<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 3.0.4 -->
<div class="quads-location quads-ad1" id="quads-ad1" style="float:none;margin:0px;">

</div>
<p></p>
<div>
					<span class="span-reading-time rt-reading-time" style="display: block;"><span class="rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura: </span> <span class="rt-time"> 3</span> <span class="rt-label rt-postfix">minutos</span></span></p>
<p>O infarto agudo do miocárdio é uma das principais emergências médicas e exige atendimento imediato para aumentar as chances de sobrevivência e reduzir danos permanentes ao coração. Dor intensa no peito, suor frio, falta de ar e mal-estar súbito podem marcar o início de uma corrida contra o tempo. Nesses casos, cada minuto sem tratamento aumenta o risco de morte e de sequelas cardíacas.</p>
<p>Para reduzir esse impacto, hospitais de emergência adotam o protocolo “porta-balão”, considerado padrão-ouro no tratamento dos infartos mais graves. A estratégia busca desobstruir rapidamente a artéria coronária bloqueada por meio de uma angioplastia de emergência, restabelecendo o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco.</p>
<blockquote>
<p>“<strong>O sucesso do tratamento começa no reconhecimento rápido dos sintomas pela população. Não adianta ter hemodinâmica moderna e equipes treinadas se o paciente chega tarde ao hospital”</strong>, alerta o cardiologista intervencionista baiano Sérgio Câmara.</p>
</blockquote>
<h4><strong>O que é o protocolo porta-balão?</strong></h4>
<p>O protocolo é utilizado principalmente nos casos de infarto com supradesnivelamento do segmento ST (IAM com supra), considerado o tipo mais grave da doença. Nessa situação, as diretrizes cardiológicas nacionais e internacionais recomendam que o intervalo entre a chegada do paciente ao hospital e a abertura da artéria coronária seja inferior a 90 minutos.</p>
<p>Segundo o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/" target="_blank" rel="noopener">Ministério da Saúde,</a> o infarto é a principal causa de mortes no Brasil. A estimativa é de que ocorram entre 300 mil e 400 mil casos por ano no país. Além disso, dados da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.portal.cardiol.br/" target="_blank" rel="noopener">Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)</a> mostram que as doenças cardiovasculares continuam liderando as causas de óbito, com mais de mil mortes registradas diariamente.</p>
<figure id="attachment_10830" aria-describedby="caption-attachment-10830" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-10830" class="wp-caption-text">Imagem: Magnific</figcaption></figure>
<h4><strong>Como funciona o atendimento</strong></h4>
<p>Na prática, o protocolo porta-balão mobiliza diferentes equipes hospitalares em uma verdadeira operação contra o tempo. Assim que o paciente chega à emergência com suspeita de infarto, os profissionais realizam eletrocardiograma, exames laboratoriais e avaliação clínica.</p>
<p>Após a confirmação do diagnóstico, a equipe de hemodinâmica é acionada para realizar a angioplastia coronariana primária. O procedimento consiste na introdução de um cateter por uma artéria do braço ou da virilha até alcançar a coronária obstruída.</p>
<p>Na extremidade do dispositivo, um pequeno balão é inflado para reabrir o vaso sanguíneo e restabelecer a circulação do coração. Em muitos casos, o médico também implanta um stent, estrutura metálica que ajuda a manter a artéria aberta e reduz o risco de nova obstrução.</p>
<h4><strong>“Tempo é músculo”</strong></h4>
<p>Na cardiologia, uma expressão resume a urgência do tratamento: “tempo é músculo”. Isso significa que quanto mais tempo o coração permanece sem irrigação adequada, maior é a área afetada pela falta de oxigênio.</p>
<blockquote>
<p>“<strong>O infarto é uma emergência absoluta. Quanto mais tempo o coração fica sem circulação adequada, maior é a área de necrose e maiores são os riscos de insuficiência cardíaca, arritmias graves e morte”</strong>, explica Sérgio Câmara.</p>
</blockquote>
<p>Por isso, o especialista alerta para um erro frequente entre pacientes que sentem os primeiros sintomas: recorrer à automedicação ou tentar dirigir até o hospital por conta própria.</p>
<blockquote>
<p>“<strong>Ao menor sinal de suspeita de infarto, a recomendação é acionar imediatamente o SAMU ou outro serviço de emergência com estrutura cardiológica. O transporte adequado também salva vidas”</strong>, reforça.</p>
</blockquote>
<h4><strong>Sintomas nem sempre são os mesmos</strong></h4>
<p>Embora a dor intensa no peito seja o sintoma mais conhecido, o infarto pode se manifestar de formas diferentes. A dor pode irradiar para o braço esquerdo, mandíbula, pescoço ou costas.</p>
<p>Além disso, mulheres, idosos e pessoas com diabetes podem apresentar sinais menos clássicos, o que dificulta o reconhecimento rápido da emergência. Náuseas, tontura, sensação de indigestão, suor excessivo e cansaço extremo também podem indicar um infarto.</p>
<p>Diante de qualquer suspeita, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente. Quanto mais cedo o tratamento começa, maiores são as chances de preservar o músculo cardíaco e evitar complicações futuras.</p>
</p></div>
<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/infarto-cada-minuto-faz-diferenca-para-salvar-o-coracao/">Fonte: Clique aqui</a></p>


Congressista deixou a liderança do Governo no Senado após ser alvo da PF em nova…
O Esporte Clube Vitória anunciou, na noite desta sexta-feira, a saída do volante Ronald, que…
Criança recusou cumprimentar José Antonio Kast durante evento; mulher tinha 2 mandados de prisão por…
Da Redação A castração gratuita de cães e gatos oferecida pela Prefeitura de Salvador contribui…
O Esporte Clube Vitória sofreu uma perda importante no departamento de futebol. Rodrigo Carvalho, head…
A bancada do PT no Senado deverá escolher na próxima semana o novo líder da…