<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 3.0.3 -->
<div class="quads-location quads-ad1" id="quads-ad1" style="float:none;margin:0px;">

</div>
<p></p>
<p>No mês em que passou à condição de ré, em abril deste ano, Maria do Socorro teve o maior contracheque desde seu afastamento cautelar</p>
<div wp_automatic_>
<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/05/maria-do-socorro-barreto-santiago-311x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/05/maria-do-socorro-barreto-santiago-675x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Desembargadora Maria do Socorro<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p><strong>A desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago</strong>, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), <strong>ganhou R$ 1,3 milhão em salários</strong> desde seu afastamento da Corte por <strong>suspeita de venda de sentenças, em abril de 2024.</strong></p>
<p>Alvo da Operação Faroeste e hoje no banco dos réus após denúncia recebida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), a magistrada é<strong> acusada de receber propinas do esquema por meio de cheques,</strong> depósitos em dinheiro vivo, um relógio Rolex e até jantares em um restaurante japonês de Salvador, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>O Estadão pediu esclarecimentos ao tribunal baiano sobre os pagamentos, que registram média mensal de R$ 54,3 mil nos 24 meses de afastamento, mas não houve resposta.</p>
<p>Quando Maria do Socorro se tornou ré por corrupção passiva, a defesa, representada pelos advogados Bruno Espiñeira e Victor Quintiere, a<strong>firmou que não houve comprovação de prática criminosa</strong> e sustentou que a PGR apresentou fatos novos nas alegações finais que não constavam originalmente da denúncia.</p>
<p>“A defesa confia plenamente no julgamento a ser realizado pelo Poder Judiciário, acreditando na condução técnica, imparcial e fundamentada do feito, em estrita observância às garantias constitucionais do devido processo legal. A defesa reafirma sua convicção na absoluta inocência da desembargadora, a qual, ao longo de toda a persecução penal, manteve conduta compatível com a legalidade, com a ética e com os deveres inerentes ao exercício da magistratura”, disseram os advogados.</p>
<p><strong>No mês em que passou à condição de ré,</strong> em abril deste ano, <strong>Maria do Socorro teve o maior contracheque desde seu afastamento cautelar.</strong> A desembargadora recebeu R$ 104 mil líquidos. No acumulado de 2026, os pagamentos já somam R$ 267 mil. Em 2025, ela recebeu R$ 664 mil.</p>
<p>A Operação Faroeste é uma investigação da Polícia Federal sob a tutela do STJ – Corte que detém atribuição para processar desembargadores. A PF aponta que o <strong>operador Adailton Maturino, identificado como falso cônsul da Guiné-Bissau</strong>, e sua mulher, a advogada Geciane Maturino, <strong>seriam responsáveis por corromper Maria do Socorro.</strong></p>
<p>Segundo a PGR, ela <strong>simulou empréstimos com familiares no valor total de R$ 480 mil para ocultar pagamentos de propina</strong> de Adailton Maturino por meio de cheques de uma de suas empresas.</p>
<p>A acusação afirma ainda que a <strong>magistrada utilizou o genro para pagar, em dinheiro vivo, uma parcela de R$ 275 mil na compra de uma casa</strong>, recurso que também teria origem ilícita.</p>
<p><strong>A investigação mostra ainda que Adailton Maturino comprou um relógio Rolex de R$ 120 mil</strong> para presentear a desembargadora. “O Rolex foi efetivamente encontrado em poder de Maria do Socorro. Além de fazer uso do Rolex em eventos do Tribunal de Justiça, o relógio foi apreendido na casa dela no cumprimento do mandado de busca e apreensão”, afirmou a PGR.</p>
<p>Em alegações finais, a Procuradoria relatou também que Adailton mantinha um acordo com um restaurante japonês de Salvador para que desembargadores e juízes de suas relações frequentassem o local e lançassem as despesas em sua conta. Segundo a investigação, a empresa do operador chegou a gastar R$ 1,5 milhão com essas despesas. Maria do Socorro aparece entre os frequentadores citados.</p>
<p><strong>A Operação Faroeste é uma das maiores investigações no País sobre corrupção no Judiciário.</strong> Deflagrada em 2019, ela identificou um esquema de venda de sentenças ligado à grilagem de terras no oeste baiano e que envolve magistrados, advogados, empresários e lobistas. Na fase inicial da operação, seis magistrados, entre desembargadores e juízes, foram afastados de seus cargos.</p>
</p></div>
<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/desembargadora-afastada-ha-2-anos-recebeu-r-13-milhao-de-salarios-na-bahia.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), anunciou…
O governo federal está com formulário aberto para que municípios de todo o país manifestem…
No canal, a CBF irá compartilhar conteúdos diários exclusivos, como fotos, vídeos e entrevistas com…
A influenciadora foi detida nesta quinta-feira (21) em operação que apura esquema de lavagem de…
Ao menos dez pessoas, inclusive uma criança, acompanham a agressão; ninguém interveio na situação Reprodução/INstagram/@chrisdelega…
Enquanto o time principal da categoria sub-20 vencia o Fortaleza, pelo Brasileirão, o Bahia também…