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<p>Condenada a 39 anos, ela relata infância sem afeto, nega participação na execução e exibe nova rotina com o marido e o filho em documentário da Netflix</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2017/04/4140595381-suzane-von-richthofen-reproducao.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2017/04/4140595381-suzane-von-richthofen-reproducao.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Suzane von Richthofen detalha assassinato dos pais e afirma: ‘Deus me perdoou’<br /></span></div>
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<p><strong>Vinte e quatro anos</strong> após o assassinato que chocou o Brasil, Suzane von Richthofen, hoje com 42 anos, detalhou o <strong>crime</strong> e a <strong>relação com a família</strong> em um documentário da Netflix. Condenada a <strong>39 anos de prisão</strong> e atualmente cumprindo <strong>pena em regime aberto</strong>, ela expõe sua versão da história, exibe sua nova vida familiar e, ao falar sobre redenção, garante que “Deus a perdoou”.</p>
<p>“Aquela Suzane ficou lá no passado. A sensação que eu tenho é que ela morreu junto com os meus pais. Quando eu olho para o meu filho, eu tenho a certeza de que Deus me perdoou”, afirmou.</p>
<p>Com o título provisório de “Suzane vai falar”, o longa-metragem foi disponibilizado em uma pré-estreia restrita, na qual o jornal O Globo teve acesso, e ainda <strong>não tem data oficial de lançamento</strong>. Na produção, Suzane descreve o ambiente familiar como <strong>desprovido de afeto</strong> e <strong>marcado por conflitos</strong>. Segundo ela, seu pai, Manfred von Richthofen, era “zero afeto”, e sua mãe, Marísia, demonstrava carinho apenas “de vez em quando”. Ela também relata ter presenciado o pai enforcando a mãe contra a parede durante uma discussão na infância.</p>
<p>“Eu era criança. Meus pais botavam a gente pra dormir muito cedo. Ouvi uma discussão e desci pra ver o que era. Eu vi meu pai enforcando a minha mãe contra a parede. Foi horrível”, conta.</p>
<p>“Minha família não era família Doriana. Longe disso. Meus pais construíram um abismo entre nós”, afirma Suzane, justificando que esse distanciamento com os pais abriu espaço para a <strong>aproximação com Daniel Cravinhos</strong>. O relacionamento <strong>não foi aprovado</strong> em casa, ocasionando em uma <strong>vida dupla</strong> e até <strong>agressões físicas</strong>, como um tapa no rosto desferido pelo pai.</p>
<p>“Virou uma guerra dentro de casa. Qualquer coisa era briga. Ele me deu um tapão na cara tão forte que meu rosto virou pro lado”, disse.</p>
<p>O estopim para o crime, segundo Suzane, teria sido uma <strong>viagem de 30 dias dos pais</strong> à Europa. Sozinha em casa, ela levou Daniel para morar com ela em um mês de “liberdade total” regado a <strong>“sexo, drogas e rock ’n’ roll”</strong>. Foi a partir daí que a ideia do crime começou a tomar forma. “Nós não falávamos em matar meus pais. A gente dizia que <strong>seria muito bom se eles não existissem</strong>”, pontuou.</p>
<h2>A noite do crime</h2>
<p>Sobre o duplo homicídio ocorrido em outubro de 2002, Suzane tenta <strong>se distanciar do planejamento da arma do crime</strong> e <strong>da execução</strong>, mas reconhece seu papel: “Eu aceitei. Eu os levei pra dentro da minha casa. A culpa é minha”.</p>
<p>Ela conta que, enquanto os irmãos Cravinhos matavam seus pais a pauladas no andar de cima, <strong>permaneceu no sofá da sala</strong>, com as <strong>mãos nos ouvidos</strong>. “Eu não estava em mim. Era como um robô, sem sentimento”, descreveu.</p>
<p>No documentário, ela rebate a versão da delegada Cíntia Tucunduva, que relatou ter encontrado Suzane de <strong>biquíni</strong>, <strong>bebendo cerveja em uma festa</strong> na mansão logo após o crime. “Não tinha a menor condição de fazer uma festa naquela casa. A casa estava com cheiro de sangue”, explicou.</p>
<h2>Atual rotina</h2>
<p>O documentário também mostra a atual rotina de Suzane. Ela aparece ao lado do <strong>marido</strong>, o médico Felipe Zecchini Muniz, e das <strong>enteadas</strong>. O casal se conheceu pelo Instagram, quando o médico encomendou <strong>sandálias customizadas por ela</strong>. Além de mostrar o filho recém-nascido, a produção exibe <strong>cenas domésticas</strong>, como a família decorando a casa para o Natal.</p>
<p>Suzane também <strong>reclamou do assédio</strong> do público em locais como supermercados e diz se considerar uma “outra pessoa”. “Você entra num lugar e parece que o ar para. Todo mundo olha. ‘Olha, a Suzane’. Quantas fotos minhas, às vezes, no supermercado… a pessoa tirando foto”, afirmou.</p>
<p>“Aquela Suzane ficou lá no passado. A sensação que eu tenho é que ela morreu junto com os meus pais”, concluiu.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/suzane-von-richthofen-detalha-assassinato-dos-pais-e-afirma-deus-me-perdoou.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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