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<p>A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que prioriza o repasse de recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola para escolas que promovam a inclusão de estudantes da educação especial.</p>
<p>Terão prioridade no recebimento dos recursos as escolas que:</p>
<ul>
<li>apresentem maior déficit de acessibilidade, identificado em diagnóstico do Ministério da Educação;</li>
<li>atendam maior número de estudantes da educação especial, inclusive pessoas com transtorno do espectro autista;</li>
<li>estejam localizadas em municípios com maior vulnerabilidade socioeconômica.</li>
</ul>
<h3>Mudanças no texto original</h3>
<p>Por recomendação do relator, deputado Duda Ramos (Pode-RR), o colegiado aprovou a versão da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência para o Projeto de Lei 598/24 , do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM).</p>
<p>O projeto original alterava a legislação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para priorizar recursos destinados a escolas com salas de recursos multifuncionais.</p>
<p>No entanto, o relator argumentou que os repasses devem ser feitos por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola, que envia recursos federais diretamente às escolas públicas para melhorias na infraestrutura, manutenção e desenvolvimento de ações educacionais.</p>
<p>&#8220;Essa solução é a mais compatível com a organização federativa da educação nacional e com os instrumentos vigentes de apoio direto às unidades escolares&#8221;, justificou Duda Ramos.</p>
<h3>Origem dos recursos</h3>
<p>O texto estabelece que as despesas serão custeadas por dotações do Ministério da Educação, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e da Quota Federal do Salário-Educação.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A proposta tramita em <span title="Rito de tramita&#xE7;&#xE3;o pelo qual o projeto &#xE9; votado apenas pelas comiss&#xF5;es designadas para analis&#xE1;-lo, dispensada a delibera&#xE7;&#xE3;o do Plen&#xE1;rio. O projeto perde o car&#xE1;ter conclusivo se houver decis&#xE3;o divergente entre as comiss&#xF5;es ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a aprecia&#xE7;&#xE3;o da mat&#xE9;ria no Plen&#xE1;rio." >caráter conclusivo</span> e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
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<p><a href="https://acessepolitica.com.br/noticia/178844/comissao-de-educacao-aprova-proposta-que-prioriza-recursos-para-escolas-inclusivas">Fonte: Clique aqui</a></p>


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