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<p>Caso ficou conhecido como Crime da 113 Sul; defesa pede anulação da condenação de 61 anos por falta de acesso a provas.</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte"> Rafael Luz/STJ</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2023/06/50087623696_411cbe098c_k-310x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2023/06/50087623696_411cbe098c_k-675x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Fachada decorada em comemoração os 30 anos do STJ &#8211; Promovendo a cidadania. Luz natural do dia. 1989 &#8211; 2019<br />
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<p>O Superior Tribunal de Justiça (<strong>STJ</strong>) vai retomar em 2 de setembro o julgamento de Adriana Villela, acusada de ser a mandante do <strong>assassinato</strong> dos pais e da empregada doméstica em Brasília, no episódio conhecido como Crime da 113 Sul. A arquiteta foi condenada a 61 anos de prisão em 2019 pelo Tribunal do Júri, mas aguarda em liberdade enquanto recorre da decisão.</p>
<p>Na última sessão, em agosto, o único voto registrado foi do ministro Sebastião Reis Júnior, favorável à anulação da condenação desde a fase de instrução da ação penal. Segundo ele, a defesa foi prejudicada pela falta de acesso a vídeos com depoimentos de outros réus. O julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Og Fernandes, deixando o placar em 1 a 1.</p>
<h3><strong>Relembre o caso</strong></h3>
<p>Em 31 de agosto de 2009, os corpos do ministro aposentado do TSE, José Guilherme Villela, da esposa dele, Maria Villela, e da empregada Francisca Nascimento, foram encontrados em um apartamento da 113 Sul, em Brasília. As vítimas foram mortas com 78 facadas.</p>
<p>A investigação inicial foi marcada por irregularidades: a delegada responsável, Martha Vargas, chegou a usar depoimento de uma vidente, adulterar provas e inserir informações falsas. Em 2016, ela foi condenada a mais de 16 anos de prisão por fraude processual, falsidade ideológica, tortura e violação de sigilo.</p>
<p>Após a troca na condução do caso, três homens — Leonardo Campos Alves, Paulo Cardoso Santana e Francisco Mairlon Aguiar — confessaram o crime e foram condenados a 55 anos de prisão em 2012. Segundo a acusação, Adriana Villela contratou Leonardo para matar os pais em troca de dinheiro e joias.</p>
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<p>Dez anos depois, em 2019, ela foi julgada como mandante do crime em um processo que se tornou o mais longo da história do Distrito Federal, com dez dias de sessões e 103 horas de julgamento. A pena inicial de 67 anos e seis meses foi reduzida para 61 anos em 2022.</p>
<h3><strong>O que pede a defesa</strong></h3>
<p>No recurso ao STJ, os advogados de Adriana pedem a anulação do júri e um novo julgamento, alegando cerceamento de defesa. Para eles, a falta de acesso completo a vídeos de depoimentos comprometeu o contraditório. Adriana nega participação no crime.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/stj-retoma-em-2-de-setembro-julgamento-de-adriana-villela-acusada-de-mandar-matar-os-pais.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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