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<p><strong>Os impactos econômicos das guerras no Oriente Médio e na Ucrânia e as negociações sobre minerais críticos serão os principais temas discutidos pelo Brasil nas reuniões do Brics e do G7, disse nesta terça-feira (12) o ministro da Fazenda, Dario Durigan.</strong></p>
<p>Em entrevista ao programa Na Mesa com Datena, apresentado pelo jornalista José Luiz Datena na <strong>TV Brasil</strong>, Durigan também detalhou que as negociações incluirão investimentos estratégicos e segurança energética.</p>
<p>As viagens ocorrerão em meio ao aumento das tensões geopolíticas globais e fazem parte da estratégia do governo brasileiro de antecipar cenários de turbulência internacional para proteger setores como combustíveis, agronegócio e mineração.</p>
<p>O ministro afirmou a Datena que o Brasil pretende consolidar-se como parceiro estratégico em recursos minerais e tecnologia, ao mesmo tempo em que busca ampliar a cooperação internacional em áreas consideradas sensíveis para a economia brasileira.</p>
<h2>Agenda em Moscou</h2>
<p><strong>O ministro parte nesta quarta-feira (13) do Brasil. Na quinta (14), desembarca em Moscou, onde participará da reunião do Banco do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.</strong></p>
<p><strong>O foco principal será discutir formas de proteger a economia brasileira dos efeitos das guerras internacionais, especialmente sobre os preços dos combustíveis e sobre o agronegócio.</strong></p>
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<p>“O tema de como a gente se prepara e protege o Brasil da guerra é o tema que mais me importa”, afirmou Durigan.</p>
</blockquote>
<p>O ministro pretende se reunir com representantes da Índia, de países do Oriente Médio e de outras nações do bloco para avaliar cenários econômicos diante da instabilidade internacional. Durigan ressalta que mesmo a guerra sendo alheia à vontade dos brasileiros, afeta o país. </p>
<p>&#8220;Ela afeta muito a vida das pessoas. Claro, nós estamos acompanhando, como no preço de combustível&#8221;, declarou o ministro.</p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=462214-->No programa Na Mesa com Datena, Dario Durigan fala sobre reuniões do Brics e do G7- <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=462214--></h6>
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<p><strong>Outro ponto central da agenda será a preservação de investimentos financiados pelo Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como Banco do Brics.</strong></p>
<p><strong>Entre os projetos prioritários citados pela equipe econômica está o desenvolvimento do primeiro Hospital Inteligente da América Latina, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e financiado pelo Banco do Brics.</strong></p>
<p>Segundo o governo, a iniciativa prevê integração tecnológica internacional e cooperação entre especialistas de vários países.</p>
<h2>Minerais estratégicos</h2>
<p>A pauta de minerais críticos também será levada tanto à Rússia quanto à França, onde o ministro chega na segunda-feira (18) para a reunião do G7. <strong>O governo brasileiro quer transformar o país em um dos principais fornecedores globais de matérias-primas consideradas essenciais para a indústria tecnológica e para a transição energética.</strong></p>
<p>Entre os minerais citados estão terras raras, nióbio e grafeno. Atualmente, a China lidera a produção mundial desses materiais, enquanto o Brasil busca consolidar sua posição como segunda maior reserva global.</p>
<p>Segundo Durigan, o novo marco legal recentemente aprovado pelo Congresso pretende oferecer segurança jurídica aos investidores estrangeiros sem abrir mão do controle nacional sobre os recursos.</p>
<p>“No Brasil, a gente quer dar segurança jurídica para um negócio que interessa ao mundo: minerais críticos”, afirmou.</p>
<p>O governo defende que futuras parcerias internacionais estejam vinculadas à industrialização local e à geração de empregos no país.</p>
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<p>“O primeiro pilar é soberania; o segundo é incentivar a industrialização local”, declarou o ministro.</p>
</blockquote>
<p>Durigan também afirmou que o Brasil quer estimular a industrialização para transformar matéria-prima em produtos mais elaborados e ampliar o desenvolvimento interno.</p>
<p>&#8220;Não queremos repetir um padrão histórico que a gente viu com o ouro, com a prata, com a cana de açúcar, ou com o minério de ferro. Que é: tira tudo daqui e depois eu compro a placa de aço industrializada, depois eu compro o petróleo, o diesel importado. Quero incentivar a industrialização no Brasil&#8221;, afirmou.</p>
<h2>Reunião do G7</h2>
<p><strong>Em Paris, Durigan terá encontros ligados ao G7, grupo que as sete democracias mais ricas do planeta. O Brasil participará como país convidado.</strong></p>
<p><strong>Além dos debates sobre minerais estratégicos, a agenda deve incluir segurança global, impactos econômicos das guerras e alternativas para estabilização geopolítica.</strong></p>
<p>Segundo Durigan, o Brasil pretende se apresentar como alternativa confiável para o fornecimento de minerais críticos diante da dependência internacional em relação à China.</p>
<p>A equipe econômica também quer ampliar negociações com países europeus interessados em investir no setor mineral brasileiro sob novas regras de exploração.</p>
<h2>Investimentos externos</h2>
<p><strong>As viagens também terão foco em atração de investimentos estrangeiros para setores de tecnologia e infraestrutura.</strong></p>
<p>Segundo o ministro, conversas anteriores com empresas alemãs durante a Feira de Hanover, realizada em abril na Alemanha, abriram espaço para futuras instalações industriais no Brasil.</p>
<p>A estratégia do governo é vincular investimentos externos à criação de empregos qualificados, apoio às universidades e transferência de tecnologia.</p>
<p>Durigan afirmou ainda que o Brasil pretende manter relações internacionais sob uma lógica de defesa da soberania econômica.</p>
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<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/durigan-brasil-discutira-guerra-e-minerais-em-reunioes-do-brics-e-g7">Fonte: Clique aqui</a></p>


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