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<p>O tenente-coronel segue preso preventivamente, sendo o principal suspeito de ter assassinado a sua esposa com um tiro na cabeça dentro de casa</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Gisele Alves Santana / Instagram</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/design-sem-nome-58-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/design-sem-nome-58-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">O tenente-coronel foi acusado de assédio sexual por uma colega de trabalho<br /></span></div>
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<p>A<strong> Polícia Militar do Estado de São Paulo informou nesta sexta-feira (27)</strong> que <strong>abriu uma investigação interna</strong> contra o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, principal suspeito de matar sua esposa, Gisele Alves, com um tiro na cabeça.</p>
<p>Segundo a corporação, o<strong> processo é independente da esfera penal e pode resultar na perda do posto e patente</strong>. Geraldo segue preso preventivamente, e o inquérito da PM está em fase final. Assim que finalizado e remetido à Justiça, o comando avaliará a instauração de conselho para a <strong>expulsão do policial da força</strong>.</p>
<p><strong>Geraldo foi preso no último dia 18</strong>, em São José dos Campos, interior de São Paulo. A investigação da Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP)<strong> identificou sangue da PM na toalha e na bermuda de Geraldo Neto.</strong> A apuração também constatou que o <strong>corpo da agente foi mexido</strong> pela forma como o sangue escorreu.</p>
<p><strong>Gisele foi morta com um tiro na cabeça no dia 18 de fevereiro</strong>, no apartamento onde o casal vivia, no Brás, região central de São Paulo. Na última quarta-feira (18), <strong>Geraldo Neto foi preso</strong>, suspeito de feminicídio e também pelo crime de fraude processual. Procurada, a defesa do militar, que nega que ele tenha matado Gisele, não retornou aos contatos da reportagem.</p>
<p><strong>Segundo o tenente-coronel, Gisele teria cometido suicídio enquanto ele tomava banho. </strong>Neto afirma ainda que a mulher teria atentado contra a própria vida após ele declarar a ela o desejo de romper a relação.</p>
<p>Contudo, prints de conversas anexados ao relatório final da investigação da Polícia Civil, obtido pelo Estadão, mostram que era Gisele quem demonstrava o desejo de se divorciar. <strong>Geraldo resistia e não aceitava o fim do casamento.</strong></p>
<p><strong>Os trechos foram extraídos do celular do tenente-coronel pelos investigadores</strong>. A Polícia Civil entende que esses diálogos são o “ponto central do relatório” porque revelam “um retrato sombrio e documentado da dinâmica do casal”.</p>
<h2>Outra acusação</h2>
<p>O tenente-coronel foi <strong>acusado de assédio sexual</strong> por uma colega de trabalho. De acordo com o advogado da família de Gisele, José Miguel da Silva Júnior, a policial militar <strong>formalizou a denúncia no Ministério Público</strong> do Estado de São Paulo (MP-SP) e <strong>pediu sigilo por medo de sofrer retaliações</strong>.</p>
<p>De acordo com o advogado da família de Gisele, José Miguel da Silva Júnior, a policial militar <strong>formalizou a denúncia no Ministério Público</strong> do Estado de São Paulo (MP-SP) e <strong>pediu sigilo por medo de sofrer retaliações</strong>.</p>
<p>Ao Estadão, o advogado afirmou que, na denúncia, a mulher relatou que Neto <strong>tentou beijá-la</strong>, <strong>mas foi rejeitado</strong>. Após a negativa, a policial afirma que passou a <strong>ser perseguida</strong> e <strong>foi transferida para outro batalhão</strong>, mesmo <strong>sem concordar com a mudança</strong>.</p>
<p>“Ele a transferiu para um lugar bem mais distante de onde ela morava, causando um prejuízo para ela”, disse José Miguel.</p>
<p>O episódio teria ocorrido no <strong>segundo semestre do ano passado</strong>, enquanto <strong>Neto ainda era casado com Gisele</strong>.</p>
<p>Procuradas, a Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Militar do Estado de São Paulo não retornaram às tentativas de contato do Estadão. O espaço segue aberto.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/caso-gisele-pm-abre-investigacao-que-pode-expulsar-geraldo-neto-da-forca.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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