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<p>De acordo com o último boletim da Agência Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, há 62% de probabilidade de o fenômeno se estabelecer entre junho e agosto deste ano</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Joaquin SARMIENTO / AFP</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2023/06/000_mvd6755064-321x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2023/06/000_mvd6755064-697x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">fenômeno vem sendo pontecializado por conta do aquecimento global<br /></span></div>
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<p>É grande a chance de 2026 ser mais um ano marcado pelo <strong>fenômeno climático El Niño</strong>. De acordo com o último boletim da Agência Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos,<strong> há 62% de probabilidade de o fenômeno se estabelecer entre junho e agosto</strong> deste ano.</p>
<p>A partir de agosto, a <strong>chance aumenta ainda mais e chega a 80% até o fim do ano</strong>. Já há quem fale em super El Niño. Segundo a previsão, as<strong> temperaturas podem ficar até dois graus acima da média no segundo semestre</strong>, o que é suficiente para alterar a circulação atmosférica e a distribuição de chuvas em todo o planeta.</p>
<p>“Para os próximos meses, é esperado um aquecimento significativo das águas do Oceano Pacífico que deve dar origem ao fenômeno que conhecemos como El Niño”, afirma o meteorologista Márcio Bueno, da Tempo Ok. “A formação desse fenômeno deve ser mais intensa no segundo semestre, a partir de junho, no auge do inverno brasileiro.”</p>
<p>O El Niño é um fenômeno natural de aquecimento das águas do Pacífico Sul. De forma geral, ele provoca o aumento das temperaturas médias do planeta e o regime de chuvas. O fenômeno vem sendo pontecializado por conta do aquecimento global, que afeta os padrões climáticos mundiais e torna mais frequentes os eventos extremos.</p>
<p>No Brasil, normalmente, o <strong>El Niño aumenta o risco de secas nas regiões Norte e Nordeste</strong> e favorece grandes volumes de chuva no Sul. Por isso mesmo, as novas previsões já acenderam o alerta por aqui: existe risco de termos uma nova tragédia no Rio Grande do Sul, como a de 2024?</p>
<p>Naquela ocasião, o governo gaúcho contabilizou 184 mortes e classificou a situação como “a maior catástrofe climática da história do Estado”.</p>
<p>“O El Niño aumenta as chances de enchentes no sul do Brasil porque costuma provocar chuva acima da média na região”, explica a climatologista Karina Bruno Lima, diretora científica da comitê nacional da Associação de Pesquisadores Polares em Ínicio de Carreira (Apecs-Brasil).</p>
<p>“<strong>Mas os eventos de El Niño (e La Niña) nunca são iguais</strong> e, além disso, o desastre de 2024 teve causa multifatorial, com uma conjuntura climática bastante complexa. Também houve vulnerabilidades agravadas pela falta de preparo, e isso tem influência no grau dos danos. Então é difícil fazer esta previsão neste momento.”</p>
<p>Márcio Bueno, da Tempo Ok, concorda com a colega. “Na região Sul, o fenômeno atua principalmente provocando precipitações acima da média; ou seja, pode ser que tenhamos precipitações persistentes ao longo do período e os principais impactos da ocorrência de muita chuva são as enchentes e alagamentos”, afirma.</p>
<p>“Mas é importante lembrar que esse fenômeno sozinho não modula o clima da região; existem outros fatores que têm impacto; então, não necessariamente teremos eventos extremos. É importante estar atento à previsão do tempo.”</p>
<p>Antes disso, no entanto, a previsão é de termos um período de neutralidade climática, entre maio e junho, com o fim do La Niña, que prevaleceu em 2025, e o início do El Niño.</p>
<p><em>*Estadão Conteúdo</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/super-el-nino-a-caminho-veja-os-riscos-para-o-brasil-segundo-especialistas.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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