria Cruz, Josefa Amorim, Kátia Cunha, Maria Laura Sourbeck, Maria Nazaré Santos, Matheus Andrade, Pico Garcez, Rosana Asfora, Sônia Amorim, Sônia Castro, Tati Sampaio e Vini Dendê. O grupo traz uma diversidade de linguagens artísticas, com o uso de cerâmica, pintura, escultura e instalação.</p>
<figure class="image"><figcaption>Obra de Alba Trindade</figcaption></figure>
<p><strong>Pelourinho: força e vivência que se estende até o Rio Vermelho</strong></p>
<p>Inspirada na força simbólica do Pelourinho, um dos principais marcos culturais do Brasil, a mostra reúne obras que dialogam com as heranças afro-diaspóricas e os vestígios urbanos que constituem a identidade de Salvador. Desafiadora, a exposição propõe uma expansão desse imaginário até o Rio Vermelho, bairro onde a arte contemporânea, o mar e a vida cotidiana se encontram.</p>
<p>Segundo a curadora, &#8220;Pelourinho&#8230;&#8221; é mais do que uma exposição. &#8220;O projeto propõe uma travessia poética entre espaços e tempos, conectando passado e presente, centro e margem, tradição e criação contemporânea. É um convite para perceber Salvador como um território vivo, onde cada pedra, cada onda e cada gesto artístico carregam ecos de histórias profundas e forças invisíveis&#8221;, pontua.</p>
<p>Tati completa com a reiteração do sagrado e o terreno presente nas obras. &#8220;Os artistas exploram a relação entre matéria e espiritualidade, evocando a encantaria como elemento central: aquilo que não se vê, mas se sente; que não se explica, mas se manifesta.&#8221;</p>
<figure class="image"><figcaption>Obra de Fred Sá</figcaption></figure>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>&#8220;Pelourinho: Ecos de Pedra, Mar e Encantaria — do coração da cidade ao Rio Vermelho&#8221;</p>
<p>Onde: Restaurante Confraria das Ostras (Rua Fonte do Boi, 8)</p>
<p>Quando: de 03 de junho a 04 de julho de 2026</p>
<p>Quanto: entrada franca</p>
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<p><a href="https://www.estadodabahia.com.br/noticia/49209/mostra-qpelourinho-ecos-de-pedra-mar-e-encantariaq-inspira-artistas-a-retratar-o-centro-historico-e-sua-fusao-cultural-com-o-rio-vermelho">Fonte: Clique aqui</a></p>


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