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Associações se opõem à decisão de Moraes contra blogueiro acusado de perseguir Dino

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<p>O ministro autorizou a PF a cumprir mandado de busca e apreensão contra Pablo Luís na terça-feira &lpar;10&rpar;<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">Rosinei Coutinho&sol;STF<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;12&sol;54990535828&lowbar;572c23e6e2&lowbar;k-311x207&period;jpg"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;12&sol;54990535828&lowbar;572c23e6e2&lowbar;k-675x450&period;jpg"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Alexandre de Moraes é o relator do inquérito das fake news<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão<&sol;strong> &lpar;Abert&rpar;&comma; a<strong> Associação Nacional de Editores de Revistas<&sol;strong> &lpar;Aner&rpar; e a <strong>Associação Nacional de Jornais<&sol;strong> &lpar;ANJ&rpar; se manifestaram nesta quinta-feira &lpar;12&rpar; sobre a decisão do ministro <strong>Alexandre de Moraes<&sol;strong>&comma; do Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar;&comma; que autorizou <strong>ação da Polícia Federal &lpar;PF&rpar; contra o blogueiro Luís Pablo<&sol;strong>&period; Em nota&comma; as instituições declaram que a medida <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;viola o preceito constitucional do sigilo de fonte e a própria liberdade de imprensa”<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em comunicado separado&comma; a <strong>Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo<&sol;strong> &lpar;Abraji&rpar; também <strong>repudiou a decisão de Moraes<&sol;strong>&period; A instituição afirmou que <strong>a medida coloca todos os profissionais da imprensa em &OpenCurlyDoubleQuote;risco”<&sol;strong>&period; &OpenCurlyDoubleQuote;A ordem&comma; insuficientemente fundamentada&comma; cria um precedente preocupante para o exercício do jornalismo no Brasil”&comma; escreveu&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a investigação da PF&comma; Luís Pablo teria <strong>monitorado os deslocamentos feitos com carro oficial pelo ministro Flávio Dino e seus familiares no Maranhão<&sol;strong> <strong>para publicar reportagens sobre o suposto uso irregular<&sol;strong>&period; O veículo pertence ao Tribunal de Justiça do Maranhão &lpar;TJMA&rpar; e foi cedido para a equipe de segurança do magistrado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em nota&comma;<strong> as associações &OpenCurlyDoubleQuote;consideraram preocupantes” que a decisão de Moraes<&sol;strong> <strong>foi em razão das &OpenCurlyDoubleQuote;informações publicadas” por Luís Pablo&period; <&sol;strong>&OpenCurlyDoubleQuote;A atividade jornalística&comma; independentemente do veículo e de sua linha editorial&comma; conta com a proteção constitucional do sigilo da fonte&period; Qualquer medida que eventualmente viole tal garantia deve ser entendida como um ataque ao livre exercício do jornalismo”&comma; escreveram&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As associações disseram que&comma; por a decisão estar inserida no <strong>inquérito das chamadas fake news<&sol;strong>&comma; torna a<strong> situação &OpenCurlyDoubleQuote;ainda mais grave”<&sol;strong> por <strong>o processo &OpenCurlyDoubleQuote;não ter objeto determinado ou prazo de duração”<&sol;strong>&comma; além de ter sido <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;aplicada contra uma pessoa que não conta com prerrogativa de foro”<&sol;strong>&period; As instituições ainda declararam<strong> &OpenCurlyDoubleQuote;esperar a revisão da medida”<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O pedido de abertura de apuração contra Luís Pablo foi solicitado pela própria PF com manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República &lpar;PGR&rpar;&period; <strong>A corporação cumpriu a determinação na terça-feira &lpar;10&rpar; e apreendeu computadores e celulares do blogueiro<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Quando o caso chegou ao Supremo&comma; <strong>foi designado ao ministro Cristiano Zanin<&sol;strong>&comma; mas o magistrado <strong>pediu a redistribuição<&sol;strong>&period; <strong>Moraes assumiu o processo<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em nota&comma; o <strong>bloqueiro<&sol;strong> disse que ainda <strong>aguarda acesso à ação para entender os fundamentos da decisão<&sol;strong> <strong>que fundamentou as buscas<&sol;strong>&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Luís Pablo reafirma seu compromisso com o exercício responsável do jornalismo&comma; com a apuração de fatos de interesse público e com o respeito aos princípios constitucionais e convencionais que garantem a liberdade de imprensa e o direito à informação”&comma; escreveu o maranhense em comunicado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O gabinete do ministro Flávio Dino se manifestou por meio de nota&period; Segundo o comunicado&comma; a investigação originou-se da<strong> &OpenCurlyDoubleQuote;necessidade de apurar”<&sol;strong> suposto <strong>&OpenCurlyDoubleQuote;monitoramento ilegal” dos &OpenCurlyDoubleQuote;procedimentos de segurança”<&sol;strong> do magistrado e <strong>não tem &OpenCurlyDoubleQuote;correlação com crimes contra a honra ou liberdade de expressão ou inquérito das fake news”<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<h2><strong>Leia a íntegra da nota de Luís Pablo<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;O jornalista Luís Pablo informa que foi alvo ontem&comma; dia 10&comma; de mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal em sua residência”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;A medida foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal&comma; Alexandre de Moraes”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;Durante a diligência&comma; foram apreendidos equipamentos de trabalho utilizados na atividade jornalística&comma; como computador e aparelhos celulares”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;O processo tramita sob sigilo no Supremo&comma; razão pela qual&comma; neste momento&comma; não é possível comentar detalhes da investigação”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;O jornalista esclarece que ainda aguarda acesso integral aos autos para compreender plenamente os fundamentos da decisão”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;Luís Pablo reafirma seu compromisso com o exercício responsável do jornalismo&comma; com a apuração de fatos de interesse público e com o respeito aos princípios constitucionais e convencionais que garantem a liberdade de imprensa e o direito à informação”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<h2><strong>Leia a íntegra da nota do gabinete de Flávio Dino<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;Informamos que a segurança institucional do ministro Flávio Dino foi alertada em 2025 de procedimento de monitoramento ilegal dos seus deslocamentos em São Luís&period; Houve publicação de placas de veículos utilizados pelo ministro&comma; quantidade de agentes e nomes de agentes de segurança&comma; e outros detalhes&period; Esse material foi enviado à Polícia Federal e à Procuradoria Geral da República&comma; seguindo-se a instauração do procedimento investigativo cabível&period; Portanto&comma; a questão em investigação deriva da necessidade de apurar os citados monitoramentos ilegais dos procedimentos de segurança do ministro Flávio Dino&period; O assunto não tem correlação com crimes contra a honra ou liberdade de expressão ou inquérito das fake news&period; Veículos de segurança são utilizados pelo STF&comma; em colaboração com os Tribunais&comma; com base nas seguintes normas&colon; Lei n° 12&period;694&sol;2012&comma; em especial do artigo 9°&comma; §1°&comma; inciso II&comma; bem como Resolução n° 721&sol; STF&comma; artigo 5°&comma; inciso I&comma; alínea &OpenCurlyQuote;a’&comma; e a Resolução n° 435 do CNJ&comma; que disciplina a cooperação entre os órgãos de segurança institucional do Poder Judiciário&comma; especialmente o artigo 19&comma; parágrafo único”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<h2><strong>Leia a íntegra da nota das associações de mídia<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão &lpar;ABERT&rpar;&comma; a Associação Nacional de Editores de Revistas &lpar;ANER&rpar; e a Associação Nacional de Jornais &lpar;ANJ&rpar; consideram preocupante a decisão do ministro Alexandre de Moraes&comma; do Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar;&comma; de determinar busca e apreensão na casa do jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida&period; A decisão foi tomada em razão de informações publicadas pelo jornalista no Blog do Luís Pablo sobre o suposto uso de veículo oficial do TJMA pela família do ministro Flávio Dino&comma; também do STF”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;A atividade jornalística&comma; independentemente do veículo e de sua linha editorial&comma; conta com a proteção constitucional do sigilo da fonte&period; Qualquer medida que eventualmente viole tal garantia deve ser entendida como um ataque ao livre exercício do jornalismo”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;O fato de a decisão se inserir no chamado inquérito das fake news&comma; que não tem objeto determinado ou prazo de duração&comma; e ainda ser aplicada a uma pessoa que não conta com prerrogativa de foro&comma; torna ainda mais grave a situação&period; As entidades subscritas esperam a revisão da medida&comma; que viola o preceito constitucional do sigilo da fonte e a própria liberdade de imprensa”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>Brasília&comma; 12&sol;03&sol;2026<&sol;em><br &sol;><em>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO &lpar;ABERT&rpar;<&sol;em><br &sol;><em>ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS &lpar;ANER&rpar;<&sol;em><br &sol;><em>ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS &lpar;ANJ&rpar;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<h2><strong>Leia a íntegra da nota da Abraji<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;A Abraji repudia a determinação do Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; de busca e apreensão na residência do jornalista do Maranhão Luis Pablo Conceição Almeida&comma; autor do blog Luis Pablo&period; A decisão foi proferida pelo ministro Alexandre de Moraes&comma; do STF&comma; após solicitação da Polícia Federal endossada pela Procuradoria-Geral da República&comma; e o mandado foi cumprido pela PF na terça-feira&comma; 10 de março&period; A medida coloca não apenas o repórter sob risco&comma; mas todos os jornalistas brasileiros&period; A ordem&comma; insuficientemente fundamentada&comma; cria um precedente preocupante para o exercício do jornalismo no Brasil”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;Em seu papel de defender o direito de investigação jornalística&comma; a Abraji observa&comma; inicialmente&comma; que medidas invasivas contra jornalistas devem ser excepcionalíssimas e devidamente fundamentadas&period; É basilar considerar a condição de jornalista e os parâmetros de proteção da liberdade de imprensa&comma; um primado inafastável do Estado Democrático de Direito&period; Em uma democracia&comma; é salutar a cobrança de transparência sobre o possível uso irregular de recursos públicos&comma; e nenhuma investigação jornalística que tenha essa natureza pode ser criminalizada sem indícios materiais claros&period; Há também um outro fator preocupante&comma; o do efeito cascata que esta decisão pode gerar em tribunais país afora&period; No Brasil&comma; em pleno ano de 2026&comma; não se pode inibir o escrutínio de autoridades públicas&comma; incluindo&comma; como não poderia deixar de ser&comma; as do Poder Judiciário”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;O ministro não aponta incorreção nas informações contidas nas três reportagens publicadas pelo jornalista&comma; tampouco menciona as proteções constitucionais concedidas aos jornalistas no exercício da liberdade de imprensa&period; É importante ressaltar que&comma; ainda que a informação divulgada fosse sigilosa&comma; já ficou pacificado no Judiciário brasileiro que o jornalista tem o direito de publicar informações — sigilosas ou não — de interesse público&period; E não pode ser criminalizado por isso”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;O jornalismo deve ser exercido com responsabilidade&comma; prezando pela verificação das informações e a preservação da segurança dos envolvidos&period; No entanto&comma; ao autorizar a busca e apreensão de celulares e computadores de um jornalista&comma; o ministro também pode acabar por violar o direito ao sigilo da fonte&comma; garantia constitucional de jornalistas no Brasil&period; Luis Pablo é legalmente e regularmente registrado como jornalista&period; A Abraji espera que as autoridades reavaliem a decisão e retornem os bens de Luis Pablo sem violar as informações de seus dispositivos&comma; assegurando a preservação do sigilo da fonte e das garantias constitucionais da atividade jornalística”&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em>&ast;Com informações de Agência Brasil<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;associacoes-se-opoem-a-decisao-de-moraes-contra-blogueiro-acusado-de-perseguir-dino&period;html">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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