Categories: Política

Congresso e Judiciário retomam sessões após feriado de Carnaval

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O Congresso e o Judiciário retomam nesta semana os trabalhos dos plenários e comissões após o feriado de Carnaval&period; Com a retomada das votações&comma; os <strong>parlamentares devem destravar a tramitação do Orçamento de 2025&comma; que ainda não foi votado por causa de divergências políticas<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No Judiciário&comma; continua a expectativa pela marcação da data do julgamento da denúncia sobre a trama golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 denunciados pela Procuradoria-Geral da República &lpar;PGR&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na terça-feira &lpar;11&rpar;&comma; a Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional começará a discutir o relatório final do projeto da Lei Orçamentária Anual &lpar;LOA&rpar; deste ano&period; A lei deveria ter sido aprovada em dezembro do ano passado&comma; mas as decisões do Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; envolvendo a suspensão do pagamento das emendas parlamentares travaram a tramitação da proposta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No final do mês passado&comma; o ministro do STF&comma; Flávio Dino&comma; e a cúpula do Congresso chegaram a um acordo para garantir a transparência e a rastreabilidade na aplicação dos recursos das emendas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Com o acordo aprovado pela Corte&comma;  a partir do exercício financeiro deste ano&comma; não será mais possível empenhar emendas sem a identificação de parlamentar que fez a indicação dos recursos e da entidade que vai receber o dinheiro<&sol;strong>&period; <&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image atom-align-center">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;311322&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;311322 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p><&excl;--copyright&equals;311322-->Manifestantes invadem Congresso&comma; STF e Palácio do Planalto&period; &&num;8211&semi; <strong>Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;311322--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<h2>Trama golpista<&sol;h2>&NewLine;<p>Nesta semana&comma; a Procuradoria-Geral da República &lpar;PGR&rpar; deve se manifestar sobre os argumentos apresentados pelos advogados dos denunciados pela tentativa de golpe durante o governo de Jair Bolsonaro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O Supremo já recebeu as defesas de 28 dos 34 denunciados&period; A procuradoria tem até sexta-feira &lpar;14&rpar; para se manifestar sobre as questões apontadas pelos advogados dos acusados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Após receber as manifestações da PGR&comma; o julgamento deve ser marcado pela Primeira Turma da Corte&comma; colegiado que será responsável pelo julgamento que vai decidir se Bolsonaro e dos demais acusados vão se tornar réus&period;<br &sol;> <&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image atom-align-center">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;92013&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;92013 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p><&excl;--copyright&equals;92013-->A presidente do Superior Tribunal Militar &lpar;STM&rpar;&comma; ministra Maria Elizabeth Rocha&lpar;José Cruz&sol;Agência Brasil&rpar; <&excl;--END copyright&equals;92013--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<h2>Posse<&sol;h2>&NewLine;<p>Na terça-feira &lpar;11&rpar;&comma; a ministra do Superior Tribunal Militar &lpar;STM&rpar; Maria Elizabeth Rocha será empossada na presidência da Corte&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A ministra compõe o STM desde 2007&comma; quando foi indicada durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva&period; Ela é a primeira mulher nomeada para o tribunal militar em 216 anos de funcionamento do órgão&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De 2013 a 2015&comma; a ministra chegou a assumir temporariamente a presidência do STM&comma; mas para um mandato-tampão&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Crime da 113 Sul<&sol;h2>&NewLine;<p>O Superior Tribunal de Justiça &lpar;STJ&rpar; também marcou para terça-feira &lpar;11&rpar; o julgamento de dois recursos envolvendo o assassinato do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral &lpar;TSE&rpar; José Guilherme Villela&comma; a esposa dele&comma; Maria Carvalho Villela&comma; e a empregada da família&comma; Francisca Nascimento da Silva&period; O crime ficou conhecido como Crime da 113 Sul&comma; quadra residencial de Brasília onde o casal morava&comma; e ocorreu em 2009&comma; quando as vítimas foram mortas a facadas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em 2019&comma; a filha do ex-ministro&comma; Adriana Vilela&comma; foi condenada a 60 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Brasília sob acusação de atuar como mandante dos assassinatos&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>O STJ vai julgar um recurso da defesa da arquiteta para anular a condenação e outro do Ministério Público para que a prisão de Adriana seja determinada imediatamente&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Segundo os promotores&comma; a acusada não pode mais recorrer em liberdade após a decisão do Supremo que validou prisões imediatas de condenados pelo Tribunal do Júri&period; Com a decisão&comma; proferida em setembro de 2024&comma; criminosos que forem condenados por homicídio passarão a cumprir a pena imediatamente&comma; sem o direito de recorrer em liberdade&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Laqueadura<&sol;h2>&NewLine;<p>Na quarta-feira &lpar;12&rpar;&comma; o plenário do STF retoma o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que estabeleceu a idade mínima de 21 anos e número mínimo de dois filhos para realização de vasectomia e laqueadura&period;  A análise do caso foi suspensa em novembro do ano passado por um pedido de vista do ministro Cristiano Zanin&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-03&sol;congresso-e-judiciario-retomam-sessoes-apos-feriado-de-carnaval">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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