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Desembargadora suspeita de lavar propina com joias e obras de arte vira ré no STJ

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O Superior Tribunal de Justiça &lpar;STJ&rpar; recebeu denúncia contra a desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago e a juíza Marivalda Alves Moutinho&comma; ambas do Tribunal de Justiça da Bahia&comma; pelo crime de corrupção passiva&period; Alvos da Operação Faroeste&comma; que investiga um esquema de venda de sentenças na Corte baiana&comma; as magistradas estão afastadas desde abril de 2024&comma; embora continuem recebendo salários de R&dollar; 47 mil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A reportagem pediu manifestação das defesas de Maria do Socorro e Marivalda&comma; mas não havia recebido resposta até a publicação deste texto&period; O espaço está aberto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República&comma; as magistradas teriam ocultado valores supostamente recebidos como propina por meio da compra de joias e obras de arte&comma; declarações falsas de imposto de renda e uso de contas bancárias de &OpenCurlyDoubleQuote;laranjas”&comma; entre outras estratégias de lavagem&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Por unanimidade&comma; a Corte Especial do STJ rejeitou parte da denúncia por organização criminosa contra Maurício Teles Barbosa&comma; então secretário de Segurança Pública da Bahia&comma; Gabriela Caldas Rosa de Macedo&comma;ex-chefe de gabinete da pasta&comma; e Ediene Santos Lousado&comma; então procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo o relator da Operação Faroeste no STJ&comma; ministro Og Fernandes&comma; os elementos apresentados pelo Ministério Público não foram suficientes para demonstrar que os três acusados teriam aderido de forma estável e permanente ao grupo investigado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na decisão&comma; o relator rejeitou a denúncia contra os advogados Aristótenes dos Santos Moreira e Márcio Duarte Miranda&comma; além do agricultor João Antônio Franciosi&comma; por entender que não havia indícios suficientes de autoria ou participação nos crimes investigados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a subprocuradora-geral da República Luiza Cristina Frischeisen&comma; a investigação começou em 2015 no Ministério Público da Bahia&comma; após suspeitas de fraudes em escrituras de terras e grilagem no oeste baiano&period; A região passou a atrair interesse econômico com a expansão do agronegócio&comma; o que teria impulsionado disputas fundiárias&period; O caso foi enviado ao STJ diante da suspeita de participação de desembargadores no esquema&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além das magistradas&comma; os advogados Adailton Maturino dos Santos e Geciane Maturino dos Santos se tornaram réus também por corrupção passiva&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Og Fernandes&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;o pagamento da propina foi oferecido e efetivado por Adailton Maturino e Geciane Maturino&comma; de modo consciente e voluntário”&period; A reportagem também pediu manifestação das defesas de Adailton e Geciane&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As investigações apontam que eles cooptavam agentes públicos para influenciar decisões administrativas e judiciais no Tribunal de Justiça da Bahia&comma; com o objetivo de retirar produtores rurais das terras e transferir a área para empresários ligados ao grupo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O planejamento criminoso exigiria cooptar juízes de primeiro grau para definição dos rumos do processo judicial”&comma; anota Og Fernandes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a Procuradoria-Geral&comma; mais de 800 mil hectares foram alvo de grilagem&comma; área equivalente a cerca de cinco vezes o tamanho de Salvador&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para os investigadores&comma; os próprios advogados redigiam decisões favoráveis ao grupo e as repassavam a juízes e desembargadores do Tribunal da Bahia em troca de propina&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;acessepolitica&period;com&period;br&sol;noticia&sol;175823&sol;desembargadora-suspeita-de-lavar-propina-com-joias-e-obras-de-arte-vira-re-no-stj">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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