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<p><strong>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (18) em Paris o avanço da discussão internacional sobre a taxação de grandes fortunas e afirmou que apoiaria a inclusão do tema nas discussões do G7, grupo que reúne as sete democracias mais ricas do planeta.</strong></p>
<p>Em viagem à França para reuniões preparatórias da cúpula das maiores economias desenvolvidas, Durigan participou de um evento promovido pela revista <em>Le Grand Continent </em>ao lado do economista francês Gabriel Zucman, um dos principais defensores da criação de um imposto mínimo global sobre bilionários.</p>
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<p>“Eu sou muito disposto a levar esse debate porque é um debate do nosso tempo. Agora, se tiver espaço para discutir justiça tributária, eu sou o primeiro a topar”, afirmou o ministro. </p>
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<p>O encontro reuniu acadêmicos, políticos e representantes do setor econômico francês para discutir tributação internacional e desigualdade. Zucman é autor de uma proposta que prevê um imposto mínimo global de 2% sobre patrimônios superiores a US$ 100 milhões. </p>
<p>O economista colaborou com o governo brasileiro durante a presidência do G20, formado pelas 19 maiores economias do planeta, mais a União Europeia e a União Africana, em 2024.</p>
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<h2>Reforma brasileira</h2>
<p><strong>Durigan destacou a experiência recente do Brasil com a aprovação, em 2025, da reforma do Imposto de Renda que criou uma alíquota mínima progressiva sobre super-ricos. Segundo a Fazenda, cerca de 142 mil pessoas devem ser alcançadas pela medida.</strong></p>
<p>Apesar do apoio do Brasil, o tema enfrenta resistência internacional, especialmente dos Estados Unidos. Ainda assim, a discussão ganhou espaço no G20 durante a cúpula realizada no Rio de Janeiro.</p>
<p>Na França, um projeto semelhante acabou rejeitado pelo Senado francês. A proposta previa taxação anual de 2% sobre patrimônios superiores a 100 milhões de euros.</p>
<h2>Investimentos e minerais</h2>
<p><strong>Durante a passagem por Paris, Durigan também buscou reforçar a imagem do Brasil como destino de investimentos estrangeiros. </strong>Segundo ele, o país vive um momento favorável em meio às tensões internacionais.</p>
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<p>“Os ativos brasileiros ainda me parecem interessantes, como estão ainda baratos, me parece, uma chamada para investimento no Brasil”, afirmou.</p>
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<p>O ministro também destacou o potencial brasileiro na produção de minerais críticos, como terras raras, nióbio e grafeno, considerados estratégicos para a indústria tecnológica e a transição energética.</p>
<p>“É fundamental dar segurança jurídica, por isso um novo marco que garanta procedimentos céleres e seguros”, afirmou. “A diretriz é reforçar esse papel e avançar para um estímulo à industrialização desses minerais no Brasil.”</p>
<p>Antes de retornar ao Brasil, Durigan terá uma reunião com Fatih Birol, diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), em Paris.</p>
<h2>Guerra no radar</h2>
<p><strong>Embora a taxação dos ultrarricos tenha dominado parte dos debates paralelos ao G7, a principal preocupação dos ministros das Finanças continua sendo o impacto econômico da guerra no Oriente Médio</strong>, especialmente os riscos para o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz.</p>
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<p>“Tem sido muito importante ouvir os ministros e as lideranças de outros países, que estão sentindo o impacto da guerra de uma outra perspectiva”, disse Durigan.</p>
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<p>O ministro voltou a defender “subsídios limitados” aos combustíveis como forma de reduzir as consequências da crise energética sobre os preços domésticos.</p>
<p>A agenda oficial do G7 também inclui discussões sobre inflação global, segurança energética e estabilidade geopolítica. O ministro fica em Paris até terça-feira (19).</p>
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<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/durigan-defende-taxacao-de-ultrarricos-em-agenda-do-g7">Fonte: Clique aqui</a></p>


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