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<p>Segundo relatório do Banco Interamericano de Desenvolvimento, a estimativa é que o país precisaria aplicar ao menos 4,5% do PIB no setor</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Anselmo Cunha / AFP</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/05/000_34qk6mz-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2024/05/000_34qk6mz-676x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">A falta de investimentos impacta diretamente serviços essenciais, como abastecimento de água e saneamento.<br /></span></div>
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<p>O <strong>Brasil investe apenas 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura</strong>, menos da metade do mínimo necessário para sustentar o crescimento econômico, segundo levantamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento. A estimativa é que o país precisaria <strong>aplicar ao menos 4,5% do PIB no setor.</strong></p>
<p>A falta de investimentos ocorre em meio à ausência de dados consolidados sobre a infraestrutura nacional, o que dificulta a definição de prioridades e compromete a eficiência das políticas públicas. Um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico também aponta a baixa transparência como um dos entraves ao desenvolvimento.</p>
<p>Para enfrentar esse cenário, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia lançou, em 16 de março, o Infra-BR, índice que avalia as condições de infraestrutura nos 26 estados e no Distrito Federal. A plataforma reúne 67 indicadores, organizados em seis dimensões, como mobilidade, saneamento, energia e meio ambiente, com notas de 0 a 100.</p>
<p>O objetivo é oferecer um diagnóstico detalhado para orientar a alocação de recursos. “O maior obstáculo é identificar onde aplicar os recursos. Com esses indicadores, será possível distinguir o que é urgente do que pode ser planejado”, afirmou o presidente do Confea, Vinicius Marchese.</p>
<p><strong>Os dados mostram forte desigualdade regional.</strong> O Distrito Federal lidera o ranking, com 74,67 pontos, enquanto o Acre aparece na última posição, com 28,46. Entre os estados acima da média nacional, a maioria está nas regiões Sul e Sudeste, enquanto os piores resultados se concentram no Norte.</p>
<p>No Nordeste, o saneamento básico aparece como principal gargalo, com índices baixos em estados como Pernambuco e Maranhão. Já unidades da federação do Sul e do Centro-Oeste apresentam melhores resultados na área.</p>
<p>“Sem métricas claras, <strong>governos podem acabar concentrando esforços apenas na execução orçamentária sem avaliar se os investimentos estão, de fato, produzindo resultados concretos</strong> para a população. Um índice permite identificar gargalos, desigualdades territoriais e lacunas de informação”, observa Telma Hoyler, doutora em Ciência Política pela USP e consultora de políticas públicas e integrante da equipe de formulação do Infra-BR – Índice Confea de Infraestrutura do Brasil.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/economia/brasil-investe-apenas-2-do-pib-em-infraestrutura-aponta-bid.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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